<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861</id><updated>2012-02-22T22:58:15.033-02:00</updated><category term='memês'/><category term='filosofia barata'/><category term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><category term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><category term='amar é:'/><category term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>• Pequena Pra Quem Vê, gigante pra quem ama.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>125</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3914470057393408808</id><published>2012-02-22T10:35:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T10:35:18.645-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Todo carnaval tem seu fim.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tenho a impressão de quenão preciso escrever o que já te disse antes, sobre você ter mudado muito aminha forma de ver o amor, me fazer acreditar. Mas, é quase como se eu tivessea obrigação de esclarecer o que um dia eu deixei no ar: “I think I love you” enão vou deixar claro apenas porque justamente agora, enquanto te escrevo, meuplayer resolveu tocar a mesma música que você tocou pra mim no meu quarto, commeu violão e ela me diz o que já sei “It cannot wait &lt;b&gt;I'm sure&lt;/b&gt;, there's no need to complicate, our time is short this isour fate, &lt;b&gt;I'm yours&lt;/b&gt;”, eu tambémtenho certeza e agora eu também queria dizer tudo o que eu não disse quandovocê terminou de tocar e se possível, fazer o que eu não fiz por vergonha oumedo, não sei. É você, agora eu tenho certeza e não tem medo ou vergonhacapazes de me convencer do contrário. Faz um pouco de frio nesse fim de feriadoe tudo o que eu pediria se tivesse que fazer um único desejo, é você - ao meulado - seu abraço sendo além de porto seguro, alento, cobertor. É você porquequando eu olho pro meu mural de fotografia, a primeira coisa que eu consigo versão os seus olhos, que parecem me olhar também, bem aqui onde estou e dizem, emsilêncio: Estou aqui também. E está, se não ao meu lado porque o mapa jura quehá alguns quilômetros entre nós, eu insisto, baixinho, que não e se forpreciso, decreto: Agora e para sempre, você mora dentro de mim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="line-height: 14px;"&gt;Primeiro de tudo, eu gostaria de me desculpar por ter sumido assim daqui do Pequena! A minha vida tá uma loucura e a tendência é piorar, graças ao bom Deus! Essa semana ainda (amanhã 23/02) eu começo a estudar, então vou chegar em casa e querer dormir! Aos fins de semana, além de descansar eu pretendo amar muito! Então, o tempo será cada vez mais curto, mas eu prometo voltar sempre e sempre pro meu cantinho. Sinto falta! De vocês e dos seus blogs, dos comentários, do carinho e tudo... Meu beijo pra vocês!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3914470057393408808?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3914470057393408808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3914470057393408808' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3914470057393408808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3914470057393408808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2012/02/todo-carnaval-tem-seu-fim.html' title='Todo carnaval tem seu fim.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-623587812261400706</id><published>2011-10-26T11:14:00.000-02:00</published><updated>2011-10-26T11:15:12.558-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>(singu)Lar</title><content type='html'>&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"Lar é a pessoa ou o lugar que você quer voltar sempre e sempre."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Autor desconhecido&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="25" width="62"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/uePZoS3qkpk?hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/uePZoS3qkpk?hl=en" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="62" height="25"&gt;&lt;noembed&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=uePZoS3qkpk?hl=en"&gt;&lt;img src="http://www.gtaero.net/ytmusic/play.png" alt="Play" style="border:0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/noembed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Confesso,eu já tinha entregue os pontos. Depois de quebrar a cara e ouvir por aí que oamor não é pra qualquer um fica difícilde acreditar e como procurar algo em que você não acredita? Foi justamente porisso que eu parei de levantar os olhos e me perguntar: Será que é? Nunca tinhasido, nunca passou de ledo engano. Naquela altura do campeonato amor para mimera tão somente literatura. Não é o que dizem? Se você quer esquecer,transforme em personagem. Deve ser por isso que te escrevo tão pouco ou menosque gostaria e, certamente, quase nada perto do que você merece, sem esquecer éclaro do medo de parecer clichê. Desculpe, não encontrei outro meio de contaressa história sem dizer que quando eu desisti de procurar, você me encontrou.Porque foi exatamente assim. O destino me fez esbarrar em você que chegouocupando o lugar que sempre deveria ter lhe pertencido, guardaram pra você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O mais bonito foi que apesar de eume encontrar permanentemente vestida numa armadura para não sair ferida dequalquer tropeço, você não se importou. Você me despiu de qualquer medo que eupudesse sentir, você me deu muito mais do que força quando eu precisei, viualém do que eu quis mostrar e conquistou muito mais do que eu estava disposta aoferecer. Eu não sou fácil de lidar, sou tempestade, furacão, mar em fúria, falogrosso quando acho que devo e nem sempre tenho razão. Tenho ascendente e forçade um leão, mas eu sou geminiana e tenho medo, cuida de mim? Eu não lembroquando – exatamente – eu te enxerguei com olhos de mulher, mas não é assim quefunciona um ciclo? Você não vê início e não tem fim. Você não tem medo de estarperto de alguém que não sabe o que fazer? De tudo, eu só sei que eu nunca vouferir você e se eu rugir é só pra afugentar meu próprio medo, como se dissesse,ainda que indelicadamente pra ele ficar quietinho. Segura minha mão, toma. Issoé pra você, guarda com carinho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você é a paz que a vida trouxe, opresente que o universo me deu. Seu sorriso é capaz de limpar qualquer temporuim que me cerque e sua voz ainda é (e sempre vai ser) meu som favorito. Nãome pergunte se eu lembro do que eu nunca esqueci, meu sorriso encontrando o seusem poder atravessar, meu corpo diante do seu girando no ar, no meio da ruacomo se quem estivesse olhando não fosse ninguém além de coadjuvante. Só nósdois que pra mim é um – singu&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Lar&lt;/b&gt; –nó. Que não desata. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Te amo.Simples assim, sim.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-623587812261400706?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/623587812261400706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=623587812261400706' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/623587812261400706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/623587812261400706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/10/singular.html' title='(singu)Lar'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-836042968041425842</id><published>2011-09-17T14:17:00.000-03:00</published><updated>2011-09-17T14:17:14.157-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>[Não insira um título aqui]</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nãome escreva um texto para tentar me convencer que ainda dá tempo. Suas palavrasnão vão acordar aquela velha sensação de que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;estava escrito&lt;/i&gt; porque ela já não dorme mais, depois de algumastentativas aonde você sempre chegava no momento em que eu apontava uma armapara o peito dela e me fazia desistir, dessa vez você não veio e o tiro foicerteiro e eu matei a idéia de querer você pra mim, querer uma coisa que nuncame pertenceu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Vocêesteve o tempo todo fora do meu alcance e tudo que fez foi irremediavelmente doseu jeito, mas quem levou nome de menina mimada no fim da história que nãoacabava nunca fui eu. Sem contar na sua mania de colocar uma lente de aumentonos meus defeitos que sei que não são poucos e se esquecer de que, apesar de eute chamar de anjo, você é e sempre foi demasiadamente humano. Sobre-humano emvocê é apenas a sua capacidade de argumentação, você sempre foi todo errado ede uma forma que até hoje não consigo entender me convenceu que era o que eumais precisava. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Entendaque eu nunca precisei de você. Só sabia o quanto era bom poder contar comalguém que soube como me ganhar e me perder agora quando o jogo estava quaseganho. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;E as desculpas que você nunca mepediu não são o suficiente, nem todas juntas. Não me mande rosas e um cartão,já me bastam todos esses seus espinhos que deixaram minha pele em carne viva. Ese agora eu visse uma estrela cadente o meu último pedido seria: Não me escrevaaquele texto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Agoranão é mais necessário, não vai me convencer outra vez do quanto eu te amo. Suaspalavras tortas não cabem mais nas minhas linhas, tampouco entre elas. Eu nãoquero mais saber como seria a comemoração dos seis meses do namoro que nuncaaconteceu, não me escreva sobre aquela conversa que você teve com o Pedroenquanto tomava aquele &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;chopp&lt;/i&gt; sobre osmeus “milagres”. Não quero saber o que você fez depois daquela tempestadeacabar com a energia da sua casa e deixar você no escuro pensando sobre o quefaria se tivesse os poderes de Deus, você não os tem e eu não sou, nem nuncafui o bastante pra você, que dirá a mulher perfeita. Não me mande um postaldizendo que pretende voltar pra minha vida, aqui não é mais o seu lugar. Fiqueonde está talvez ele não te pertença, mas é o que você tem agora. Não precisamentir pra mim naquele texto, não mais. Eu não vou acreditar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nãoassine aqui.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-836042968041425842?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/836042968041425842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=836042968041425842' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/836042968041425842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/836042968041425842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/09/nao-insira-um-titulo-aqui.html' title='[Não insira um título aqui]'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4991328986728300376</id><published>2011-08-29T11:28:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T11:36:12.571-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Quatro (milhões de) vezes você.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Vi a telado telefone celular acender-se e indicar uma ligação perdida, não sei a quantotempo estava ali já que eu tinha me entregue a distração de pensar o que foramesses quatro anos ao seu lado, mais do que imediatamente apertei para queretornasse a ligação e do outro lado escuto a voz robótica dizendo que “paraligações de longas distância você deve discar, zero...” desliguei; até ela, amulher robô, sabe que a distância (física) entre nós é enorme, mas será que elasonha que não há nenhuma distância capaz de separar pessoas que moram assim,uma dentro da outra? A menos que você tenha alguém assim na sua vida, você nãosabe, não sente, não entende, não vê. Liguei outra vez agora discando zero e aoperadora, nada agora poderia me impedir de do outro lado ouvir a voz mais docedo mundo, a sua e você atendeu, perguntei como estava, sabe como é sempre mepreocupo. Meia dúzia de palavras trocadas e uma confissão: “como é bom ouvir asua voz” do outro lado o riso que irradia minha vida, me dá segurança e uma pazque eu não sei contar, uma pergunta seguida do apelido carinhoso depois agradecie você disse: “Como se precisasse agradecer por alguma coisa”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quasechorei e não tive forças pra dizer o que agora escrevo: Preciso sim, precisotanto agradecer por todo o carinho que você me deu nesse meio tempo que não énada perto do que está por vir. Preciso agradecer também pelo exemplo que vocêé pra mim: Mulher com letras maiúsculas, minha melhor amiga, marida e que rendapiadas esse apelido, pouco me importa. Se há algo na minha vida me importa defato, é aquilo que eu amo e eu te amo tanto que às vezes tenho medo deexplodir. Obrigada também pelas vezes que você me fez rir quando depois de meouvir dizer que me espelho em você, você disse: “Criei um monstro”. Será que éser monstro ser assim como nós? Duvido, me fez tão bem deixar de colocar pessoasque nunca se importaram comigo em primeiro plano, será que há nisso algomonstruoso? Colocar-se em primeiro lugar e se amar, assim podendo amar aosoutro sem correr risco de sufocá-los e tornando quase nulos os riscos de seferir? Se for, é o que eu sou: o seu pequeno monstrinho, sua pequena amorinha,sua grande admiradora. Preciso agradecer não só por isso, mas por tudo que vocême ensinou. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ao seu ladoeu entendi que não existem pessoas sem defeitos e que nem por isso elas deixamde serem perfeitas para a sua vida, eu tenho o maior orgulho de dizer que aminha melhor amiga tem defeitos sim e que eu a amo até neles. Cada detalhe,cada sorriso, cada frase dita, cada olhar que permitiu que a frase nãoprecisasse sair da sua boca para que eu a entendesse, uma cumplicidade que nãocabe nem nesses 570 quilômetros que nos separam, mas que graças à Deus cabenessa vida que nos uniu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-F6VOMMH1QYw/TluiRKUjfPI/AAAAAAAAASg/q-csJWHmCkA/s1600/amora.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://1.bp.blogspot.com/-F6VOMMH1QYw/TluiRKUjfPI/AAAAAAAAASg/q-csJWHmCkA/s320/amora.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;CarolinePrellwitz, eu te amo além da vida e de qualquer amor. Você sabe disso!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4991328986728300376?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4991328986728300376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4991328986728300376' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4991328986728300376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4991328986728300376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/08/quatro-milhoes-de-vezes-voce.html' title='Quatro (milhões de) vezes você.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-F6VOMMH1QYw/TluiRKUjfPI/AAAAAAAAASg/q-csJWHmCkA/s72-c/amora.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-496229418222403635</id><published>2011-08-19T13:12:00.000-03:00</published><updated>2011-08-19T13:12:29.863-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Minhas verdades (nuas, ácidas e cruas).</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queria algo novo, uma mudança que mostrasse talvez outros desafios e que estes, fossem mais árduos e deliciosamente envolventes. Estava querendo apenas sentir a diferença escorrer entre meus dedos já que as coisas iguais, os lugares comuns, as frases feitas nunca fizeram efeito nenhum sobre a minha verdade, aquela... que eu sempre gostei de inventar. Pode não fazer sentido para ninguém, mas o meu mundo é bem assim mesmo, não precisa fazer sentido; precisa tão somente acontecer e sendo assim valer a pena. O zodíaco já adiantara a todos que quisessem saber: Eu seria inconstante. E segura da minha inconstância, não tenho medo assim do meu amanhã ser totalmente novo, eu não encaro a diferença como um problema. Afinal o igual me cansa os olhos, o novo me encanta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E talvez seja por isso eu seja tão passível ao perdão, não me dói perdoar, enquanto perdoei nunca perdi nenhum pedaço meu, pelo contrário a cada perdão o meu coração ganhava um pedaço novo e acabou ficando assim... Todo colorido, cheio de remendos e histórias, cheio de vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu gosto de mudanças, porque viemos ao mundo para evoluir e não apenas para ficar parado, observando e criticando a mudança do outro. Não consigo imaginar como estarei no fim dos meus dias, já que diariamente tento me reinventar, não que funcione... Não acordo todos os dias diferente e também existem aquelas coisas, por mais sutis e delicadas que sejam, que nunca deixam de ser como sempre foram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem dias que eu acordo com aquela vontade absurda de não ver, não falar e não ouvir ninguém. Outros tanto a vontade é de cortar o cabelo e pintar de uma cor esdrúxula. Tem dias que a vontade é de colocar a mochila nas costas e ganhar o mundo, ou então correr pro abraço do melhor amigo, vontade de chorar, de correr, de gritar, de amar, de sorrir, de cantar, de olhar, de sentir, de defender, de mostrar, de esconder, de amassar, de apertar, de ganhar, de reinventar, de melhorar, de mudar, de aconchegar, de espantar, de comer, de saciar, de ser... de existir sem preceitos ou regras. De existir de acordo apenas com os desejos, os mesmos que sempre tomam conta do seu ser e que muitas vezes você aperta ele e coloca naquele cantinho escondido que ninguém possa ver, por que assim... só assim não vale a pena.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 13 de setembro de 2009, como eu disse (escrevi) certas coisas não mudam nunca, a vontade do novo permanece em mim (a cada dia).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-496229418222403635?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/496229418222403635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=496229418222403635' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/496229418222403635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/496229418222403635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/08/minhas-verdades-nuas-acidas-e-cruas.html' title='Minhas verdades (nuas, ácidas e cruas).'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3025394285084994984</id><published>2011-07-25T10:25:00.001-03:00</published><updated>2011-07-25T10:25:21.506-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Tease(r) me.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Minhaalma de mini-saia.&lt;br /&gt;Entre um movimento e outro, palavra. &lt;br /&gt;Um mostrar sem querer revelar, não posso expor. &lt;br /&gt;Mas, cabe a você – se quiser – supor: Proposta indecente? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;FernandaMello&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A questão é que sempre fiz por prazer. Ou quase, algumasvezes contrariada; não dava pra fazer do meu jeito. Sabe quando a outra parteacha que sabe de tudo e não aceita nenhuma sugestão? Detesto, fica chato. Mas,era o que tinha de ser feito, quase como obrigação embora eu sempre tenhaachado uma ponta de prazer – &amp;nbsp;ainda quemínima –, no ato. E consumava. Eu não posso fazer nada se é o meu jeito, se alieu encontro meu refúgio. Não que eu não tenha feito cara feia, não sou tãoboazinha quanto me digo, mas nunca ninguém reclamou de nada até porque eu estavafazendo e não cobrava nada. Muita petulância da parte de qualquer pessoa aindase achar no direito de reclamar, é o que eu penso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Tem gente que faz por dinheiro, não condeno,só não consigo. Odeio cobrança abusiva, me deixa em paz. “Faz assim”, “você nãoacha que ali é melhor?”, “mexe aqui”, “muda ali”. Tem outra coisa também, nãogosto de muito barulho, no máximo uma música de fundo que tenha a ver com oclima e só. Nada de conversinha, troca de elogios ou crítica. Pra que, alguémme explica? Porque sinceramente não entendo, não vejo sentido. Não ajuda emnada, eu juro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Nãome lembro da primeira vez, faz tanto tempo. Será que foi bom? Valeu a pena praalguma das partes, será que me olhou com cara de inquérito e perguntou: “foibom pra você?”, será? Não sei. Esqueci. Talvez porque não tenha sido tão bomassim, mas nem tão ruim senão eu me lembraria, certamente, de algo do que mequeixar. Mediano, pode ser. Algo que eu tenha merecido um cinco ou sete, foijusto? Talvez eu tenha me culpado ou então nem doeu o suficiente para que ofizesse. Só sei que aconteceu, não é o que dizem? Sempre tem a primeira vez.Deve ter sido na época do colégio, devo ter compartilhado a experiência comalguém. Você se lembra? Me liga, me conta. Me procura talvez a gente repita adose, hoje com mais experiência, pode ser melhor. Devolve pra mim a lembrança,esquecida que sou não sei onde deixei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Agorajá tenho alguns longos anos de experiência. O quê? Não sei com exatidão, talvezuns sete ou oito anos; que me dá prazer é isso. E mesmo assim, acho que seriamuita prepotência da minha parte me considerar profissional, dar dicas,ensinar, corrigir. Não! Preciso de muito mais para tanto e quando o muito maisvier, ainda vou achar pouco. É assim, não me acho boa o bastante, mas tambémnão entrego os pontos fácil. Tenho meu valor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Jáfiz de tudo, é verdade e de muita coisa sinto vergonha, se eu pudesse esquecer,assim como esqueci a primeira vez, seria ótimo. Como faz? Vivo achando quedesaprendi, então pratico, pratico, pratico e a todo instante quero estarmelhor para qualquer um. A gente nunca sabe né? Adoro quando vejo alguémdevorando e depois saindo satisfeito, quem se satisfaz – ainda mais – sou eu.Não sei explicar, me sinto viva. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Oproblema está apenas em compartilhar, não é tudo que dá para se dividir, certascoisas são tão íntimas, tão minhas. Não cabe assim em qualquer lugar, paraqualquer um. E quando isso acontece procuro me preservar ao máximo, escondo,omito. Meu jeito, juro! Sem maldade. Não é porque o resultado é positivo, ounegativo. Isso não quer dizer muita coisa, só que eu não quero gritar prosquatro cantos. Privacidade, já ouviu falar? Exatamente isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Alívio.Prazer. Descanso. É isso, palavra, que você significa pra mim. Eu não me lembroda primeira vez, desculpa. Mas, já faz parte da minha rotina te procurar quandoeu preciso me esvaziar. De tristeza ou de alegria, você é sempre o melhorescape pra eu começar e ser nova outra vez. Talvez algum dia eu aprenda a teusar pra ganhar o pão, promete não me culpar e nem me ofender? Não quero mesentir uma prostituta, encontrar no prazer uma forma de fazer dinheiro. Seráque vai ter o mesmo sabor? Não sei, palavra. São coisas que só o tempo (e você,é claro) poderão me dizer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Feliz dia do escritor a todos! (: &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3025394285084994984?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3025394285084994984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3025394285084994984' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3025394285084994984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3025394285084994984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/07/teaser-me.html' title='Tease(r) me.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-1081008696420318362</id><published>2011-07-12T20:57:00.003-03:00</published><updated>2011-07-12T20:59:49.540-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>In sanidade.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Enlouqueci-me. Não, não houve nenhum diagnósticoonde um especialista me certificava de que eu estava louca, no entanto,aconteceu. É tão delicada a linha que separa a sanidade da insanidade e eu nem pudeperceber – o exato momento em que ela – se apagou. Porque na verdade não, vocênão fez pergunta alguma pelo simples motivo de que você já sabia de tudo. Entãoeu arrumei mecha do meu cabelo que caiu sobre os meus olhos e tampava de umamaneira tão deseducada a minha visão de você. Naquele momento eu não sabia seera uma visão boa ou ruim, minha capacidade de discernir as coisas já haviasido afetada, ainda agora eu não sei, mas era uma visão de você. Os meus olhosnegros te olhavam aliviados, não mais tão tristes apenas com uma profundidadeque chegava ao desconhecido de mim, quietos, como quem já viu muito e não querdizer mais nada. Somente mergulhavam no oceano silencioso das minhas águas,negras também. Eu pedi para você afrouxar a sua gravata e você o fez, sem mequestionar, embora eu tivesse resposta para te fornecer: ela de uma forma queeu não podia entender me sufocava. Meus dedos, sem as mordaças do que é certoou errado, moviam-se lenta e carinhosamente pela sua face, a ponta deles tocavacom cuidado a barba que estava por ser feita e os seus lábios sorriam como sesoubessem – e eu tenho a impressão que sabiam – que eu tinha enlouquecido. &amp;nbsp;Eu acho que quem me enlouqueceu foi você com oseu silêncio que dizia tudo o que eu queria escutar e eu calava respondendotudo o que você queria como resposta e acho que enlouqueci justamente por nãome importar em responder o que não era perguntado e assim, calados, eu tinhacom você o diálogo mais interessante de minha vida inteira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-1081008696420318362?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/1081008696420318362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=1081008696420318362' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1081008696420318362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1081008696420318362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/07/in-sanidade.html' title='In sanidade.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4531673724390063163</id><published>2011-06-24T20:43:00.000-03:00</published><updated>2011-06-24T20:43:11.494-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Só enquanto eu respirar...</title><content type='html'>&lt;object height="25" width="62"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/5C2rvz3R8QE?hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/5C2rvz3R8QE?hl=en" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="62" height="25"&gt;&lt;noembed&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5C2rvz3R8QE?hl=en"&gt;&lt;img src="http://www.gtaero.net/ytmusic/play.png" alt="Play" style="border:0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/noembed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Estava tudo tranqüilo. Eu ainda não tinha me abalado o necessário com a notícia de que você tinha se acidentado, talvez isso se deva ao fato de que – quando eu soube – já estava tudo aparentemente bem. Você estava em casa, medicado e o que denunciava o acontecimento era apenas os três pontos no supercílio. Eu soube até dar risada com você. Foi só dois dias depois que a ficha caiu, eu estava sozinha e de repente os primeiros acordes de “O anjo mais velho” começaram a tocar e tocaram tão fundo que doeu. Um choro angustiante veio até a minha garganta e eu precisei – mais do que colocá-lo pra fora – dizer o quanto eu te amava, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;te amo&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Eu sei que é um erro dizer que você é um anjo. Para isso, o que te falta não são somente as asas e em tanto tempo de vivência eu já acredito conhecer todos os teus defeitos, nenhum me surpreende mais. De repente se no meio de uma tarde chata você disser que vem e não vir de fato, não me surpreenderei. Você é assim mesmo, tem uma mania séria de prometer o que muitas vezes não está a fim de cumprir. Porque sim, o fato de você “não estar a fim de” é o bastante para que não se concretize. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Todas aquelas brigas de todos aqueles dias, você se lembra? Sim. Você se lembra. Posso ouvir você dizer num tom risonho: “Era você quem brigava comigo”. E como brigava. Nem tudo isso, todas as coisas negativas pelas quais já atravessamos foram suficientes para me fazer desistir de ver em você o meu anjo mais velho. Não é o que dizem? A gente enxerga apenas o que quer ver e eu vi em você um anjo, pintei uma asa de cada lado e ao meu lado, desde então, está você. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Digo que permaneceu porque quis, dei mil chances de você virar as costas e partir. Por vezes virei as costas e fui embora. Entretanto, entre tanto amor, nunca soube dizer adeus. Ou até disse, mas nunca soube ser partida. Foram cartas, sorrisos, lágrimas, presentes, presença, ligações, mensagens e promessas. E quando aquela música começou a tocar, eu pensei pela primeira vez na possibilidade de um Adeus que não pudesse ser desfeito e se fosse? Como eu aqui do outro lado poderia me orientar? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;E no susto, coberta pelo medo do que poderia ter sido vi o que esteve diante de mim durante todos esses anos de você tatuado em minha vida, você é mais que importante, você é mais que amigo, você é conforto, amparo. Você é vida. E o que aconteceu quando o medo tomou conta de mim? Mais uma vez, eu corri pra você. Mais uma vez, eu te procurei e mais e outra vez encontrei em você: descanso, segurança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Algo que não sei traduzir em palavras, mas que quando você disse: “Nada vai acontecer, eu não vou sair do seu lado nunca, entendeu?” me senti uma criança no colo, faz tempo, mas você não pode ter esquecido a sensação de ser criança no colo. Ser criança sem medo de bicho papão ou lobo mau. Não sou criança, mas você espantou meus fantasmas. Você não é eterno, eu não sou eterna. Somos meros mortais que encontramos um no outro, um porto seguro. Às vezes balança, pudera também, sou tempestade, você é vento! Força, força, você consegue. Força, força, uma hora acaba. Força, força, estou aqui. Força, força... onde você está (pra mim)? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Dividimos muitos momentos, muitas coisas ruins e outras tantas tão boas que nos fizeram superar um passado tão cheio de marcas e de mágoas. Aqui estamos, outra vez. Agora e para sempre, quem sabe? Talvez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 177.0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;I will love you like you do. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 177.0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Love, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 177.0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Your princess. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 177.0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Your heart daughter.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4531673724390063163?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4531673724390063163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4531673724390063163' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4531673724390063163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4531673724390063163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/06/so-enquanto-eu-respirar.html' title='Só enquanto eu respirar...'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-6574730886619230853</id><published>2011-06-20T12:32:00.000-03:00</published><updated>2011-06-20T12:32:03.840-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Ao meu herói.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Senhor Antônio, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A figura de herói é muito vista nas telas dos cinemas e nas revistas de quadrinhos espalhados por todo o mundo, são seres invencíveis e muitas vezes com poderes especiais que lutam para salvar o universo do mal que nele existe. O mal de fato existe, mas e os heróis? Eu não os vejo, eles são frutos da criatividade de pessoas que eu não conheço e provavelmente nunca conhecerei. Os heróis que todas as pessoas aplaudem, admiram, colecionam objetos referentes a eles e mil outras coisas, não existem e acabam no mesmo instante que a luz dos cinemas volta a acender, seus criadores ganham muito dinheiro com isso, não os condeno, contudo você há de convir comigo de que eles são uma mentira e mentiras não me valem de nada. O que quero dizer é que herói não é isso, para mim, ser herói é ser alguém como você, de carne e osso, ou posso até dizer – todo coração. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Você não é herói porque salvou o dia, o mês, o ano, ou a vida de boa parte do mundo e sim, porque você salvou os meus dias, meses e anos, você salvou a minha vida e ensinou-me a ser como deveriam ser os heróis – humana. Aprendi com a sua presença na minha vida que os erros existem, podem ser perdoados e auxiliam no crescimento, que não teremos tempo para cometer todos os erros do mundo e com isso, deveríamos ao menos tentar aprender com o erro alheio. Você é responsável pelo meu caráter, pelo meu jeito (quase) único de enxergar as coisas e pela mania de acreditar que sempre existe algo de bom dentro de cada um. Com você aprendi a sonhar e principalmente a lutar por aquilo que eu acredito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acredito que todas as pessoas seriam mais felizes se tivessem um herói como eu tive, que não é capaz de combater todo o mal do mundo e exterminá-lo para todo o sempre, entretanto eu sei que você estará aqui ou em qualquer lugar do mundo quando eu precisar, ajudando-me a recolher todos os pedaços do meu coração e a reconstruir mais uma vez aquilo que fora destruído. Carrego-lhe dentro do peito, pois você é humano, logo mortal, você pode até morrer, você será enterrado ou cremado, porém tudo o que você passou para mim a cada dia de convivência permanecerá em mim até o fim de minha existência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Algumas vezes eu cometi alguns erros na vida, no entanto nunca consegui ir contra os meus princípios, preceitos que trago comigo porque você me ensinara assim. Como todas as pessoas, sinto-me segura por acreditar em herói, embora ao contrário de todas elas eu ainda possa bater no peito dizendo o quão inexplicável é poder dizer que o meu herói não é super, mas é tangível e não é fruto de uma imaginação demasiadamente fértil. E nem toda a criatividade do mundo seria capaz de colocar em palavras a imensa admiração que tenho por você, pelo seu jeito herói de ser humano e seu jeito humano de ser herói. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 6;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Com todo o meu carinho e admiração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Carta escrita no dia 19 de junho de 2010, mas sempre tão atual. Que saudades do meu herói!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-6574730886619230853?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/6574730886619230853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=6574730886619230853' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6574730886619230853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6574730886619230853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/06/ao-meu-heroi.html' title='Ao meu herói.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-1510647733679148147</id><published>2011-06-11T13:23:00.004-03:00</published><updated>2011-06-13T10:54:58.415-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>MicaBela e a Fera.</title><content type='html'>Aposto o quanto você quiser que você já ouviu falar – e muito – sobre grandes amores. Eu também já havia ouvido e até contado sobre eles, até mesmo quando eu ainda não tinha vivido grande amor algum. Por isso digo, antes dessa criatura aparecer em sua vida você é incapaz de imaginar a dimensão de tal sentimento, de tal paz de espírito. Há quem diga que não, mas esse amor tão grande – apesar de muitas outras sensações incríveis – me trouxe paz de espírito. E você certamente já ouviu falar sobre o amor ser cego e é. Aprendi a amar tal criatura sem nunca tê-la visto, só sabia que estava ali dentro daquela embalagem nada plástica, completamente viva e eu do outro lado, sabendo tudo ou grande parte do que a esperava e ainda espera aqui – o mundo inteiro (por um sorriso seu). &lt;br /&gt;Ah, meu docinho, se eu soubesse alguma forma de te proteger de tudo. Guardada ali para sempre você nunca sentiria frio ou medo, ali o conforto era inigualável. Por que tanta pressa, você sabe me dizer? Minhas mãos acariciavam àquela barriga na torcida de que você se mexesse, te sentir sempre foi uma alegria infinita, desde o princípio, uma explosão de felicidade, de um amor que eu não conhecia. Nunca tinha visto! Ainda que eu não soubesse a cor dos seus olhos e nunca tivesse ouvido o som do seu choro, você já estava dentro de mim, do meu coração. &lt;br /&gt;Por que você corre contra o tempo? Há uma coisa que você precisa saber, o tempo é ilusão. A brincadeira não foi, tudo ficou muito sério quando você decidiu que a todo custo conheceria o que já temia por você e não teve medicamento ou repouso que te aquietasse, remediasse por tempo suficiente a sua decisão. Aconteceria, sabemos. Por que tão cedo? Você não sabia explicar sua pressa desse mundo na nossa língua, sua sede de realidade. Não tive tempo de te ensinar que aqui do lado de fora tem muita gente que não se importa com nada e quebra corações como eu quebro castanha, sem querer provar nada, apenas por diversão, depois os outros que se virem com a bagunça que eu mesma fiz. Não, não quero não! Com a minha boneca ninguém brinca, o meu brinquedo ninguém quebra. Colo, conforto, carinho, comida tem aqui, eu te dou meu amor, eu te dou. Fica? Quer chocolate, quer risadas? Eu dou também, mas fica... Fica aí dentro. Fica, por favor. Eu te amo, fica... &lt;br /&gt;Não ficou. Você veio. Amei ainda mais quando toquei as tuas mãos tão pequeninas que seguravam com força meus dedos tão maiores e sua beleza prematura me emocionou. Nunca amei tanto algo tão pequeno. Sua fragilidade me dava forças para quem sabe te proteger. Você veio antes da hora, mas me trouxe fé no tempo exato. Me explica de onde você tirou tanta força para continuar? Acreditei que tudo ficaria bem e você ficou bem ao meu lado o tempo todo. E eu que acreditava saber de tudo, quis aprender de novo – e por que não o novo – com você. Posso te contar um segredo? Sua risada é o som mais harmonioso do mundo, quando você encolhe os ombros e tampa a boca com a mão, meu coração pára por um milésimo de segundo e eu só consigo pensar no quanto eu amo você. Há beleza mais sensata que a tua, criatura? Sua preciosa idade, minha eterna preciosidade. Minha Micaela, minha Micabela... Minha bela, sou tua fera. Vou te proteger. Vou te carregar como uma irmã. Vou te amar como uma mãe. Eu sempre estarei lá por você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-1510647733679148147?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/1510647733679148147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=1510647733679148147' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1510647733679148147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1510647733679148147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/06/micabela-e-fera.html' title='MicaBela e a Fera.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-788678626394504706</id><published>2011-05-27T19:35:00.002-03:00</published><updated>2011-05-27T19:35:10.424-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><title type='text'>Para dizer Adeus.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Não sei se é meu sexto sentido ou se são os sinais esparsos que você deixou pra mim, no entanto, desde que este dia branco amanheceu notei você dando voltas e voltas em torno do seu próprio umbigo, agindo como se eu não te conhecesse suficientemente bem pra saber o que isso quer dizer, eu sei. Apesar de saber do que se trata, não sei o que dói mais: a sua partida ou você agindo como se eu fosse criança, procurando a melhor hora para me contar a pior notícia que no fim, acaba escapando dos seus lábios por descuido. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Serei sincera como gostaria que você fosse comigo, eu conheço todos os seus jogos e cada passo que você dá, entendo o que você quer dizer até quando não diz nada. E se você quer saber, para que eu me esqueça de cada pequena coisa que grita o que você sempre cala, você precisaria sumir por mil anos. O que não acontece nunca. Por conhecer tudo eu deveria saber como lidar com essa história que já virou um ciclo vicioso, ainda não aprendi, você vai embora sem me dizer adeus e volta sem pedir perdão, como se a casa fosse sua e a culpa completamente minha.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu não sei se é uma vantagem aprender a lidar com os seus erros. Estou aqui na mesa do café da manhã esperando que você saia pela porta que deixou aberta ao entrar, como aconteceu em todas as outras vezes. Dentre as – infinitas – coisas que eu não entendo, a minha grande dúvida é: Por que adiar o que – por algum motivo que eu ainda não compreendi – haverá mesmo de ser feito? Eu não peço explicações a respeito daquilo que você não está interessado em esclarecer, você gosta mesmo da inexplicável beleza do inacabado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A minha cabeça parece uma bomba relógio e está contando os segundos finais para explodir e o meu sexto sentido já cansado está rouco de tanto gritar que já me avisou. Então você vem como se nada – que eu soubesse – estivesse acontecendo e me pergunta do que é o suco, quando eu respondo que é de laranja você parece decepcionado. Não me atrevo a ser lisérgica como deveria, contenho-me com um gole de suco. Algo me diz que você queria que ele fosse de maracujá para me acalmar e facilitar as coisas para você, ainda não se acostumou, querido? Que seja feita essa sua vontade infantil de não saber ser feliz sem um brinquedo novo, vá buscá-lo onde você quiser e volta depois onde sabe que vai encontrar aconchego. Só não prometo que outra vez vou estar aqui para afugentar os seus medos que eu já conheço. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Enquanto você aprecia esse café da manhã que parece – para ambos – ter gosto de fel, eu noto a sua ansiedade em não saber como fazer o que quer. Você tem mesmo certeza? Não pergunto, sou imparcial. Às vezes tenho a ligeira impressão de que você só sai pela porta porque eu não me ajoelho no chão e te peço pra ficar, se for por isso partirá quantas vezes a sua vontade pedir. Não vou fingir que não sei viver sem você apenas porque é disso que você precisa. Se você quer alguém pra dizer o que você quer ouvir, fica na casa da mamãe, onde você encontra até comida no prato na hora do jantar. Então você começa a conversa da mesma forma que foi das outras vezes e como das outras vezes, não te interrompo e não te peço pra ficar, sei que nada do que eu faça pode mudar a sua decisão que já foi tomada e planejada articuladamente, você terá cartas na manga para todas as minhas atitudes. Não faz o meu tipo querer complicar, te testar. Quer ir? Vá! A porta esteve aberta o tempo todo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Afinal de contas, eu acabei compreendendo que não há maneira doce de se dizer adeus, você se acostuma a ter aquela companhia e quando ela se vai, ainda que continue inteira, como sempre foi, parece faltar um pedaço de você. E eu sempre me pego ouvindo o Cazuza cantando, como se quisesse me ensinar: “Toda manhã parece um parto”. Está claro para mim, por mais que eu queira que você fique eu sei que para você também não é fácil deixar, nada que justifique ou amenize sua infantilidade, sua indecisão. Mas, é sempre um parto, partir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-788678626394504706?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/788678626394504706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=788678626394504706' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/788678626394504706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/788678626394504706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/05/para-dizer-adeus.html' title='Para dizer Adeus.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2799303825896249530</id><published>2011-05-21T19:38:00.001-03:00</published><updated>2011-05-21T19:38:43.562-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Eu sou minha.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Eu sou minha. E me divido com poucos; ainda assim - só de vez &lt;st1:personname productid="em quando. Se" w:st="on"&gt;em quando. Se&lt;/st1:personname&gt; eu não te conheço, tua vida não me importa, não vou querer saber dela, evite me olhar nos olhos ou qualquer intimidade; eu não gosto. Para mim, instantâneo é só miojo e mesmo assim, você consegue ver? Sem sal, sem gosto e sem valor. Se eu não gosto de você, evito até ouvir seu nome, não precisa sorrir pra mim. Isso não vai mudar em nada a minha opinião, ou talvez, até mude, posso gostar ainda menos de você, por te ver aí se dando aos montes para quem não quer nem saber de você. Quanta falta de amor próprio! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora quando eu gosto de alguém, preciso tocar e sentir. Trocar e sentir a energia boa que ela emana, porque esse papo de “eu gosto de você de graça” pra mim não está com nada. Que isso? Gosto de quem me faz bem, de quem não tem preguiça de enfrentar meus leões, pular meus muros e atravessar minhas fronteiras para me conhecer. Quem me faz pensar que eu valho mesmo a pena, ou até o pássaro inteiro e me faz querer voar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Gosto também de quem gosta de mim, porque brother, não é tarefa fácil, requer tempo e dedicação. Só gosta de mim quem me conhece, quem sabe que se eu não to afim é por algum motivo. Não, eu não disse que quem gosta de mim entende os meus motivos, porque ninguém nesse planeta – e ouso dizer até que em nenhum outro – é capaz de entender meus motivos, mas quem gosta de mim, sabe que eles existem. Até porque, meu caro, conhecer transcende o entendimento e um bucado de outras coisas que o homem inventou para dominar o homem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tem também os que acham que gostam de mim (só acham, porque nem me conhecem e se eu abrisse minha santa boca, em meio tempo eles teriam certeza do contrário, o que pra mim não seria nenhum problema) e desses eu não gosto, se queres mesmo saber; nem respeito. São quase inimigos, têm preguiça de mim, só escutam o que eu grito, só vêem o que eu escancaro e isso, não é nem um centésimo de mim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quem gosta de mim precisa respeitar o meu silêncio e saber que há nele mais de mim do que em todos os meus discursos “eu sei bem quem eu sou”, quem gosta de mim reconhece-me também quando me fantasio e não me acusam, embora tentem me proteger da minha própria ilusão; conhece o pouco sã que eu sou na minha loucura e sabe o quanto há de plural na minha pseudo-singularidade. Eu nunca estou sozinha, nem mesmo quando me tranco no quarto, estou sempre na companhia do meu eu-lírico e da minha gêmea boa, porque a má sou eu. E quem me conhece sabe que o grito mais ensurdecedor é o que eu calo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2799303825896249530?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2799303825896249530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2799303825896249530' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2799303825896249530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2799303825896249530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/05/eu-sou-minha.html' title='Eu sou minha.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4806394201219373715</id><published>2011-05-17T11:45:00.000-03:00</published><updated>2011-05-17T11:45:23.550-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Carta ao homofóbico.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"&gt;Querido homofóbico, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"&gt;De mim você não merece nada além do que desprezo – o mais puro e sincero – no entanto hoje resolvi te escrever porque tenho pena de você, deve ser tão triste ser alguém tão pequeno, tão inútil e tão desvirtuoso que eu não sei como e nem por que você ainda sobrevive. Fobia é, segundo o meu queridíssimo Aurélio, medo mórbido. Vamos combinar que homossexuais existem em todos os lugares, como você ainda respira? Ultimamente você anda em completa evidência, é verdade, sempre me disseram que o ridículo também chama a atenção. Eu teria vergonha de ser quem você é, me desculpe se isso te ofende, mas não tenho nada de mais agradável para te dizer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"&gt;Será que você, caro homofóbico, se importa em dizer a mim como ainda tem coragem de sair todos os dias às ruas vestido dessa armadura de ignorância e munido desses argumentos que já não convencem mais? Nem ao menos sei por que digo ‘mais’, eles nunca me convenceram. Vai me dizer que Deus fez o homem para amar a mulher e vice-versa, não é? Querido, poupe sua saliva nojenta, esse seu veneno maldito! Se você se acha tão digno e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;expert&lt;/i&gt; na palavra dele, qual é o segundo mandamento? Justamente: Amar o próximo como a ti mesmo. Um homossexual pode não estar cumprindo a palavra, mas deixe de tanta prepotência e pseudo-superioridade e admita: você o faz da mesma forma, senão pior. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"&gt;Guarde a sua falta de amor pra você. Poupe-me da sua deselegância, falta de educação e de consciência, além é claro da sua santa arrogância – ok, eu sei que ela é grande, que você tem de sobra, mas pode guardar só pra você. Se você é tão contra o casamento, a união estável, a felicidade entre pessoas do mesmo sexo, é tão simples, case-se com alguém do sexo oposto. Ou simplesmente não se case, o que em minha opinião é melhor, porque quem será que consegue aguentar você? Talvez você vá mesmo para o céu, só Deus com sua extrema bondade pode aceitar alguém como você, porque meu filho, até o capeta vai querer distância de pessoas ridículas assim, quando você chegar lá terá uma plaquinha na porta: ‘Boate gay: fechada pra balanço’ só pra te espantar, pra você sair correndo ou morrer (após a morte) de urticária. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei também que nada o que eu diga será bom o bastante para te livrar da sua escrotisse, talvez você esteja mesmo fadado a viver nesse mundo medíocre que você cria pra si próprio a cada dia que levanta. Talvez você seja tão inútil que mereça mesmo uma sociedade onde opção sexual seja mais importante que caráter, aliás, você sabe o que é isso? Imagine se por – apenas um dia – você passasse por àquilo que você e o seu preconceitozinho barato os submete diariamente, imagine se um dia você está numa festa com a pessoa que você ama e de repente, o simples ato de você beijá-la na boca fosse motivo pra você ser convidado a se retirar do recinto, quando não ser motivo de você ser espancado até a morte na próxima esquina. E se você acha isso completamente normal, quer saber o que eu penso sobre você? Você não merece ser chamado de ser humano, porque você não sabe o que é ser humano, você não é humano, você não é racional e você não tem coração. Falta-lhe não apenas amor próprio como todo e qualquer outra forma de amor, o que te torna um ser desumano e digno de pena.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tá rolando no twitter o #diacontrahomofobia, não vi hora mais propícia pro meu desabafo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4806394201219373715?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4806394201219373715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4806394201219373715' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4806394201219373715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4806394201219373715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/05/carta-ao-homofobico.html' title='Carta ao homofóbico.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4122314599050487100</id><published>2011-04-21T20:53:00.003-03:00</published><updated>2011-04-24T10:35:04.170-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Do que eu sou, do que eu sinto: Muito.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Eu sou exatamente assim, assim mesmo: Mais do jeito que se sente, do que da forma que se enxerga. Aprendi a ser gigante no alto dos meus cento e cinqüenta e nove centímetros. E comigo carrego um coração, não dentro - porque não cabe, embora ele não caiba nesse mundo dentro dele cabe quase todo mundo. E se for sua vontade: que o mundo se acabe. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;De mim sou majestade! Exijo que a vida saiba me levar, leve. De pesado bastam todos esses pesares que os outros carregam no peito. Em mim não cabe. Não! No meu peito não cabe dor. E se doer, que passe. Exijo que não me atropele. Não guardo em mim nada além de amor. Com calma levo esse andor de alma, acalme-se, criança louca. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Não sei me relacionar sem me doar completamente. Admito que às vezes isso faz doer completamente. Então pergunto: Se eu me doei a ti, de quem é a dor que há em mim? Tua. Leve embora. Leve ou pesada, carregue com você. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Sou poesia que não se prende (e nem se aprende na escola). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;E se eu for barco furado, você vai remar mesmo assim por mim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4122314599050487100?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4122314599050487100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4122314599050487100' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4122314599050487100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4122314599050487100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/04/do-que-eu-sou-do-que-eu-sinto-muito.html' title='Do que eu sou, do que eu sinto: Muito.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3142526381378255069</id><published>2011-04-07T20:06:00.002-03:00</published><updated>2011-04-08T10:11:19.440-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Bodas de papel.</title><content type='html'>Você lembra quem eu era quando conheci você? Um "eu" completamente diferente do que sou agora, meio do avesso e descompassado. Mas era e você viu isso. Viu com os olhos que a vida não sabia me enxergar, viu com os olhos o que o espelho não mostrava (para mim) até então. Não bastasse ter visto, você acreditou no que viu e insistia: Você é linda. Você é maravilhosa. Você é incrível. Você é a mulher que todo homem procura e eu tive a sorte de encontrar. Você dizia. E quanto mais insistia, mais eu me escondia: de quem? por quê? até quando? Você não sabia, não sabíamos. Então&amp;nbsp;quando viu que eu tinha medo era da claridade, você segurou a minha mão e ficou ali comigo, no escuro, conversou comigo, me fez promessas. Mais do que qualquer coisa, você me abriu os olhos e me salvou de quem eu era, de quem eu queria ser. Passado. Não importa, sou grata. Você me deu a melodia da sua risada quando tudo o que eu escutava era o medo, você me fez crer no tempo e dizia que só ele resolveria o nosso caso. Você conseguiu me fazer acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quase como se tivesse me libertado do castigo em que eu mesma me coloquei, uma auto punição severa da qual não me veria livre sem você tão cedo. Você foi herói, apesar dos erros. Você foi o príncipe, apesar das ausências. Você foi o amigo, apesar das grosserias. Você foi o ouvido, apesar do silêncio. Você me leu, mesmo do avesso e me alcançou no fundo de mim. Você foi longe por mim. Você me fez rir e me fez desejar. Você fez com que eu me sentisse desejada. Você deu pra mim o maior presente que uma mulher pode querer: sentir-se amada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E conjulgar tudo isso no passado não é gostoso, mas foi minha escolha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de você ficou os muitos ensinamentos, as ligações que não acontecem mais na calada da madrugada, no silêncio do que fomos e a saudade, nessas bodas de papel que nunca se completaram. Mas, que talvez seja errôneo dizer que nunca se completarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postando diretamente do trabalho numa folguinha que eu tive aqui. Não podia passar em branco, não podia. :)&lt;br /&gt;E quanto ao carinho de vocês, prometo retribuir! Em breve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3142526381378255069?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3142526381378255069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3142526381378255069' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3142526381378255069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3142526381378255069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/04/bodas-de-papel.html' title='Bodas de papel.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-1877736818519593658</id><published>2011-04-03T12:44:00.000-03:00</published><updated>2011-04-03T12:44:59.011-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memês'/><title type='text'>100 fatos (aleatórios) sobre mim.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Quem tem twitter sabe que rolou aquela brincadeirinha de postar 100 fatos sobre você, suas atitudes, o que você pensa. Enfim, eu achei a idéia muito bacana e quis brincar também, entretanto, eu acho suuuuuper chato tomar a timeline das pessoas que me seguem pra dizer esse tipo de coisa. Por isso, vou postar aqui! Lê quem quiser, yeap.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;1. &lt;/b&gt;Eu sou mimada, &lt;b&gt;teimosa&lt;/b&gt; e muito - muito mesmo! - turrona, se você um dia na sua vida me fez dar o braço a torcer, cara, você é foda. :)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;2. &lt;/b&gt;Eu acredito e confio em Deus. Talvez não no Deus que todo mundo acredite, talvez não no Deus que cada igreja prega. Mas sim, em um Deus, maior que todo o mal que existe no mundo. O criador do amor, o dono do amor maior. Não acredito em inferno.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Acredito que o meu maior defeito é a sinceridade. Sinceridade ácida, áspera e nada agradável. Todos os meus amigos costumam dizer que se eu quero dizer uma coisa, eu não procuro a melhor forma de dizer, eu simplesmente digo e com isso (como diria Clarice): &lt;i&gt;Firo facilmente&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; A minha maior qualidade é a Lealdade (as pessoas que eu amo e aos meus princípios).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;5. &lt;/b&gt;Já fui chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Mamãe&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;! Confesso que eu fiquei completamente sem reação, tomada por emoção bem peculiar, não sabia se explicava pra criança que eu não era a mãe dela, ou se assumia o meu estado de graça.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;6. &lt;/b&gt;Escrever é meu maior refúgio, onde eu encontro comigo. Tem uma frase do Caio Fernando Abreu que explica bem isso:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;"Foi indo assim, por necessidade de escrever. Quando eu escrevo consigo ordenar tudo o que eu penso. Agora quando eu falo, ou quando eu sou, simplesmente não consigo ordenar nada. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Eu sou da maneira mais caótica possível&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;E seguindo nessa linha, vem a música. Palavras são, definitivamente, o descanso da minha alma no caos que é existir.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Eu já ouvi várias vezes que eu sou &lt;i&gt;a pessoa mais ciumenta do mundo&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;8. &lt;/b&gt;Posso contar nos dedos de uma única mão quem são as pessoas que &lt;b&gt;&lt;i&gt;realmente me conhecem&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Eu fiquei dois meses da minha vida sem falar palavrão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Normalmente as pessoas quando completam 18 anos ficam felizes porque poderão tirar a carta &lt;s&gt;(pra quem não é paulista lê-se: carteira de motorista)&lt;/s&gt;, entretanto a minha felicidade tem outro motivo: eu vou poder saltar de pára-quedas, sonho de infância.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;11. &lt;/b&gt;As pessoas que nascem na cidade de São Paulo, são Paulistanas. As pessoas que nascem no estado de São Paulo, são Paulistas. Mas, eu sou Pauli&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;x&lt;/i&gt;ta! (Uma paulista com alma e chiado de Cariocas, adogo.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;12. &lt;/b&gt;Se a minha família não fosse tão chata e conservadora e eu não me importasse tanto com eles, eu teria pelo menos umas cinco tatuagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;13. &lt;/b&gt;Me considero uma pessoa altamente criativa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;14. &lt;/b&gt;Eu tenho centenas de piadas internas, com meus amigos e comigo mesma. Cuidado, eu posso &lt;b&gt;sim &lt;/b&gt;estar rindo de você e não para você.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;15. &lt;/b&gt;Acredito que a combinação de Gêmeos e Leão (meu signo e meu ascendente, respectivamente) descrevem com perfeição minha personalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;16. &lt;/b&gt;Eu sou Fã da atriz e escritora Juliana Lohmann, do tipo que chora, do tipo que ama, do tipo que acompanha. Minha eterna Diva/Vida. Tenho foto e livros autografadas e uma pequena cartinha. E quando eu for pro Rio, conhece-la-ei. Uma amiga minha conheceu ela num show essa semana e ela perguntou porque eu não fui.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#!/JulianaLohmann/status/53879621917220866" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-UKbWKwei96A/TZh8ByzeOyI/AAAAAAAAAQg/UP_zzKvKso0/s1600/julianalindalohmann.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;17. &lt;/b&gt;Eu conheço o Marcelo Tas pessoalmente, morram de inveja. &amp;gt;.&amp;lt;"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;18. &lt;/b&gt;Eu não conheço o Rio de Janeiro, mas isso muda em breve. Trust Me.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;19. &lt;/b&gt;Eu estou me organizando pra viajar pra Salvador, Baêa. No fim do ano! Party in the S. A. Pra festejar a formatura da minha boneca. *-*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;20. &lt;/b&gt;Já encontrei pessoalmente pessoas que eu conheci na internet, a &lt;a href="http://beckacupaiolo.blogspot.com/"&gt;Becka Cupaiolo&lt;/a&gt; é um exemplo disso. E ela me entregou um autógrafo da Tati Bernardi (com meu nome escrito certo, lindo isso!).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;21. &lt;/b&gt;Eu não sei receber elogios de terceiros. Sempre fico supeeeer tímida e parece que eu sou um polvo, nunca sei o que fazer com as minhas mãos (e elas curiosamente sempre acabam por tampar meu rosto!).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;22. &lt;/b&gt;Eu sou praticamente o&amp;nbsp;portfólio&amp;nbsp;completo da minha xuxuuh.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;23. &lt;/b&gt;João Pedro Sampaio, um fotógrafo talentosíssimo e tão querido quanto, disse que eu tenho tipo de modelo (lê-se: sabe fazer carão) e pediu pra me fotografar quando eu fosse ao Rio. (Faz tanto tempo que nem sei se ele ainda quer, haha! Mas, estamos aí viu João?)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;24.&lt;/b&gt; Acredito que o John Mayer é um homem pra se casar, sobretudo se for comigo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;25.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;O meu primo me deu um beijo de língua quando eu tinha três anos de idade, ele era/é bem mais velho que eu (como quase todos são). Até então nem os meus melhores amigos sabiam disso, tenso. ;x&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;26.&lt;/b&gt; Meus melhores textos foram escritos na madrugada e as pressas, depois disso passei a acreditar em inspiração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;27. &lt;/b&gt;Eu passei em segundo lugar, pra Direito. E por obra do destino (será?) não estou cursando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;28. &lt;/b&gt;Eu passei pra segunda fase do vestibular da Fuvest e por saber que teria problemas ao me mudar pra São Paulo, não fui fazer a prova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;29. &lt;/b&gt;Quem me auxiliou na escolha do curso de Direito foi meu ex namorado, que é formado. A justificativa que me convenceu foi o "leque de opções".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;30. &lt;/b&gt;Quando eu escuto: "Nossa, sua voz é linda" eu entendo: "Nossa, que voz de puta".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;31.&lt;/b&gt; Eu tenho uma irmã adotiva e pretendo um dia adotar uma criança. É um amor imenso, lindo e&amp;nbsp;gratuito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;32.&lt;/b&gt;Sou do tipo de pessoa que se não dormir pelo menos 8hs numa noite, é como se não tivesse dormido nada. Pareço criança, com sono, fico (mais) chata, briguenta e implicante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;33.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Minha primeira paixão (foi a mais platônica de todas) aos 5 ou 6 anos de idade. Foi pelo cantor Chris Duran.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;34. &lt;/b&gt;Confesso que abri agora o site oficial dele e meus olhos marejaram, ele é lindo! E atualmente é pastor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;35. &lt;/b&gt;Caras barbados fazem - definitivamente - o meu tipo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;36.&lt;/b&gt; Eu só puxo o 'r' caipira perto de pessoas que falam como eu e faço isso sem notar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;37.&lt;/b&gt; Já fui amiga de um usuário de drogas, o verbo está conjugado no passado porque ele se suicidou.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;38.&lt;/b&gt; Perdi a conta do número de vezes que eu ouvi "Love the way you lie".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;39.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Um garoto já se ajoelhou na minha frente e disse segurando a minha mão: "eu te entrego a minha vida". Eu não sabia se corria, se fazia ele se levantar... quis morrer!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;40. &lt;/b&gt;Adoro promoções do tipo: "Ganhe", mas nunca ganhei nada. haha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;41. &lt;/b&gt;Eu acredito em almas gêmeas. E sou.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;42. &lt;/b&gt;Sou do tipo de pessoa que não sabe fingir que gosta de alguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;43. &lt;/b&gt;Ando viciadinha em músicas internacionais, Inglês e Francês. Mas, isso não muda a condição de eu ser apaixonada por MPB.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;44.&lt;/b&gt; Eu tenho um violão há 8 anos e a única música que eu toquei nele até hoje foi: "Pra não dizer que não falei das flores".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;45.&lt;/b&gt; Além de mim, apenas duas pessoas tocaram músicas nele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;46. &lt;/b&gt;Quero, um dia, lançar um livro. (yn)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;47. &lt;/b&gt;Eu queria estudar cinema, mas minha mãe me proibiu. /todoschoram&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;48. &lt;/b&gt;Acho ridículo namorado e namorada que se chamam de vida quando se tem apenas uma semana ou um mês de namoro. Minha vida vale mais que isso, trust me.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;49. &lt;/b&gt;Já ouvi no meio da rua que eu sou mulher pra casar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;50. &lt;/b&gt;Já ouvi "O seu cabelo não é liso assim mesmo?" Não, não é.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;51. &lt;/b&gt;Meu quarto é lilás, meu painel de fotos é lilás... minha vida é lilás.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;52. &lt;/b&gt;Eu não acho pizza um alimento tão sensacional quanto a maioria das pessoas do universo. É bom e ponto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;53. &lt;/b&gt;Já toquei flauta e já quis fazer aula de Sax.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;54. &lt;/b&gt;Sou formada em AutoCAD e minha ferramenta favorita é o trim, desde a primeira aula.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;55. &lt;/b&gt;Eu chorei absurdamente quando o cantor Leandro, da dupla Leandro &amp;amp; Leonardo, morreu. E choro até hoje ouvindo "Não aprendi dizer adeus", "Catedral", homenagens e tributos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;56. &lt;/b&gt;Eu fui a única neta do meu avô materno a receber um anel (ou qualquer outra coisa) de ouro dele. Ele é lindo, tem uma pérola em cima. Ganhei aos 3 anos de idade e penso em reformá-lo para que caiba outra vez no meu dedo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;57. &lt;/b&gt;Eu tinha babá quando era pequena. E adorava pedir pra elas fazerem coisas que as ocupassem, para que eu fizesse arte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;58. &lt;/b&gt;Nessa mesma época eu bebi perfume.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;59. &lt;/b&gt;Minha casa foi furtada em Outubro do ano passado e eu fiquei muito assustada. Até hoje, não fico sozinha em casa sem ter certeza que todas as portas estão trancadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;60. &lt;/b&gt;Adoro cozinhar coisas que eu adoro comer, justo não?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;61. &lt;/b&gt;Não sei limpar a casa se eu não estiver ouvindo música.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;62. &lt;/b&gt;Eu faço qualquer coisa ouvindo música.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;63. &lt;/b&gt;Sou maluca, alucinada, apaixonada, louca... pela cidade de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;64. &lt;/b&gt;Tenho um envelope onde guardo todas as cartas que recebi. E também algumas que escrevi e não mandei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;65. &lt;/b&gt;Não tenho nenhum tipo de relacionamento (saudável ou não) com meu pai biológico. Vi ele duas vezes na vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;66.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Caio Fernando Abreu ainda vive pra mim, em sua obra. E estou em contato com ele quase todos os dias, é uma espécie de mentor. Quando preciso de conforto, de uma resposta ou qualquer coisa do tipo, é ele que eu procuro. E sempre encontro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;67.&lt;/b&gt; Faço aniversário no dia 06/06, assim como o único homem que eu amei na minha vida (como homem). :&lt;b&gt;♥&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;68. &lt;/b&gt;Desde pequena sempre quis ter 21 anos, não sei porque. Mas, algo me diz que algo importante acontecerá.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;69. &lt;/b&gt;Cazuza foi o tipo de pessoa que eu gostaria de ver mais vezes nos dias atuais. Ele se entregava a tudo, como poucos fazem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;70. &lt;/b&gt;Vienna do Billy Joel é a música da minha vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;71. &lt;/b&gt;O Diário de uma Paixão é o filme da minha vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;72. &lt;/b&gt;O Pequeno Príncipe é meu livro favorito. Li ele cerca de 6 vezes só no ano de 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;73. &lt;/b&gt;Eu me sinto completamente a vontade ao falar de sexo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;74. &lt;/b&gt;Uma garota no último ano do ensino médio disse que eu era uma fofolete. Até hoje não sei se isso foi um elogio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;75.&lt;/b&gt; Brigo com as minhas amigas quando elas se apaixonam pelo cara errado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;76. &lt;/b&gt;Eu sou uma defensora dos homossexuais, se você falar mal deles perto de mim, considere-se um ser-humano (será que você merece esse título?) &lt;b&gt;morto.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;77.&lt;/b&gt; Eu sou mediúnica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;78. &lt;/b&gt;Eu sou apaixonada por sapatos e lingeries. Provavelmente eu gaste a maior parte do meu dinheiro com isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;79. &lt;/b&gt;Eu cresci ouvindo Tim Maia, a voz dele me arrepia até hoje.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;80. &lt;/b&gt;"Drop Dead Diva" série transmitida pela Sony é a minha favorita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;81. &lt;/b&gt;Sou apaixonada por fotografias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;82. &lt;/b&gt;Se eu tiver um filho homem, ele se chamará Frederico.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;83. &lt;/b&gt;Eu gosto que as coisas sejam feitas &lt;b&gt;&lt;i&gt;invariavelmente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; do meu jeito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;84.&lt;/b&gt; Às vezes eu digo não apenas pelo prazer de dizê-lo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;85. &lt;/b&gt;Pedir desculpas é uma coisa que eu não sei fazer direito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;86. &lt;/b&gt;Eu tenho uma alma completamente perua.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;87.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Quando eu era pequena eu fui a um show da Ivete Sangalo, era/sou/sempre serei apaixonada por ela. E fui impedida de entrar porque eu era muito nova, tinha 3 ou 4 anos e nunca vou me esquecer do quanto eu chorei. E pirracenta que sou, fiquei ouvindo o show do lado de fora. Por ela, faria isso MIL vezes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;88.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Subway e Palha Italiana são meus vícios.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;89.&lt;/b&gt; Sou dengosa, manhosa e dramática! Adoro atenção e carinho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;90&lt;/b&gt;. Sou "casada" com quatro mulheres.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;91&lt;/b&gt;. E não, não sou lésbica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;92.&lt;/b&gt;Eu sou chorona.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;93.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Todos os meus amigos recebem apelidos. E ai de quem chamar pelo mesmo apelido que eu!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;94.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Eu tenho medo de morrer afogada. :'(&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;95. &lt;/b&gt;Insetos me deixam histérica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;96. &lt;/b&gt;Eu xingo o juiz até quando ele não está roubando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;97. &lt;/b&gt;Eu odeio ser chamada de Letícia. Só tem uma pessoa no universo que tem essa permissão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;98.&lt;/b&gt; E sim, a Letícia que vezenquando dá as caras por aqui é uma personagem autobiográfica.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;99. &lt;/b&gt;Eu adoro fazer/receber cafuné. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;100. &lt;/b&gt;Eu sou Tricolor, torço, com muito orgulho pro FluMEUnense.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-1877736818519593658?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/1877736818519593658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=1877736818519593658' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1877736818519593658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1877736818519593658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/04/100-fatos-aleatorios-sobre-mim.html' title='100 fatos (aleatórios) sobre mim.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-UKbWKwei96A/TZh8ByzeOyI/AAAAAAAAAQg/UP_zzKvKso0/s72-c/julianalindalohmann.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-293071494611206010</id><published>2011-03-27T11:00:00.002-03:00</published><updated>2011-05-16T19:22:05.147-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Deusa de mim.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Compenetrada em seus pensamentos inóspitos buscando a concepção do que é incompreensível, ali estava ela. Lara, Uma viagem em quatro letras, duas sílabas que não poderiam ser traduzidas nem por todas as outras sílabas existentes em todo o universo. Dizem-no de origem grega, onde quer dizer – A Deusa do silêncio eterno. Contudo, discordo. Talvez, para ela coubesse um nome que quisesse dizer - A Deusa das palavras sábias. Doce e ousada, sábia e leal. Poderia eu, até indicar ela como um sinônimo de Lealdade. Não indiquei ainda porque nunca me perguntaram, apenas por isso. É preciso deixar claro, sempre claro. Como a luz dos olhos dela, como a luz que ela emana. Traz paz a mim, sim. O cabelo negro e liso escorria pela face meiga e o sorriso que fazia sorrir (não naquele momento, pois nesta hora ele inexistia), os olhos de um profundo azul varriam mentes e mentes buscando as sementes do que viria a ser, seria? Não dá para saber. Eu queria entender. Incomodava-me o fato de que ela parecia agora desejar fazer jus ao seu nome, parecia que ficaria ali, no silêncio eterno, sempre. Fiz de tudo, eu juro que tentei ser notada, até que cedi. Entreguei-me ao tédio que era folhear todas as revistas, fazendo um barulho completamente desnecessário só para, talvez, quebrar o possível transe&amp;nbsp;&lt;st1:personname productid="em que Lara" w:st="on"&gt;em que Lara&lt;/st1:personname&gt;&amp;nbsp;se encontrava. Uma página colorida e fútil qualquer prendeu instantaneamente a minha atenção, até que a voz dela recobrou minha consciência:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt;- Que quer dizer “Muito Gente”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Reconheço que engoli seco. Como eu responderia? Definição de “muito gente” não estava no dicionário, eu sabia o que era ser, mas não descrever o que seria. O meu silêncio buliu a Deusa do silêncio eterno e ela voltou a repetir a pergunta, nunca se deu por vencida e não seria meu silêncio que a venceria. Sorri cautelosamente, era evidente que possuir apenas a ausência da resposta incomodava-me de forma extraordinária, titubear não fazia nem um pouco o meu tipo. Gostava – assim como ela – de possuir todas as respostas na ponta da língua. Os meus olhos em questão de segundos varreram o ambiente na busca de algo plausível, tentativa essa vã e obtusa. A verdade é que eu não sabia como dizer que não sabia dizer o que era ser muito gente, ou sabia e apenas não queria. Dar o braço a torcer é uma coisa que eu só faço quando não há outra alternativa, portanto a segunda alternativa deve ser a mais provavelmente correta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt;- O que quer dizer com isso? Ser muito gente é apenas ser muito gente. Você sabe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt;- Se soubesse, não estaria perguntando. Isso é tão óbvio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A resposta dela veio como um tiro e quem morreu foi eu. Era ululante que ela não se calaria a menos que eu fornecesse uma resposta digna. A altura do meu ego. Bem feito para mim, não sou a senhora de todas as coisas? Possuidora de todas as razões? Parabéns. O mais engraçado de tudo – se é que alguma graça conseguiria cortar a tensão do momento – era que ela falava com uma propriedade assustadora. Como quem interroga um alguém que já fora condenado. Teria ela condenado-me ao desgosto que é não possuir a resposta que me pareceria em qualquer outro momento tão óbvia?&amp;nbsp;&amp;nbsp;Não sabia explicar, não naquele momento. Foi quando os braços de Lara se abriram, como asas querendo causar em mim o aconchego que só o abraço dela costumava trazer. E ser muito gente, estava mais ligado as ações e emoções do que as explicações e palavras. Ser muito gente era compreender, sem delongas, que viemos ao mundo para somar e não dividir, perceber que o outro é tão importante quanto você e amar como se o amor fosse a única salvação do mundo, o amor próprio, o amor ao próximo, o amor a todas as coisas. Ser muito gente é saber ouvir, saber falar e saber calar, tudo em seu devido momento. Ser muito gente é admitir que não sabe tudo isso, mas que está, pelo menos disposto a aprender. Ser muito gente é se preocupar, é chorar, sorrir, é cantar, gritar, dançar... É abrir o jogo sempre que sentir vontade. Ou para resumir, simplificar e facilitar tudo, bastava dizer apenas que ser muito gente era ser exatamente como ela era. Mas, não era necessário.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_J6avhjuqBb8/S-XvyUnaQqI/AAAAAAAAAUY/teE6aT1sGKQ/s1600/mafalda.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_J6avhjuqBb8/S-XvyUnaQqI/AAAAAAAAAUY/teE6aT1sGKQ/s320/mafalda.jpg" style="cursor: move;" width="189" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Para minha Doll, com todo amor do mundo. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;♥&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;p.s.¹ E não, o nome dela não é Lara. Mas, baby isso é quase ficção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;p.s² DEEEEEEZEMBRO! *-*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-293071494611206010?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/293071494611206010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=293071494611206010' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/293071494611206010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/293071494611206010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/03/em-seus-pensamentos-inospitos-buscando.html' title='Deusa de mim.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_J6avhjuqBb8/S-XvyUnaQqI/AAAAAAAAAUY/teE6aT1sGKQ/s72-c/mafalda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3808406167376781759</id><published>2011-03-04T12:05:00.000-03:00</published><updated>2011-03-04T12:05:09.790-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Quentes, por favor.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Eu cheguei um pouco atrasada, falta de educação, eu sei. Mas, para minimizar o tédio que é esperar, enviei uma mensagem para ela. Minha amiga de longa data, a gente quase não se vê, a vida é assim mesmo, te separa – quando você menos espera – de quem você menos espera. Sabe aquela pessoa que você confia de olhos fechados, mas no entanto, algumas vezes você esconde segredos porque sabe que ela tem verdades indelicadas que você não quer ou não está pronta para ouvir? É ela. Acho que sou um pouco grandinha demais para classificar alguém como melhor amiga, mas no Hall das grandes, está ela. Firme e forte desde os meus seis anos de idade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Quando eu entrei na cafeteria a vi sentada num canto, parecia inquieta com meu atraso e foi só me ver que sorriu feito boba, notei nos olhos dela um segredo gritante, que ela parecia querer esconder. Não era um dos meus melhores dias, mas eu não pude conter o sorriso também. Cheguei à mesa e ela pôs-se em pé diante de mim e me deu um abraço, tive a sensação de território seguro – aquele mesmo que ela sempre foi, desde que entrou na minha vida. Assim que nos separamos eu joguei a minha bolsa sobre a mesa e me sentei, em frente a ela. O garçom se aproximou apressado e quis anotar o meu pedido, perguntou se eu já tinha escolhido, como velha conhecida daquele lugar, pedi o de sempre:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Um café, bem quente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Ele me olhou como se perguntasse se eu queria mais alguma coisa. Não me lembro de ter sido atendida anteriormente por ele, então eu sorri e agradeci, com a fina educação que recebi quando pequena. Eu pensei e quase disse: “Um amor tão quente quanto, faria bem. Você tem um que possa durar pra sempre? É só. Obrigada!”, mas não disse, parecer louca para desconhecidos é uma coisa que eu sei fazer muito bem, só não me sinto a vontade. E ela, do outro lado da mesa pareceu ter lido o pensamento, quando perguntou com um sorriso que dizia: “eu quero te contar, eu vou te contar, mas deixa eu fazer charme antes!”, parecia mais linda do que nunca e sua voz era tão suave, como quem alcançou a felicidade que tanto buscava – e merecia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- E o coração, amiga? Como vai?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Quase me levantei da mesa e me retirei do recinto. Eu hein? A pergunta dela intensificou o frio e não era eu que parecia sentir, sem contar os funcionários da cafeteria, não havia ninguém sem casaco ou um moletom que fosse. Eu sorri sem graça, já tinha sido grosseira o bastante ao chegar atrasada, sair e deixá-la falando sozinha seria o ápice da falta de educação que eu nunca tive. Então eu peguei o copo de água sem gás que era servido de praxe para limpar o paladar – amargo? – e depois limpei a boca com um guardanapo de papel. Acho que ela entendeu e se incomodou com meu silêncio, apenas pegou o celular que tinha acabado de vibrar sobre a mesa e sorriu amarelo, ela ainda esperava uma resposta. Então eu dei:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Batendo porque essa é a única opção. Mas, desisti do amor... – e então eu ouvi uma voz dentro de mim gritar estridente: Mentira, você não desistiu!&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E eu continuei, ignorando-a. – Você sabe, nunca funcionou pra mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Não sei como você pode dizer isso – ela disse desacreditada – você sempre foi a mais romanticazinha de todas as minhas amigas. Sonhava com o príncipe encantado!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;E ainda sonho, quis responder. Mas, ultimamente busco transparecer mais uma mulher forte do que qualquer outra coisa. Não sabia o que dizer e neste instante pus a me observar o ambiente, num giro de 180º com meus olhos atentos, algo me dizia que não adiantava tentar prosseguir, não convenceria, ou melhor não a convenceria. &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Você tem notícia da turma do colégio? Nunca mais vi ninguém. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Ela percebeu que eu não queria falar do meu pseudo coração de pedra e deu corda pra eu me enforcar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Eu vi semana passada o Pedrinho, lembra dele?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- O senhor &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: EN-US;"&gt;Brownie&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- O senhor seu primeiro amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Minha vontade naquele instante foi não só sair daquela mesa e daquele lugar, como também me jogar na frente do primeiro carro que visse. Ela sempre me zoou com essa história maluca. O japinha da primeira série. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Meu primeiro amor? Eu tinha 7 anos, não sabia nem o que era isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Mas, você o paquerava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Paquerar eu paquero o eletricista, o cara do meu escritório. Mas, amor... amor é mais que isso. Muito mais. – Eu sabia que se eu negasse seria pior – E então, como ele está? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Ué, tá preocupada por quê? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Ela adorava me tirar do sério. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Quem disse que eu estou preocupada, céus? É só uma pergunta boba pra continuar conversa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Ele está lindo. Acabou de chegar de Madrid. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Eu olhei pra fora e senti um frio que estava dentro de mim. Como se faltasse algo. O garçom veio e trouxe nossos pedidos, o que ela havia feito antes – capuchino, tem coisa mais doce? Coisa de quem tá amando, presumi. E o meu café, mais amargo do que doce e quente, muito quente. Beberiquei rapidamente e senti o líquido quente rasgando de imediato as minhas entranhas. E só depois de alguns minutos percebi que a nossa respiração era a única coisa que cortava o silêncio da nossa conversa. Ouvia-se outras conversas, outros amigos em reencontros e alguns profissionais cumprindo agenda em reunião, mas tudo parecia bem distante. Tais quais meus pensamentos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Ei – disse ela querendo me trazer de volta pra terra – o que foi?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Nada, - respondi, eu não tinha resposta mais exata. – só estava longe, nos meus pensamentos. – e o celular dela vibrou outra vez. Curiosa, eu perguntei – você não vai responder? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- É só o Guga, dizendo que tem algumas reuniões importantes hoje. Mas, que amanhã a gente já pode ir viajar. Sabe como é, né? Carnaval. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- É, eu sei. Você sempre festeira. – Essa não era a resposta que eu queria dar. Que tal um: É, eu sei. Vou pra edredons, já que para lençóis estará frio demais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Conseguimos um pacote pra Olinda, já ouvimos falar muito bem de lá. Vamos conhecer. Por que você não vai com a gente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;“Porque eu não tenho namorado, hm”. Foi o que eu pensei, mas não disse. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Tá bem em cima da hora, não dá. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- É, isso é. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Vou ficar aqui mesmo, família, amigos e chuva. Bem propício. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;Fui irônica e arranquei mais um sorriso bobo dela. Sentia saudade da companhia. Ela, que não sabia ficar quieta emendou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Mas, ia ser legal. Lugar novo, gente nova, amor novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Você é maluca? Não sou nem louca de arrumar um namorado no carnaval. Até porque, quem vai pro carnaval solteiro quer voltar solteiro. Com alguns nomes a mais na agenda telefônica, mas solteiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Pelo menos você beijava na boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Urgh! Trocar bactérias com desconhecidos nunca fez minha cabeça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Ai, como você é careta...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Ou você que é maluca?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Nunca neguei, mas pelo menos você queimava umas calorias e ficava feliz, de sobra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Tá me chamando de gorda é? – sabia que não, mas era melhor estar certa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Nunca, você é linda. Mas, mulher tem dessas paranóias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Falou o homem da relação, - descontraí – Enfim. Tá tudo certo no namoro? Tá com quanto tempo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Dois meses e meio. To adorando. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- O Guga é aquele que estava com você no show da virada, na praia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Hm, é sim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- Eu lembro dele. Simpático, gostei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;- É.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;A conversa parecia cada vez mais sem pé nem cabeça, o que fazia o vazio em mim aumentar. Estava me dando conta de que vestir uma armadura para parecer alguém que eu não era, não me fazia feliz. E sim, fazia eu me sentir cada vez mais desconfortável e vulnerável. Me dei conta de que a minha felicidade consistia naquilo que eu lutava contra naquele momento, pelo menos por fora, me doar e me doer. Não queria parecer disponível, ao alcance do toque do próximo, do amor do próximo. Queria parecer intangível e estava sendo, até para a felicidade. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Continuamos conversando por mais alguns longos minutos, até que eu tive de voltar ao trabalho, nos despedimos e ela me orientou que era bom eu tomar cuidado, que todo mundo que vivia ao meu redor era apaixonado pela pessoa que eu sempre fui, intensa. E que talvez, eu pudesse estar deixando a felicidade escapar pelas minhas mãos. Eu sabia de tudo isso, só não queria ouvir. Dei voltas e voltas para não chegar no assunto que doía feito ferida aberta, que eu mesma tinha criado. Às vezes a gente veste uma armadura que não nos pertence para entrarmos numa guerra que é nossa e desta forma, ferimos a nós mesmos. Lutando contra os princípios, os mais importantes, que estão na nossa essência. Eu me dei conta. Não adiantava fingir que não tinha coração ou que ele era de gelo porque me decepcionei outras vezes. Eu tinha um coração sim e ele deveria estar sob os meus cuidados, ser ignorado como fiz por algum tempo, não resolvia nada. Só tirava a dor do foco, mas sozinha na minha casa, eu sabia o quanto sangrava e o quanto doía. Quando entrei no carro, dirigi em silêncio por algumas avenidas e de repente vi uma pichação que parecia ter sido feita para mim, ou por mim. Para me acordar: Um café e um amor, quentes por favor. Como num estalo ouvi Renato Russo cantando pra mim: “Como um anjo caído fiz questão de esquecer que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3808406167376781759?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3808406167376781759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3808406167376781759' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3808406167376781759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3808406167376781759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/03/quentes-por-favor.html' title='Quentes, por favor.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5950144452221523948</id><published>2011-01-30T11:24:00.000-02:00</published><updated>2011-01-30T11:24:46.058-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>∞</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;Infinito, pensei. Assim mesmo: o oito deitadinho na cama da eternidade a espera de tanto sempre. Todo sempre. Por via das dúvidas é melhor deixar claro, não? Assim como eu deitei na curva do seu ombro aquele dia, ficaria uma eternidade ali e se fosse possível até duas ou três. Entretanto, eu não pude. As coisas não são tão simples como deveriam, embora às vezes sejam muito mais simples do que parecem. Eu sei que não parece fácil e se você quiser, eu posso explicar: Nada na vida é unanimidade. Certas coisas são simples e essas a gente costuma complicar, porque o ser humano nunca está satisfeito com coisa alguma e outras coisas são realmente complicadas, enlouquecem-nos e no fim, costumam valer à pena. Agora eu te pergunto: Por que tanto mistério a cerca do sempre e do nunca? Do tudo e do nada? Vou dizer o que eu penso e por sua vez você tem o direito de pensar também, mas é difícil você mudar a minha opinião. &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sempre é uma promessa e como na maior parte das promessas raramente são cumpridas. O sempre é passageiro, o sempre é uma contradição que sai de nossas bocas quando a felicidade é quem te leva à diante. E quando é que você deixa de descumprir o sempre? Quando o nunca entra em ação. Olha só, quanta incoerência! O sempre é bonitinho para se colocar na estante, como bibelô, enfeite. Na prática não funciona, na vida real ele empoeira, se quebra ou simplesmente acaba a pilha e é deixado de lado, trocado pelo seu mais novo brinquedo: o nunca. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nunca é uma palavra que nossas bocas parvas nunca deveriam dizer. Deveriam ignorar, com raras exceções. No meu caso só digo nunca em momentos de extrema raiva, quando o que domina o meu corpo não sou eu, é ela. E depois me arrependo. Digo nunca mais e daqui a pouco faço outra vez. Nunca é mais incerto que o sempre, nunca é o vão entre dois abismos que as pessoas se jogam no momento em que são tomadas por uma insanidade passageira e depois, quando voltam a si há uma corda que as puxam de volta para o território (in)seguro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tudo. Sacana essa palavra que em tão pouco espaço, duas sílabas e um biquinho que querem dizer tanta coisa, que querem dizer tudo mesmo. A união do sempre e do nunca, do vão e dos abismos, do medo e da coragem, da mentira e da verdade. Tudo. Meu escudo para acreditar no que eu quiser, porque se eu quiser, tudo existe, eu só preciso acreditar, com bastante força e lutar, com muita coragem. Tudo é difícil, mas é tão bonito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sobre o nada, pouco tenho a dizer. Ouvi uma vez que nada é uma palavra esperando tradução. Para mim, nada é abstrato demais e tão pequena quanto tudo e nada quer dizer, ou quer dizer o que tudo não sabe ainda que é dele. Nada fica bem na estante, na rua, no carro e quando você se cala, porque você nada tem a dizer. Vai dizer que é inútil? Você está errado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Agora, ou sempre, ou nunca não sei: O infinito é tão bonito. É abstrato na medida certa. Eu não toco, você não toca e por isso não entendemos e nem por isso ele é complicado. Ele é tão grande que não cabe na estante e por isso não fica empoeirado, não sai de moda nunca mais, não é uma coisa pra você sair dizendo por aí, você não sai dizendo: “Vai ser infinito”, porque você não pode dizer. Infinito é uma espécie de desejo, lembra do Vinicius de Moraes? “Que seja infinito enquanto dure”, infinito está além de nós, como um ser supremo que nos escolhe para brincar de eternidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Será que fui escolhida?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-5950144452221523948?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/5950144452221523948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=5950144452221523948' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5950144452221523948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5950144452221523948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2011/01/blog-post.html' title='∞'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-7713849402458070745</id><published>2010-12-25T16:29:00.000-02:00</published><updated>2010-12-25T16:29:05.016-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>02:07 a.m.</title><content type='html'>Um brinde aos meus bons amigos que estão de malas prontas, um brinde aos velhos amores que estão sendo velados sem lágrimas, um brinde ao que se perdeu por puro&amp;nbsp;desleixo&amp;nbsp;e um brinde também - e principalmente - ao que ganhei enquanto piscavam meus olhos. Para que - ou quem - brindar senão ao acaso? Não sei, será? Se não fui, se não foram ou se virão, verás, brindaremos também. Histórias e desafetos, risadas e vinho tinto, seja bem vindo, meu bem, ao Clube do Desapego. Senta, mas eu aviso: Não terás tu tempo para descansares, o novo sempre vem e derruba, deixa o velho para trás, ele não se importa se foi bom ou ruim: "O velho fica!", diz o novo em tom autoritário, no entanto, não diz onde deixar o velho, então você sempre faz como bem entende: Na memória? Talvez. Mas, pode e provavelmente irá atormentar-te, experimenta deixar o velho em seu lugar, numa caixinha enfeitada, com letras bem bonitas: &amp;nbsp;P A S S A D O.&lt;br /&gt;O novo não chega se o velho não sair, só de birra, vai embora. "Não tenho mais tempo para assistir". Já viu esse filme tantas vezes, pobrezinho. Ele, por sua vez, também fica velho e entra pra história - esta que será contada em pouco tempo no Clube do Desapego. Um conselho? Cuide para que você não sinta um arrependimento ao contar essa história, você só tem essa chance de fazer diferente e deveria usar como se fosse a última, e se for? Você não vê. Talvez estivesse ocupado demais vestindo o terno das tradições, tomando o chá do bom conselho e comendo o biscoito da sorte.&lt;br /&gt;Diga-me, para que lhe servem essas asas se seus pés não querem sair do chão? Poupe sua voz e seu corpo em encenar outra vez a mesma história, nesse palco o diretor nunca avisa qual é o ato final porque ele quer que você brilhe - igualmente - em todos os momentos e seja ovacionado. É preciso equilíbrio e paciência para encontrar o tom certo, para chamar a atenção da melhor forma. Você não é a única estrela, mas saiba ser único de alguma forma, cuide-se para que não te ofusquem e cuidado para não ofuscar, há de fato espaço para todo mundo, mas é preciso que você encontre (e ofereça, obviamente) o seu melhor. E é isso que farei questão de aplaudir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-7713849402458070745?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/7713849402458070745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=7713849402458070745' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7713849402458070745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7713849402458070745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/12/0207-am.html' title='02:07 a.m.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5600317868687371308</id><published>2010-12-16T12:04:00.003-02:00</published><updated>2010-12-16T12:13:58.979-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Sobre manhãs e tardes sem você.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Às vezes eu fico olhando pros papéis brancos, pras canetas pretas e pro céu azul e tenho uma vontade imensa de escrever pra você, uma carta onde eu diria tudo o que eu deveria ter dito antes de você partir. Então, eu começo a me questionar: “Por que não fiz isso antes?” e nenhuma resposta chega, pelo mesmo motivo, não escrevo de novo, de novo e de novo. Eu me sento no sofá, estico as pernas colocando-as sobre a mesa de centro, pego o controle mudo de canal umas quinhentas vezes e às vezes tenho até vontade de acender um cigarro, será que um cigarro na boca ou entre os dedos resolveria meu problema? Não, eu sei que não. Acabo me irritando e desligo a televisão, saio pela porta e dou de cara com aquele céu tão, mas tão azul que me dói os olhos – e se fossem só os olhos, tudo estaria muito bem -, a alma também dói. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ainda não inventaram nenhum anestésico pra alma, algo que você aplica na veia e sente a dor ir amenizando-se, pouco a pouco até ser completamente sanada. Ainda não inventaram algo ou alguém capaz de substituir qualquer pessoa que você perdeu. Ainda não inventaram ninguém que esteja a sua altura. E enquanto não inventam eu fico aqui assistindo o céu perder a cor, vejo dias chegarem e partirem e a dor que eu carrego comigo continua aqui, tende a aumentar mais e mais a cada dia. Agora me diz: De quem é esse problema? Todinho meu. Ninguém se importa se você se foi, ninguém se importa se o melhor irmão do mundo não está mais entre nós, se os meus braços não são mais suficientes para te abraçar e minha voz não pode alcançar os seus ouvidos. Então, se eu apertar meus braços contra o meu peito eu posso te apertar lá dentro? Porque de lá você não sai, não sai mais não. Se eu fechar meus olhos com muita, muita força eu posso ver você sorrindo dentro de mim? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Permaneço na ânsia de saber se algum dia eu conseguirei me perdoar por não ter estado ao seu lado, por não ter impedido de alguma forma. Eu poderia quem sabe ter tentado uma última vez, eu poderia ter lutado mais um pouco, eu poderia. Não importa, Sê, não importa se os meus braços já estavam suficientemente cansados, eu ainda queria te abraçar, eu ainda queria remar por você e pelo seu barco furado, eu ainda podia, eu ainda faria isso por você. Nada e ninguém teria força pra me impedir, só você. Mas você não tinha esse direito, não tinha! Você deveria ter me dado a oportunidade de dizer que aquilo era a pior merda da sua vida, de novo. Você deveria ter me deixado te abraçar, só mais uma vez. Você deveria, era sua obrigação de irmão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu sei, eu sei. Agora não adianta mais nada, é melhor eu calar a boca, não é? Mas, se eu me calar vai adiantar alguma coisa? Os meus olhos continuarão vermelhos, inundando qualquer ambiente que me lembre você. Só os seus pulsos não doem mais, mas o meu corpo dói inteirinho. Por fora e do avesso, todas as vísceras, todos os cantos, todas as dobras, tudo. E nada do que eu faça dará um jeito nisso, posso viajar até pra Alemanha que isso não vai passar, Paris está fora de cogitação. Mas nada, nada vai doer mais do que sentar num gramado e ver o céu de Brasília todinho sobre mim, pesaria tanto nos meus ombros, doeria tanto, tanto que eu não sei dizer se posso aguentar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora eu olho pra tudo que fica ao meu redor e aos poucos as lembranças que eram suas vão se perdendo, aos poucos vão se findando e o que eu vou fazer quando não restar mais nada material? O bilhete de papel cada vez mais amarelado e aos poucos aquele “de quem te ama mais do que tudo” vai sumindo, será que é a promessa se quebrando? Será que onde você está, para onde você foi, você conseguiu outra coisa para amar mais do que a mim? Essa ideia fica cada dia mais insuportável, mais dolorida, mais amarga. Verdade ou ilusão? Véu de qualquer porcaria?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Eu queria tanto você aqui comigo agora, eu queria que fosse mentira, que um dia você aparecesse e dissesse rindo da minha cara de pateta: “Era brincadeira, Kleine, eu não morri... continuo aqui por você, pensei melhor”. Eu só queria isso e o pior, o pior é que eu sei que é pedir demais. Eu sei que infelizmente não dá pra voltar a fita, que eu não posso tentar de novo por você, que não há uma segunda chance, que nenhum apelo que eu faça aqui ou acolá terá alguma serventia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Só que se coloca no meu lugar, só tenta se colocar no meu lugar... Você era meu melhor amigo, eu confiava em você, desejava seu bem e lutava por isso, fazia absolutamente tudo que eu podia, é verdade que não era muito, mas era o que eu podia e de repente tudo se esvai pelo vão dos meus dedos sem eu poder fazer mais nada. De repente tudo acaba e eu não tenho uma explicação palpável, plausível. Nada do que eles me disserem vai me satisfazer, entende? A menos que eles digam: Calma menina, tudo vai ficar bem. E dentro de alguns poucos instantes fique tudo bem mesmo. Eu não acredito mais nas pessoas, eu não posso mais acreditar nelas. Você prometeu que estaria comigo pra sempre e agora, quando eu mais preciso (o tempo todo) você não está. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você se lembra como eu era forte quando você estava comigo? Eu podia aguentar qualquer coisa, meus braços eram grandes o suficiente pra abraçar o mundo e agora? Agora eles se cruzam apenas diante de mim mesma e eu não faço nada, eu não posso fazer nada. Eu não posso mais aguentar o peso do universo sobre os meus ombros e agora o universo não é mais apenas o meu problema com meu pai. O universo é cada vez maior, cada vez mais honra o seu nome. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E eu tenho a impressão de que tudo seria mais fácil se eu pudesse te contar tudo, se eu pudesse abrir minha vida diante dos seus ouvidos como se abre para um diário. E que você me ajudaria a ver o mundo sempre com outros olhos, com os seus olhos. Eu penso que com você do meu lado eu poderia aguentar qualquer coisa, só porque você ia me dizer pra aguentar só mais um pouquinho e mais um pouquinho e mais um pouquinho, até passar. Era isso que você fazia o tempo todo. Você me fazia forte, eu lutava um pouco com os seus braços quando os meus estavam cansados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Era só isso que eu queria fazer por você. Só isso. Só queria deixar você ver com os meus olhos, pensar com a minha cabeça e enfim, lutar com os meus braços. Se isso fosse útil pra você, eu poderia fazer. Juro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu aguentaria facilmente você do meu lado, qualquer coisa com você do meu lado, olhando nos meus olhos, dizendo que eu poderia aguentar só mais um pouquinho, só mais uma vez, porque você dizia, eu me lembro de você dizendo: “Você é forte” e eu me lembro da forma como você me amava por isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não sou mais tão forte agora, ou sou forte de uma forma que eu não perceba. Porque as pancadas já não doem mais, estou anestesiada de uma forma que não dá pra contar nas cartas, explicar nos versos ou rabiscar a prosa. É por isso que não mais te escrevo. Só te amo, irmão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-5600317868687371308?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/5600317868687371308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=5600317868687371308' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5600317868687371308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5600317868687371308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/12/sobre-manhas-e-tardes-sem-voce.html' title='Sobre manhãs e tardes sem você.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-7755765840331335928</id><published>2010-11-02T18:32:00.004-02:00</published><updated>2011-02-24T10:17:48.095-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Fique longe de mim (Odeio-te, meu amor)</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Do lado de fora já estava escuro, o restaurante não estava muito cheio e os dois se encontravam sentados frente a frente, os olhares se cruzavam de uma forma estranhamente desagradável e o ar que ela soltava a maior parte do tempo era pesado, dava para ouvir a certa distância. Ele, que a conhecia muito bem sabia que as coisas não estavam como ela desejava, no entanto, sabia também que não era qualquer pergunta que traria a resposta correta: O que estava acontecendo? Muito clichê. Esticou seu braço sobre a mesa até que a sua mão tocasse à dela que num movimento de reflexo recuou. Algo estava – definitivamente – muito errado. Ela fechou os olhos por alguns instantes e ele teve a impressão que contava até cem para não estourar, o seu rosto corou de tal forma que parecia maquiagem, mas era fúria, apenas fúria e ele sabia bem. Não tinha dúvidas de que algo a incomodava e parecia ser a presença dele. Por quê? Por quê? Essa era a única pergunta. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ele levantou a mão para chamar o garçom, sem desgrudar os seus olhos dos dela. Eles sempre forneciam tantas respostas, agora pareciam tão mais negros do que de fato era e infinitamente calados. Não demorou muito para o garçom se aproximar e anotar os pedidos. Ela, Letícia sorriu para o garçom. Ele sentiu-se ainda pior. Ela era mesmo complicada, estava sendo gentil quando a sua expressão gritava seu ódio e seus olhos calavam sua dor? Quem entenderia? Não ele, não naquele momento. Dezenas, centenas, milhares de pensamentos se misturavam a cada milésimo de segundo e ele fez a única coisa que poderia fazer:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; – O que te aflige, Letícia Marie?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Os olhos dela o fuzilaram de tal forma que assistindo a cena você poderia questionar-se quanto tempo ele demoraria para começar a derreter, as ondas do calor de seu ódio poderiam ser vistas, sentidas ou simplesmente imaginadas. A resposta não demorou muito e deixou claro que não era obra da imaginação dele:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; – Você quer saber Fre-de-ri-co? Você tem certeza que quer saber? Porque no seu lugar eu não gostaria de ouvir as coisas que tenho vontade de dizer-lhe.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Acho que você me conhece suficientemente bem a ponto de saber que eu nunca faço perguntas em vão, não é? Então, Letícia, me diga. Se for o que você pensa, me diga. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Sim, é o que eu penso. Mas, nem sempre a verdade é o que queremos ouvir. Existe um tipinho de pessoa que prefere viver de ilusões. Você quer mesmo que eu lhe diga? Depois não vale dizer que não foi avisado. Se fazer de vítima. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você, como pessoa culta que é, deveria saber que existe uma pujante linha entre o que as pessoas pensam e o que é verdade. Pensamento, na maioria das vezes é fantasia, Letícia. Mas, vamos: coloque as cartas na mesa. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Tudo bem, Frederico. Vou falar e você tira suas próprias conclusões. Entretanto, há uma exigência para que eu diga o que tanto me incomoda. Uma única exigência.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– O que você quiser.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você não pode se levantar antes que eu diga que terminei. Você ouvirá, mas ouvirá tudo. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Frederico apenas assentiu com a cabeça, estava deveras curioso para saber o que se passava por trás daqueles olhos, daquela face tão delicada e que ele sabia, escondia um demônio. Gênio forte, difícil e indomável. Palavras que facilmente descreviam-na ou como ele mesmo proclamava aos quatro ventos – ordinária até a tampa. Letícia que não se sentia nem um pouco acuada começou a despejar as verdades sobre a mesa, foi direta:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Eu detesto você! &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Aham – Completou ele, usando de uma grosseira ironia – Se você me detesta o que é que está fazendo aqui agora? – Olhou para o relógio – São exatamente vinte e uma horas e quarenta e cinco minutos, você está num restaurante na zona sul, longe do seu apartamento, área central da cidade porque você precisava dizer que me detesta? Faz-me rir, Letícia, faz-me rir. Você nunca teve talento pra piadas, andou tendo algumas aulinhas? &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Eu falo e você escuta, Fred. Eu te detesto não foi o bastante? – Ela bufou e olhou ao redor, seus olhos logo voltaram a enfrentar os dele e ela continuou – Eu preciso ser mais clara para que você entenda? Você nunca me entendeu mesmo!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Sim, você precisa ser mais clara. Se for possível, transparente. Porque não faz nenhum sentido, o que você está dizendo não faz sentido.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Respondeu Fred, sabia que estava cutucando a onça com vara curta e riu, o que a deixou ainda mais furiosa. Questionava-se: Por que diabos esse demônio está rindo da minha cara? Pareço uma palhaça? Só pode ser. E mais uma vez decidiu entrar no jogo dele:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Tudo bem, Frederico, tudo bem. Você quer mais? Eu dou. Eu sempre faço as coisas do seu jeito, não é? Pois bem, se você quer mais. Você terá. Serei frígida e darei detalhes sórdidos sobre o meu ódio por você. Se você precisa que eu seja cruel para que entenda, bem, lá vamos nós, quero dizer - eu e minha crueldade. Eu detesto a forma como você fala, eu detesto todos os seus trejeitos e as suas pausas também.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Ele não parecia nem um pouco incomodado, cruzou os braços diante do próprio corpo e permanecia ouvindo atenciosamente cada palavra que saía da boca dela. A cada instante ela se irritava mais, no entanto isso só era perceptível pela sua face que ficava mais e mais vermelha, o seu tom de voz era o mesmo desde o primeiro instante, nem baixo e nem alto demais, apenas audível e firme, não era do gênero dela dar barraco em lugar algum, tampouco num restaurante daquele padrão. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Eu não gosto de maneira nenhuma da forma como você me olha e sabe quando você analisa meu corpo inteiro quando me viro de costas pra você? Eu também acho medíocre. Você pensa que eu não sei? Toda mulher sabe quando é olhada da cabeça aos pés e ela nem precisa estar te vendo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Tudo que ela teve como resposta dele, foi a cabeça balançando para cima e para baixo, assentindo e como um pedido de: Vamos, será que você sabe mesmo brincar de ferir? Eu pareço alguém magoado? A indiferença aparente nos olhos dele era pior do que vê-lo dando um murro na mesa por ódio, quebrando os pratos e gritando, chamando-a de maluca. Ela queria e precisava de uma reação que parecia não vir. Ela se perguntava se faltava muito tempo para ele dizer que aquilo era coisa da cabeça dela. Homens. Levantou seu tom de voz em apenas um décimo para exclamar como forma de continuidade:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Meu Deus, como eu pude esquecer? Eu odeio quando você é grosseiro e segura meus dois pulsos com as suas mãos me impedindo de qualquer reação mulherio. Eu odeio quando você bebe. Eu não suporto quando você roça a sua barba por fazer na minha bochecha, no meu pescoço ou em qualquer parte do meu corpo pequenino.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Ah, então você está querendo dizer que eu sou a pessoa que você mais odeia no mundo? Continua não fazendo sentido. Você veio aqui por que mesmo? Afinal, você só começou a dizer por que eu tanto te incomodo quando eu perguntei, se eu não perguntasse você continuaria guardando tudo pra você e jantaria hoje comigo e outro dia, em outro lugar. E outros dias, em outros lugares, enquanto eu te convidasse e suportasse essa sua cara fechada? Letícia, de que planeta você veio? &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– A questão é justamente essa, você não agüentaria minha cara fechada por muito tempo, Fred. Você está acostumado com a Letícia que mais parece uma vaquinha de presépio, fica balançando a cabeça e te dizendo sim o tempo todo. Isso te incomodaria, isso te incomoda, isso te incomodou tanto que você perguntou, enfiou o dedo lá na ferida e fez tudo vir a tona. Você é curioso, você precisa de todas as respostas o tempo todo. Só acredita no que pode ser explicado, no que é óbvio. Por isso você não acredita em Deus, por isso você acha que eu não faço sentido pra você, eu não sou óbvia. Eu sou, como diria Clarice, um paradoxo incontestável. Eu sou isso aqui e daqui a pouco não sou mais. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Ele se mexeu na cadeira, talvez tentando se acomodar diante das incômodas palavras que ela atirava contra ele. Era realmente ruim imaginar que a mulher pela qual ele morria de amores pensava tão mal assim dele, o odiava tanto. Ela percebendo seu desassossego inclinou um pouco seu corpo na direção da mesa, como forma de desafio e perguntou:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você acha que está acabando? Nem pense em levantar daí, meu doce Frederico, quando eu acabar eu aviso e você enfia seu rabinho entre as pernas. Mas por enquanto seu único direito é permanecer sentado e em silêncio, de preferência. Quase como num tribunal, tudo o que você disser - e fizer - pode e será usado contra você. Qualquer ação sua pode me lembrar de algo que eu detesto, odeio ou não suporto em você, afinal, eu odeio tudo, – ela diminuiu em oito décimos o seu tom de voz e falou quase como num sussurro, como se fizesse uma confissão para ela mesma e apenas para ela. – Ou quase tudo mesmo. – Tomou um pouco de fôlego e sua voz voltou ao tom perfeito para aquelas palavras. – Então, para não arriscar a sua vida, permaneça sentado e em silêncio por que eu continuarei falando. Eu odeio o quanto você é grande. Eu odeio o quanto você se gaba por saber das coisas que sabe. Eu odeio cada palavra que saiu da sua boca desde o dia que você entrou na minha vida, todas elas. Detesto sua necessidade quase infantil de sempre querer me proteger. Eu não suporto enfrentar os seus olhos. Acho todas as suas piadas um saco e odeio quando você começa a falar línguas. Tá legal? &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Houve uma pequena pausa quando ela viu o garçom se aproximar, sorriu outra vez para o mesmo garçom enquanto ele servia os pratos e as bebidas. Desculpou-se pela pequena demora e se afastou, enquanto ele tomava certa distância Frederico se perguntava em como aquela mulher poderia dissimular uma felicidade que inexistia naquele momento, sem perder a pose, sem parecer maluca, sem parecer – sequer – dissimulada. Não atreveu-se a interrompê-la, vai que ela dissimulasse ser um dragão e soltasse de verdade fogo pelas ventas para fazê-lo crer? Letícia, no entanto, assistia a expressão confusa dele. Cortou seus pensamentos como se sua voz fosse uma faca realmente afiada:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Como se tudo isso não fosse o suficiente eu tenho toda uma lista. Mas, para não tornar isso tão monótono, porque a sua bunda deve estar ficando quadrada à uma hora dessas né? Então serei o mais direta que eu puder, tudo bem pra você ser desprezível? Eu odeio você inteiro, todinho, por completo. Todas as suas vísceras e vícios, da cabeça aos pés – passando por esse coração, ele bate por alguma coisa? -, odeio todas as palavras e atitudes, odeio até o seu nome e odeio aquela música (que por acaso tem o seu nome no plural) também.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;O barulho da faca de prata no prato de porcelana irrompeu a melodia única da voz dela, ele encolheu os ombros como se pressentisse que aquilo lhe traria alguns problemas. Aproveitou a deixa e sentiu-se no direito de dar uma resposta, como réu, no tribunal tinha o direito as palavras em sua defesa; quase perguntou para ela onde estava a bíblia para ele por a mão sobre ela e começar o discurso com o tradicional: “Juro dizer a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade em nome de Deus”. Mas, soube que poderia ser estrangulado ali mesmo ou que no mínimo, ela o mandaria calar-se e daria o veredicto final sem as palavras dele. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Pois bem, dona Letícia, respondendo a sua pergunta: Sim o meu coração bate sim por alguma coisa. E eu não preciso dizer pra você pelo quê, você é muito mais inteligente que eu, lê tudo o que fica nas entrelinhas, não preciso deixar tudo claro como água. Eu não acho que sou um ser tão desprezível quanto você me desenha, você acha mesmo que está sendo justa? Volto à questão inicial, você acredita estar dizendo mesmo a verdade? Ou isso tudo é apenas o que você quer acreditar? Você apenas quer, não é? Não vejo nos seus olhos você acreditando nisso, de fato. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Ela se sentiu invadida com as palavras dele. Não sabia o que era pior, se ele contra-atacando ou sufocado atrás da inércia. O que ela de fato queria com aquilo? Pergunta, que nem ela saberia responder. Feri-lo como ela se sentia ferida? Coagi-lo como ela se sentia coagida? Não, ela não sabia qual era o objetivo principal de todo aquele desabafo. Adiantaria alguma coisa? Letícia soube, assim que as palavras terminaram de sair da boca dele, o que ele queria dizer com elas. Era por ela que o coração dele batia, do jeito grotesco dele, mas era por ela e isso ela não poderia mudar. Foi por aquele homem que ela tinha se apaixonado e se mudasse uma vírgula no que ele era, não seria ele. Seria o bastante? Não, nunca. Ela não acreditava no ódio que sentia por ele, embora o sentisse. Como ele disse, havia uma diferença entre pensar e ser fato, e também havia uma diferença entre sentir e crer. Orgulhosa como ela sempre fora, por mais que visse a derrota diante dos seus olhos, não se daria por vencida. Apenas para o seu travesseiro que outrora seria afogado por suas lágrimas salgadas, mas para Frederico, não.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Viu ele levar a primeira garfada até a boca e em seguida, provou o vinho branco que ela tinha escolhido, limpou os lábios com o guardanapo de papel que estava ali, encaixou uma mão na outra e declarou-se todo ouvidos:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Por favor, continue, Lê. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Urgh! Odeio até a forma como você mastiga e como levanta o copo, odeio tudo em você. Você por inteiro. E por isso eu queria que você fosse pro inferno! E todo esse ódio não existe por acaso. Tudo isso tem um motivo e se você quiser eu te explico, é tão gostoso te torturar e mantê-lo sob o meu poder. Enfrentar os seus olhos e ver a sua curiosidade saltando pra fora, todas as minhas atitudes anulando a sua inteligência e te ver implorando para que cada palavra que eu diga pra você desvende um pouco de mistério, ou pelo menos te faça entender algum detalhe. Quando eu era criança eu aprendi que nós humanos só somos capazes de odiar aquilo que nos faz sentir inferior. Por isso, o meu ódio por você não é pequeno, é gigantesco! Você me faz sentir muito menor do que de fato sou. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;– Até que enfim uma razão. Agora e somente agora as coisas começam a fazer sentido para mim. Você me odeia por que se sente inferior, acha que eu quero fazer você sentir-se assim? Quanta bobagem.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Pare de ser ridículo e não me interrompa, você pediu para ouvir então ouça! Você quer motivos, eu os darei. Um por um. – Depois disso, todas as palavras poderiam ser ouvidas com um tom de choro, ainda que as lágrimas não saíssem de seus olhos e nem estivessem aparentes, as palavras soavam doloridas, como um desabafo. Toda a autoridade anterior fugiu para onde ninguém sabe.&amp;nbsp;– Eu detesto a forma como você fala, porque você sempre sabe como me deixar sem palavras, a minha respiração é cortada a cada sílaba que sai da sua boca e as palavras que são minhas amigas, quando estou perto de você fingem que nem me conhecem e passam a milhas e milhas de mim. Os seus trejeitos são detestáveis também porque eles prendem o meu olhar de forma que eu decoro cada um deles. Isso sem falar nas suas pausas, elas me levam a loucura! Tem como não odiá-las? Eu não consigo, me fazem pensar no que você pensa e com elas fica muito mais fácil ouvir a sua respiração, que droga! Como eu posso gostar da forma que você me olha se essa é a forma que minhas bochechas se coram mais facilmente? Você conhece alguma mulher que gosta de se sentir envergonhada? Você me deixa sem graça com os seus olhares sobre mim. E quando eu me viro de costas e sinto o seu olhar sobre o meu corpo inteiro, da cabeça aos pés? Sobe um arrepio pela minha espinha e é difícil disfarçar, mas você insiste, você sempre faz da mesma forma.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Frederico não sabia como deveria reagir, se a tomava pelos braços ou brigava com ela. Por quê? Não era preciso odiá-lo por aquilo, aquilo era ele, aquilo era o que ambos sentiam e não precisavam lutar contra. Era lindo, era imenso e melhor do que qualquer coisa, era simplesmente real. Sim, diferente de todos os contos de fadas, sim! Mas, o encanto estava exatamente ali. Na beleza da realidade. Então, interrompeu-a com uma pergunta, tentando fazê-la recuperar o fôlego, amenizar a dor. Ser a calmaria na tempestade dela.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Por que você me acha tão grosseiro, Letícia? Eu faço tudo o que posso por nós. Olhe só, quatro anos juntos do nosso jeito e estamos aqui, juntos do nosso jeito. E daí que os outros não entendem a nossa relação? E daí que todo mundo olha pra gente e pensa: Eles são malucos? Eu te pergunto, Lelê, e daí? Eu me preocupo com você. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ela, por sua vez, considerou melhor ignorar todas as meias verdades inteiras que ele também quis expor e continuou, como se só tivesse ouvido a primeira pergunta:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Pergunta errada, Frederico. Eu não te acho grosseiro, você É grosseiro. E não me venha com aquele papinho de que o que eu acho é diferente da realidade. Aliás, me faça um favor, não me venha com papinho algum. Chega de papinho, estou farta. Então eu respondo a pergunta correta: Por que eu odeio quando você é grosseiro? Isso é tão simples, eu me sinto como um bicho coagido que não pode fugir, porque quando você é grosseiro aquele amigo paciente, leal e atencioso que parece estar sempre ali, vai embora. E então, o que eu tenho em troca? O homem que mexe comigo das mais variadas formas, o canalha que me deixa sem reação alguma. Aquele mesmo que quando me vê a ponto de ter um ataque de nervos segura os meus pulsos, o que por sinal, eu também odeio. Mas, vale deixar claro, Fred, que não é só porque você aperta sem dó nem piedade e acaba me deixando dolorida e sim, porque inevitavelmente você me puxa para mais perto de você e caramba, eu sinto o calor do seu corpo, ouço a sua respiração com uma facilidade sem tamanho e inalo o cheiro do seu perfume que a essa altura já se misturou com o meu. Sem contar que assim você me impede de qualquer reação. Diga-me, você acha possível eu socar os seus ombros com os meus punhos fechados se eles estão seguros entre as suas mãos? Pense, querido, pense. Minha força nem se compara com a sua. Abaixe a taça de vinho, Fred, eu sei que foi eu quem escolhi, mas eu odeio quando você bebe! Eu odeio, porque você não colabora comigo. Eu trabalho o tempo todo para não pensar em você, para te esquecer e quando você bebe, em trinta minutos destrói tudo, a minha mente que estava começando acreditar que é melhor eu fingir que você nunca existiu e que está na hora de partir pra outra, chamar pelo próximo da fila que se quer saber, é bem bonitinho, você acaba com tudo. Vem dizendo coisas que eu não quero ouvir, na verdade, as coisas que não deveria ouvir para conseguir esquecer. As coisas mais lindas do mundo, quando você bebe fica transparente. Esquece a armadura de Chuck Bass e quem aparece é você, o cara que me roubou de mim. E quer sinal mais claro do quão frágil eu me torno perto de você como quando você roça a sua barba por fazer em mim e o meu corpo todo se arrepia como se implorasse mais e mais pelo seu toque? É por isso que eu te odeio, porque eu não consigo esconder o quanto você mexe comigo. Fica claro o quanto eu sou vulnerável perto de você. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Se algo que o Frederico dissesse poderia ajudar Letícia em alguma coisa, ele não sabia o que era, por isso optou mais uma vez pelo silêncio. O que não a incomodou de forma alguma, quanto mais rápido ela pusesse tudo pra fora e pudesse ir embora, era melhor. Pelo menos, era o que ela estava pensando quando continuou:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Eu odeio o quanto você é grande e mais ainda, com todas as minhas forças a facilidade com a qual seu corpo envolve o meu e me faz sentir protegida de todas as coisas, de todos os males que existem no mundo. Coitadinha de mim, pobrezinha, você não acha Fred que eu deveria ser menos ingênua e saber que o maior mal do mundo pra mim é não estar nos seus braços? Eu odeio de verdade o quanto você sabe das coisas e me deixa pasma a cada argumento. Eu odeio o fato que você é a única pessoa que me vence em uma discussão, ainda que pelo cansaço. Você sabe disso, não sabe? Eu te odeio. Odeio cada palavra que você disse para mim desde que nos conhecemos e me odeio ainda mais pelo fato de não conseguir esquecer nenhuma delas. Por que, Senhor, por quê? Sem falar no quanto eu detesto sua necessidade quase infantil de me proteger como se eu fosse um tesouro, como se eu fosse quebrar. Odeio de tal forma que nem tenho palavras pra você. O que é que você tem na cabeça? Me proteger de quê? Pra quê?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Por mais estranho que pudesse parecer, Frederico continuava comendo. Sabia que nada do que ele dissesse para fazê-la entender que não era preciso odiá-lo, ou qualquer palavra simples em sua defesa seria inútil, além de tudo, Letícia era cabeça dura, quando colocava algo ali, nada fazia desistir daquela idéia. Então, a postura dele foi simples: Olhava-a o tempo todo nos olhos e vezenquando acenava positivamente com a cabeça, entre uma garfada e outra para mostrar-se interessado. Nenhuma atitude além dessas lhe convinha.Uma hora, ela se sentiu pressionada e desabafou de forma mais clara e infinitamente sincera:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Eu não suporto enfrentar os seus olhos e ver neles o quanto é real tudo o que você diz e até o que você não diz, como por exemplo, agora: Você não diz nada, mas eu sei tudo o que você está pensando. O quanto você está planejando cada atitude sua para que eu não surte, não diga que você não está prestando atenção ou algo do tipo. Eu já disse que odeio entender o seu silêncio, a sua fuga? Pois é. E as suas piadas? Pode me dizer por que eu rio delas? Devo ser mais tosca do que você para rir de piadas tão toscas, patéticas, ridículas. Eu não sei nem porque eu rio delas, não sei nem porque eu rirei se você disser: “Vou te contar uma piada... Letícia!”, é tanto interesse em você que eu odeio isso. Sim, sim, quando você fala italiano eu também odeio, assim como quando fala alemão ou latim, eu odeio quando você acha um meio novo e inusitado de prender minha atenção. Toda minha dedicação a você ainda não é o suficiente? Eu odeio isso. Eu odeio não parecer o suficiente e tenho tanto medo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;E tinha tanto medo. Tinha medo de não ser compreendida, medo de ser colocada de lado como um troféu que já foi conquistado e não tinha mais valor. Porque sim, Frederico já tinha conquistado-a desde o primeiro instante, o primeiro sorriso, o primeiro cuidado. E era isso que ela odiava, a essência do relacionamento deles: a facilidade com a qual ele lidava com tudo o que para ela era tão complicado. Ele simplificava até a matemática, coisa que ela não entendia e não suportava. Por que para ele era tão fácil? Por que só ele conseguia? Era tudo o que ela queria, uma resposta: uma exclamação onde para ela era apenas uma interrogação cheia de ênfase. E por isso, ela prosseguiu. Estava decidido, iria até o fim:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Odeio-te inteiro e conheço cada detalhe, de cor e salteado, de frente pra trás e de trás para frente, de cima abaixo e de baixo até em cima. Se você quer saber, acho que posso te desenhar com requinte de detalhes, com os olhos fechados, quer fazer o teste? Pegue a venda e um pedaço de papel. Eu faço, anda, vamos!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Ele riu não sabia se de nervoso ou por ter certeza que aquela maluca tinha sido feita para ele, era a forma perfeita. Então ele esticou a mão ao encontro da mão dela e desta vez, ela não recuou, ele continuou brincando com os dedos sobre o dorso da mão delicada e macia dela. E quando viu a insistência dela para que ele arrumasse caneta e papel para ela brincar de caricaturista, respondeu:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Não, meu amor. Não precisa. Eu acredito em você. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Odeio todas as suas vísceras, todos os seus vícios e tudo que há em você. Odeio, odeio, odeio, odeio-te, meu amor. Odeio também o seu nome e aquela música que tem o seu nome no plural, um só já não é o suficiente, meu Deus? Não sai da minha cabeça, da minha playlist, da minha vida e parece que foi você que escreveu pra nós, felicidade é ter a minha mão na sua? Ah, me poupe, odeio ela também, odeio muito. Odeio a forma como o seu maxilar se movimenta quando você mastiga e odeio seus olhos quando me mastigam e me devoram também, como agora. E quando você levanta o copo sem desviar seus olhos de mim? Veja bem, meu amor, se eu mereço! Eu odeio. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você merece. – Disse ele com um sorriso um pouco discreto e as palavras pareciam brincar entre seus lábios que a convidavam a todo o momento, embora ela também teimosa, reclinasse. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– É eu mereço. Já garanti a minha, a sua, a nossa passagem pro inferno de primeira classe, com direito a champagne francês e conversinha com o piloto na cabine. E tudo é culpa minha, ou sua. Na verdade, qual é mesmo a diferença? Não somos a mesma coisa? Metade é metade, não importa qual delas. Se você, ou eu. De qualquer forma, eu odeio, detesto, não suporto. Que merda! Quem você acha que é, hã? Diga-me, por favor, porque eu não consigo entender. O que foi que você fez comigo? Quanto você pagou pela metade da minha alma? Eu pago o dobro pra você me devolver, eu pago. Caramba, porque eu sou tão sua? Eu não fiz essa escolha, eu não quis me entregar de bandeja assim pra você e acabou acontecendo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Pra quê o pânico, amor? A maioria das pessoas do mundo passa a vida inteira procurando a tal metade da laranja, a alma gêmea ou essa pessoa que você é a na minha vida e eu sou na sua e você está nessa paranóia? Eu não acho que sou ninguém, ninguém além da sua outra metade e eu também não escolhi fazer isso, não paguei por nada e também me senti acuado quando me vi diante dessa situação: Mas, escuta Letícia, o que é que eu vou fazer? Por que é que eu vou reclamar se estar com você é a melhor coisa do mundo pra mim? Se nenhuma pessoa do mundo me faz tão bem quando você com um simples sorriso, eu te amo ou até com essa paranóia toda? Se fosse qualquer outra pessoa apontando tudo isso em mim como defeitos eu já teria levantado e ido embora nos primeiros cinco minutos. Agora não, eu estou aqui com você. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Esse é o problema Fred, é exatamente esse. Você está aqui agora. E daqui a pouco? Eu fico sem saber como agir e se quer saber, nem sei se devo agir de alguma forma. Daqui a pouco você vai embora e eu continuo aqui, sendo apenas metade. Isso é muito ruim. Se fosse qualquer pessoa eu poderia continuar sendo a Letícia autoritária, mandona, chata, ordinária, fresca, mimada e todos os outros adjetivos subseqüentes, no entanto, quando é você é diferente. Eu sou só metade. As outras pessoas fazem parte da minha vida? Sim. Devo muito à elas? Exato. Mas, é só você que faz parte de mim. E é por isso que eu odeio tudo isso, não dá pra você, por obséquio, decidir onde quer ficar? Agora quem te pergunta sou eu: Onde está o sentido de tudo isso? Porque você faz tudo isso pra depois ir embora? Você acha justo? É por isso que eu te pergunto: Quem você acha que é? Quem te garantiu todos esses direitos e onde foi que eu assinei? Por favor, me mostre ou apenas me diga quais são as vantagens. Se você quer ir embora, não sou eu que vou te segurar, não serei eu a pessoa que vai chorar e espernear até você ficar com pena e decidir ficar de vez, pra no primeiro problema você olhar pra minha cara e falar: “Se eu estou aqui foi porque você pediu”. Não vou te obrigar a ficar pra você se achar no direito de fazer o que bem entender. Não vou, essa não sou eu. Essa não é a sua metade. Sabe o que eu fico pensando? Você sabe? Não, você não sabe.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Então, por favor, simplifique as coisas e me conte. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– De que adianta eu dedicar uma atenção minuciosa as suas palavras e permitir que minha respiração compactue com o seu silêncio se daqui a pouco você fecha a porta atrás do seu corpo e me deixa aqui, sozinha? Será que eu decoro seus trejeitos todos para conseguir respirar quando você me abandona? Por que você faz isso? Anda, fale agora senhor de todas as respostas, vamos! Está aí, mais uma de suas pausas que eu entendo, você não tem argumentos agora. Sua respiração está assim tão pesada porque você está nervoso, meu amor? Não fique assim, apenas me diga por quê. É só isso que eu estou te pedindo, é tão difícil? E depois que você fecha a porta, você me olha da cabeça aos pés através do vidro? Você é detestável e ainda assim eu consigo te amar. Sou pior que você? &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Uma de cada vez. Você sabe de todos os motivos pelos quais eu vou embora, assim como para você, para mim não é fácil ver isso que eu não entendo acontecendo com a gente. Mas, você sabe que nem por um segundo eu deixo de pensar em você, de me preocupar com você. É claro que é difícil, Letícia, tanto pra você quanto pra mim e para qualquer outra pessoa, se passasse com isso também chegaria bem perto da loucura. Você não é pior, você é única.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Fred, não adianta você se preocupar comigo. Saber que você pensa em mim não diminui em hipótese alguma a minha saudade. É difícil? É. Minha sanidade está sempre por um fio, mas você não acha que seria muito mais fácil pra nós dois enfrentar tudo juntos? Agora se eu não tenho você aqui nem para ser grosso comigo, é a pior coisa do mundo, sabe? É pior que todos esses questionamentos. É pior do que aguentar o seu mau-humor. Lidar com a saudade é terrível, me pergunto o tempo todo onde está você. Torço pra você chegar e me dizer qualquer coisa, até sei lá: Você é idiota. É melhor ouvir isso do que a aturar a presença tão solitária da sua ausência que é minha companheira na maior parte do tempo. Você quer uma dica? Quando não souber o que fazer segure meus pulsos e vamos brincar de quem pode gritar mais alto, quem tem forças pra criar uma ferida mais profunda, qualquer coisa, menos isso. Venha, macho fecundador, quando você quiser um tempo pra ficar longe de mim, se aproxime de mim e eu te dou motivos para isso. Você não quer me impedir de espernear e de deixar claro o quão infantil, mimada e ridícula eu posso ser? Deixe-me te bater, descontar todo o meu ódio de você em você. Não vai doer você sabe... não porque eu sou pequena, não porque eu sou frágil, não por isso, mas você nunca ouviu falar? Tapa de amor não dói, deixa eu te espancar com as minhas verdades. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Ela respirou fundo e tomou fôlego antes de continuar com as palavras que doíam mais nela do que em qualquer outra pessoa e isso o incluía: &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você é ridículo, me roubou de mim e faz o que quiser, estou aqui para me pedir de volta! Eu preciso de mim. Fez a barba por que, mocinho, não quer encostar-se em mim? Não quer? Tudo bem, fique longe, mas me devolve. Eu fecharei os olhos enquanto você estiver por perto, pra que você não perceba, quem sabe dessa vez eu consiga fingir. Fingir o quê? Bem, qualquer coisa já é um bom começo. Não dar tanto na cara que eu gosto mesmo de você bem do jeito que você é, seria ótimo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– As coisas não são exatamente assim e você sabe. Mas, nada do que eu diga será suficiente para te convencer, né? Você é cabeça dura, Letícia. Você é. Coloca a ideia na cabeça e nunca desiste dela. É demais pra mim. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Tem coisas que eu me pergunto o tempo todo. Uma delas é: Será que é bom ser cabeça dura assim? Porque se eu não fosse, certamente teria jogado tudo pro alto. E tem mais, de que adianta você ser tão grande se essa distância que você impõe é maior ainda? Você fala de mim, mas é pior. Quando você decide que a melhor opção é ficar longe, parece que acredita que não é só a melhor opção, como a única saída. Você tranca a porta e eu fico de mãos atadas. Por que você me abraça, se depois você vai embora? Por que é sempre a mesma história? Por que, Deus, por que eu não posso fazer diferente só dessa vez? Venha agora, exponha os seus argumentos e me faça calar a boca, me dar por vencida, mas é pra já. Amanhã não interessa. Quem garante que eu vou estar aqui em cinco minutos? Posso muito bem pegar minha bolsa, entrar num táxi e sumir da sua vida. Você disse todas aquelas palavras para ficar tanto tempo em silêncio, agora? E você tem essa maldita necessidade de me proteger do mundo pra depois fazer com que eu me sinta uma menor abandonada? Onde está o sentido? Você não sente mais nada? Feche os olhos, não deixe que eu te leia agora ou você vai cair no vão do seu papel de vilão. Ok, pode chegar, eu não vou fazer você se sentir um babaca rindo de qualquer coisa que você disser, mas diga. Faça-me sentir o bastante pra você. É só isso que eu quero. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você é o bastante e se você não se sente assim, eu não sei o que fazer. Você pode me ler, eu não preciso te esconder mais nada. Tudo o que eu sei está nos meus olhos, na minha testa e o meu corpo todo explica como eu me sinto ao seu lado, Letícia. São sinais pequenos, mas se você unir um a um você vai ver que você é a pessoa mais importante da minha vida e com uma diferença absurda da pessoa que se encontra em segundo lugar.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;– Você também é assim. Na minha vida é: Você, você, você, eu e depois um alguém que me faz sorrir, que me escuta. Não importa quem, qualquer um pode chegar e tomar esse posto à qualquer momento. Mas o seu lugar não. E por isso o ódio que eu sinto por você não se compara a nada, a nenhuma outra coisa do planeta que eu deteste, até no ódio você é superior. Odeio, continuo odiando o quanto eu presto atenção em cada detalhe, por menor ou singelo que seja ele. Tudo bem, se você quiser, eu jogo fora todos os meus rascunhos de você, eu aceito o agora sem pretensões futuras, o final feliz eu deixo pro final. Mas que inferno, homem, venha. Se for preciso eu ignoro a música na playlist cada vez que ela começar a tocar ou então eu canto, eu grito pros vizinhos ouvirem. É só você me dizer o que quer e decidir ficar para sempre. Quero assistir o movimento do seu maxilar quando seus lábios contarem do que está cheio o seu coração. Eu quero, por favor. Volte, se for para sempre ou fique longe de mim, mas só se for a sua vontade. Eu só não quero o meio termo: Adeus ou até daqui a pouco, afinal, eu odeio-te, meu amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-7755765840331335928?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/7755765840331335928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=7755765840331335928' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7755765840331335928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7755765840331335928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/11/fique-longe-de-mim-odeio-te-meu-amor.html' title='Fique longe de mim (Odeio-te, meu amor)'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8029187781400039421</id><published>2010-10-10T18:02:00.001-03:00</published><updated>2010-10-10T18:08:25.129-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Ao Pequeno Príncipe</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Devo me apresentar por educação ou formalidade? Sou apenas uma garota que pode ser confundida com outras cem milhões de garotas, porque ainda não te cativei. Escrevo do planeta Terra, este que você conhece tão bem e o faço porque assim como você um dia teve, eu tenho agora a necessidade de um amigo. E depois de ter lido suas histórias narradas através do olhar encantador e emocionante do seu amigo Aviador, penso que não pode haver no mundo ou em outro asteróide que não o B612, alguém capaz de ocupar este posto – de amigo – tão bem quanto você, pequenino. Atualmente aqui na Terra quase todas as pessoas agem como se fossem pessoas grandes, até as crianças e é complicado possuir um amigo quando quem está à sua volta não entende a necessidade disso. Você sabe, meu principezinho, não existem lojas de amigos e pelo que vejo, as pessoas grandes não se importam com isso, com a falta que um amigo faz; elas preocupam-se com a seus empregos e com a falta que fará o bônus no final do mês, se preocupam em quanto custa aquela roupa de marca que está na moda, mas nunca em como surpreender um amigo e ganhar um sorriso seu. Elas simplesmente não se importam.&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não peço que me cative, pois mesmo sem me conhecer, já cativou e como sei que a autoridade repousa sobre a razão eu ordeno que me deixe cativar você, mas só se quiser. Lembro-me de você a cada vez que vejo os campos de trigo, eles me remetem aos seus cachos louros, você pode se lembrar de mim ao ver o céu escurecer, afinal, meus cabelos são tão negros quanto à noite. E sempre durante ela, estou a olhar o céu, assim como o aviador, procurando seu riso nas estrelas.&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Como vai a sua tão linda e orgulhosa Rosa? Mande lembranças minhas para ela, aposto que eu ego inflar-se-á ainda mais. Pode me contar sobre a emoção de reencontrá-la? Especulo, pois estou certa de que o carneiro não comeu a flor. Penso com um pouco de dor no coração em como foi difícil para ela ficar um ano longe de seu melhor amigo, entretanto, eu gostaria muito de vê-lo mais uma vez em meu planeta casa. Creio que o Aviador e a Raposa haveriam de experimentar uma alegria infinita. Sei da sua preocupação com os Baobás e entendo suas razões, no entanto, preciso dizer-lhe que aqui no meu planeta a única coisa que me amedronta são as pessoas grandes. Como você deve se lembrar, elas são bem menores do que os baobás, mas oferecem tanto risco quanto eles.&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Assim como você, penso ser uma bobagem essa preocupação com os números, pois quantidade sem conquista não vale nada. É quase como ver um jardim cheio de rosas; são belas, contudo, vazias. Não foram cativadas, ninguém parou para sentir seu cheiro e como você sabe muito bem, não se pode morrer por elas. De que vale uma casa de R$ 200.000,00 sem um amigo para fazer companhia? E se eu sei de tudo isso, devo à você, meu principezinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Você repetiu tanto a fim de não se esquecer, será que ainda se lembra do que lhe disse a Raposa? “&lt;i style="font-style: italic; line-height: 17px;"&gt;Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas&lt;/i&gt;”. Você é responsável por mim, pequenino. Cativou-me e eu quero lhe cativar, para que me conheça. Você não pode ter esquecido, só se conhece bem as coisas que cativou. Mas, caso não queira ser cativado por mim, para não correr o risco de chorar, eu estarei indo ver o pôr do sol por 43 dias seguidos, já que no meu planeta, só se pode ver o sol se pôr, uma vez ao dia. Lembro de você dizendo que quando a gente fica triste, gosta de ver o pôr do sol, aquela mistura fantástica de cores deve servir de alguma coisa. Por que não, talvez, como uma injeção de alegria?&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mas, eu espero uma resposta sua e desde já o meu coração se alegra com essa possibilidade, espera e se prepara para a sua chegada. Porque eu não sou como um cogumelo.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;&lt;span style="line-height: 17px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Com amor,&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: right;"&gt;Joyci Letícia Dias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8029187781400039421?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8029187781400039421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8029187781400039421' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8029187781400039421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8029187781400039421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/10/ao-pequeno-principe.html' title='Ao Pequeno Príncipe'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-1496001920690810142</id><published>2010-10-03T13:23:00.000-03:00</published><updated>2010-10-03T13:23:34.119-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>(C)alMinha.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Para ser lido ao som de &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=leZT1qg8iUs"&gt;Alma&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ela: - Me dá.&lt;br /&gt;Ele: - O quê, menina? &lt;br /&gt;Ela: - A tua alma, o que mais poderia?&lt;br /&gt;Ele: - Qualquer coisa, é. Você merece qualquer coisa.&lt;br /&gt;Ela: - Então me dá...&lt;br /&gt;Ele: - Não posso. &lt;br /&gt;Ela:- Como não pode?&lt;br /&gt;Ele: - É o que eu sou. &lt;br /&gt;Ela: - Uma vez eu li sobre isso...&lt;br /&gt;Ele: - Leu sobre o quê, menina?&lt;br /&gt;Ela: - Isso, sobre almas. &lt;br /&gt;Ele: - Me conta.&lt;br /&gt;Ela: - Você vai rir...&lt;br /&gt;Ele: - Não vou. Me conta.&lt;br /&gt;Ela: - Você promete?&lt;br /&gt;Ele: - Sim, menina. &lt;br /&gt;Ela: - Li que na verdade nós não temos uma alma, temos um corpo. E que somos uma alma.&lt;br /&gt;Ele: - Gêmea –, sussurrando. &lt;br /&gt;Ela: - O quê?&lt;br /&gt;Ele: - Nada. &lt;br /&gt;Ela: - Só você, menino.&lt;br /&gt;Ele: - Mas, menina, como você se sente em relação a isso?&lt;br /&gt;Ela: - Isso o quê? &lt;br /&gt;Ele: - Dividir.&lt;br /&gt;Ela: - Não entendi.&lt;br /&gt;Ele: - É que, menina... Não te disseram, mas na verdade você tem só metade de uma alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Silêncio.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mais silêncio.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele: - E ela é minha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-1496001920690810142?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/1496001920690810142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=1496001920690810142' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1496001920690810142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1496001920690810142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/10/calminha.html' title='(C)alMinha.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-1242114888760089462</id><published>2010-09-08T20:39:00.000-03:00</published><updated>2010-09-08T20:39:28.459-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Preciosa.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;Você &lt;i&gt;inspira&lt;/i&gt; poesia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Na hora do almoço, de noite ou de dia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Saudade - Pimentas do Reino)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É exatamente assim, você inspira poesia. Você com esses olhos pequenininhos tem o poder de me fazer enxergar dentro de mim. &lt;b&gt;Você&lt;/b&gt;. Ainda tão pura, ainda tão inocente, ainda tão anjo, ainda tão doce, ainda tão minha. &lt;b&gt;Ainda&lt;/b&gt;. Mas, meu pequeno beija-flor, eu sei que o mundo lá fora espera por você. Vai pra lá, volta pra cá, vai na esquina, vem brincar, vai comer, vai nanar. &lt;b&gt;Vai&lt;/b&gt;. Daqui a pouco você cresce e eu nem vi, o tempo voa e eu ainda aqui. O tempo vai passar, vai voar e eu continuarei aqui, ou ali, onde estiver lembrarei de você. &lt;b&gt;Voar&lt;/b&gt;. Você aprenderá a sonhar, sonhar com coisas possíveis, sonhar com o que nós - que crescemos e conhecemos a ilusão - chamamos de impossível, aprenderá a sonhar alto. &lt;b&gt;Alto&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Você ainda vai voar alto.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu estarei indo embora em pouco tempo, devo adiantar o motivo pelo qual eu escrevo agora? Sentirei sua falta. Falta de você. &lt;b&gt;Você&lt;/b&gt;. Não verei você crescer, você vai crescer, crescerá e muito nesse meio tempo que fica no seu início. &lt;b&gt;Crescerá&lt;/b&gt;. Tão pequenina, agora. E eu não posso fazer nada em relação à isso, e eu não posso te impedir.&amp;nbsp;&lt;b&gt;E&lt;/b&gt;. E com isso, perderá seus medos... o medo do escuro, o medo da tia que parece má, o medo de ficar sozinha, você vai perder todos eles. &lt;b&gt;Perderá&lt;/b&gt;. Eu diria que isso é bom, muito bom. Mas, por favor, meu pequeno talismã, não perca a fé. Não, não perca não. Fé é acreditar e você precisará disso para sobreviver, fé é o que você precisa pra continuar. Você conhecerá algumas pessoas, alguns amigos, alguns lugares, algumas músicas, alguns motivos. &lt;b&gt;Algumas&lt;/b&gt;. Conhecerá também algo que nós conhecemos muito bem, ilusões. Ilusões de que o mundo não é cor de rosa, é da cor que você pinta (o bom é que, menininha, você pode pintar com uma cor a cada dia). Ilusões de que nem sempre é amigo quem se diz ser. Ilusões infinitas. &lt;b&gt;Ilusões&lt;/b&gt;. E depois, um pouco antes, ou um pouco depois, começará sua fase de contestações, mas eu não quero, mas eu não gosto, mas eu não vou, mas é assim, mas não é mais, mas, mas, mas... &lt;b&gt;Mas&lt;/b&gt;. Mas, isso passa. Tudo passa. Tudo passará tão rápido, você mal pode imaginar. Quando menos pensar, já passou. &lt;b&gt;Passará&lt;/b&gt;. Vai conhecer uma palavrinha que fará você fazer milagres: &lt;b&gt;Por&lt;/b&gt;.Por quê, por onde, por quem, por enquanto. E verá que tudo, tudo, tudo, tudo na vida tem um motivo, que nada acontece em vão. &lt;b&gt;Tudo&lt;/b&gt;. E o motivo pode ser comer uma pizza de madrugada com seus amigos não porque você está com fome, mas porque a borda daquela pizzaria é a melhor que você conhece. Ou ver o filme com o namorado com o pretexto de ficar abraçada. &lt;b&gt;Com&lt;/b&gt;. E quando você tiver um namorado, tudo vai ficar mais engraçado: você não vai querer uma roupa, você vai querer a roupa. Você não vai querer uma festa, vai querer a festa. E eu tenho certeza, você será A namorada. &lt;b&gt;A&lt;/b&gt;. Certamente ele vai fazer a sua cabeça, ele estará na sua cabeça durante a maior parte do tempo e quando quiser terminar com ele por algo errado que ele tenha feito, desejá cortar a cabeça dele fora ou a sua. &lt;b&gt;Cabeça&lt;/b&gt;. Pretinha, as coisas são tão simples. Faz sentido pra você? Pode acabar com você por um dia, dois, três, um mês... não pela vida inteira. Terão problemas muito maiores e sua cabeça estará erguida, sempre. Eu tenho certeza. Não se esqueça: Erguida. &lt;b&gt;Erguida&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Você crescerá e perderá algumas ilusões. Mas, passará por tudo com a cabeça erguida.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-1242114888760089462?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/1242114888760089462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=1242114888760089462' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1242114888760089462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1242114888760089462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/09/preciosa.html' title='Preciosa.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8800434308116626422</id><published>2010-08-21T11:29:00.001-03:00</published><updated>2010-08-21T11:35:04.760-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>With you. ♥</title><content type='html'>&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;“I need to grow older with (a man like) you”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Ao som de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aAJfhZamFmo"&gt;I’d rather be with you (Joshua Radin)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não, um homem “como você” não seria o suficiente. Um homem que torce pro mesmo time que você, mora no mesmo bairro que você, tem os mesmos sonhos, as mesmas manias e até o mesmo sotaque, os mesmos vícios orais e qualquer outra coincidência que você, ele, eu ou qualquer outra pessoa que te conheça assim tão bem quanto nós, aponte não será suficiente, porque serão coincidências, não sendo você, não basta. Portanto, corrijo: “&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;I need to grow older with you&lt;/b&gt;”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porque é de você – e não de alguém como você - que eu tenho vontade de saber tudo. É para você – e não para alguém que tenha o mesmo sotaque que você - que eu tenho vontade de ligar durante as madrugadas só pra dizer ou ouvir-lhe dizer: “Preciso de você, te amo”. Porque é o seu cheiro – e não um cheiro parecido com o seu - que eu desejo que fique impregnado em minha pele. Porque é a sua voz – e não uma voz que se parece com a sua - que me sacode a alma e me leva pra dentro de mim. Porque são os seus sonhos – e não sonhos parecidos com os seus - que eu sonho também. Porque é você – e não alguém como você - que eu vejo no altar de madeira em frente ao mar, vestido todo esportivo me esperando e sorrindo ao ter me visto com um vestido branco e curto, flores na cabeça e os pés descalços, para o sim, para a vida. É você – e jamais alguém que se pareça com você – que eu desejo que me espere a vida toda, que eu desejo que cinco minutos longe pareça a vida toda. É por você - e em hipótese alguma, por alguém como você – que eu estou disposta a esperar as viagens a trabalho com o seu prato favorito para o jantar. É com a sua caligrafia – e nunca com a caligrafia que se parece com a sua – que eu desejo tatuar o nome do nosso filho – e não do filho de alguém que não é você – na minha pele. Eu desejo acordar todos os dias da minha vida com você – e não com aquele que dizem que lembra você. Porque foi e é por você – e nunca, por um outro alguém – que eu esperei tanto tempo. É a sua voz – e não uma que se parece com a sua – que arrepia a minha pele. Porque o meu jeito menina que quer (e sabe ser) mulher encantou você - e não à alguém que tem os mesmos gostos que você. Foi por você que eu me converti ao Tricolor e não por nenhum outro tricolor do mundo. Porque eu sinto falta de você e não de alguém que por algum motivo qualquer e que não nos diz respeito, age como você. Porque foi você – e nunca alguém (que nem precisava ser) como você – que me fez acreditar e proclamar à quem estivesse ouvindo que almas gêmeas de fato existem. Por que envelhecer parece mais fácil e gostoso com você e não com alguém como você. Porque é você – e não alguém que pensa como você – que coloca as verdades em meu caminho. É você – e não alguém que age como você – que me faz perder todos os medos. Porque é para você – e nunca foi para alguém como você – que eu reservei meu tempo. Porque o meu caminho é você e não alguém como você. E eu prefiro estar com você, a estar com alguém como você. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Até porque – &lt;b&gt;definitivamente&lt;/b&gt; -, alguém como você não existe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;É pra você e você sabe disso, meu anjo do amor. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;♥&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8800434308116626422?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8800434308116626422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8800434308116626422' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8800434308116626422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8800434308116626422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/08/with-you.html' title='With you. ♥'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-1769059375779497072</id><published>2010-08-12T17:53:00.000-03:00</published><updated>2010-08-12T17:53:10.986-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><title type='text'>O dia seguinte.</title><content type='html'>O telefone toca, ela demora para atender e quando olha para a bina, sente o coração palpitar, era ele. E eles não se falavam há tempo, o que para ela era um crime. Ela atende, com a voz de sono, mas tudo dentro de si parecia bem atento: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Alô?! É você mesmo?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não, cabrita… quem mais poderia ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não sei, a gente não se fala há tanto tempo, talvez alguém ligando pra dizer que você saiu do coma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu nunca estive em coma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não é o que parece. Mas, diz o que você quer? Me acordou…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Dizer bom dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não, você não é do tipo Gentleman. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu sou de que tipo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Do tipo que não liga no dia seguinte. Do tipo que não manda flores. Do tipo que acha que não sabe amar. Do tipo que bebe aos fins de semana e não quer ir a casa da sogra aos domingos. Do tipo que facilmente me deixaria pra ver futebol… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Letícia, por que está dizendo isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Porque é verdade. Você sabe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois respiram fundo e ela fica sem saber o que dizer, pensa por alguns segundos e resolve começar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Mas, bom dia. O que é que você quer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Só “nada” mesmo pra fazer com que você me ligue, Frederico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Você está na TPM?! Só pode…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Só porque resolvi ser sincera? Não seja cínico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu não sou cínico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Você é… e está sendo agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Lelê, não fala assim…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu falo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu nunca menti pra você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Porque eu faço poucas perguntas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Quer desligar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Se eu quisesse, pode apostar que já o teria feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Então o que é que você quer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Usar seu sobrenome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Depois de tudo isso? Eu sou cínico, mas você é maluca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu sou, é. É isso, devo ser… MA-LU-CA! Obrigada por me lembrar. Ninguém em sã consciência amaria você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Disponha, bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não me chama assim… você sabe como isso sempre acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não, acho que tem algo que você não sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que é, Fred? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Isso nunca acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se cala. Ele continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Nunca vai acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela repete quase muda, sem forças:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Nunca vai acabar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que é que a gente está fazendo aqui, então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que a gente sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que é que a gente sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Se amar, brigando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— É.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— É o quê, Letícia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Você é um canalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Ahn?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Um canalha. É o que você é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Um canalha?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Sim, você sabe. Você é sujo. Você sabe exatamente como me manipular, me faz fazer as coisas da forma como você quer e isso sem usar muitas palavras. Você sabe quando pode falar grosso comigo e quando deve usar o tom manso. Você sabe todas as cartas do meu jogo, você as marcou. Eu fico sem o que fazer e é assim sempre. Você é tudo isso que eu disse. Um canalha, cínico, podre… mas sabe amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— E te amo, maluca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu sei. Ou não sei, mas isso não me importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que importa então, Letícia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que importa é que eu te amo. Porque você é humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letícia ataca mais uma vez, né? Lembro que quando eu postei um texto "dela" pela primeira vez a Nanda me disse que ela deveria voltar mais vezes, demorou algum tempo - eu diria até que -, muito tempo. Mas, ela está de volta. Talvez seja só mais uma dessas mulheres que amam um homem de verdade, sem muitas idealizações e aceita (do seu jeito) o jeito dele. Ou apenas eu mesma, a (Joyci) Letícia Dias. haha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou responder os comentários dos dois últimos posts, obrigada aos que nunca abandonam o Pequena, é por vocês que eu apareço, ainda que de vez em nunca e não tranco os comentários. Vocês são o apoio, sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo enorme aos que me lêem,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-1769059375779497072?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/1769059375779497072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=1769059375779497072' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1769059375779497072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/1769059375779497072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/08/o-dia-seguinte.html' title='O dia seguinte.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8331367599019536208</id><published>2010-08-08T10:47:00.000-03:00</published><updated>2010-08-08T10:47:38.456-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Uma carta que você não recebeu. (Dia dos Pais)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;Minha mãe sempre foi tudo o que eu precisei, sempre me educou e fez de mim uma criança feliz. Nunca me faltou nada, nada além de um pai. Quero dizer, até os 7 anos eu tive um pai. Os meus 7 anos funcionaram como um divisor de águas, talvez não o único, mas certamente o primeiro. Aos 7 anos conheci você e perdi meu pai, tudo bem que você deve estar se perguntando: “O que é que você está querendo dizer?”. Mas, no fundo, ainda que bem no fundo, quase com a profundidade da mágoa que eu carrego de você – você sabe o que eu quero dizer. O meu pai, não, não é você, embora o exame (desnecessário) de DNA prove que o sangue que corre nessas tuas veias imundas é o mesmo que corre pulsante aqui também, talvez por ódio, talvez porque seja minha única opção. O que eu quero dizer é que até meus 7 anos de idade a pessoa que representou o papel de pai no filme da minha vida (merecendo, inclusive, o Oscar) foi meu avô, sim, o senhor Antônio Pereira Dias, o maior amor que eu tive, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;o maior amor do mundo&lt;/b&gt;. Mas, será que você sabe o que é amor? É vida, exatamente aquilo que você tentou roubar de mim, mas que a Mulher Da Minha Vida (sim, assim com letras maiúsculas) me deu direito e mais de uma vez. Só que é óbvio que você não sabe das outras vezes, afinal, você deu o fora na primeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aos 7 anos eu conheci você, na porta de um bar, você me chamando – penso hoje, que possivelmente de forma irônica – de “filhinha”, eu me lembro embora o melhor fosse esquecer. E no dia 7 de Abril deste ano (2010) você me viu de novo e nem para dizer “Bom dia, idiota” você se prestou. Não pense que me fez falta. Não, não fez. Porque você não sabe, mas eu tenho pessoas incríveis na minha vida. Pessoas, que ao contrário de você dariam a vida por mim. E deixando a modéstia de lado (talvez, esse seja o único ponto que nós temos em comum, a falta de modéstia), eu também sou uma pessoa incrível, especial e muito amada, tenho caráter (de você não posso dizer o mesmo), inteligente, teimosa e justa, muito justa. E de você, tenho pena. Porque carinho, amor, afeto, atenção e outras coisas que os bons pais dão as suas filhas, eu não preciso. O espaço que havia dentro de mim e há em toda filha que se preze, foi ocupado por outras coisas, por pessoas e sentimentos bons. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para mim, você não é nada senão um cogumelo. Um pobre coitado que perdeu a grande chance da sua vida de ser amado, de poder correr para o meu abraço quando precisasse ou ser o primeiro a saber: “Vou me casar”, “Estou grávida”, “Fui promovida”, “Darei a volta ao mundo”. Você não é para mim, nada além de um estranho, que só leva o título de pai (biológico) porque há um documento que diz o mesmo. Aliás, eu deveria dizer que para mim, você é muito pior do que um estranho, pois nada tenho contra os estranhos e tudo tenho contra você. E, mais... Todos os estranhos (exceto você, claro) do mundo têm a chance de que um dia eu goste deles, de que um dia eles venham a me cativar. Portanto, recolha-se em sua insignificância, porque eu sei que a culpa não é de ninguém além de sua. E você não merece nada além do meu desprezo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8331367599019536208?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8331367599019536208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8331367599019536208' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8331367599019536208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8331367599019536208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/08/uma-carta-que-voce-nao-recebeu-dia-dos.html' title='Uma carta que você não recebeu. (Dia dos Pais)'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8487829587161018881</id><published>2010-07-08T13:03:00.000-03:00</published><updated>2010-07-08T13:03:51.794-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Irmãe.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você se lembra qual a primeira palavra que eu disse? Foi um chamado por você, eu obviamente não me lembro, entretanto suponho de que eu estava precisando da sua presença. Eu era ainda mais indefesa do que sou agora, eu era ainda menor, eu não sabia falar coisas que fizessem sentido e a única forma que eu tinha para me expressar era o choro. Palavra saiu de minha boca e era por você que eu chamava - Dei. E até hoje é assim, quase sempre. Você sempre pode ser o meu socorro, o meu alívio, o meu consolo e você sempre foi mais do que isso. Sempre quis ser bonita como você quando crescesse, inteligente como você, saudável como você, doce como você, compreensível como você e mulher como você. E - na maioria das vezes - eu só consigo ser o seu oposto, nem tão bonita, possivelmente não tão inteligente, saudável sim,&amp;nbsp;periodicamente&amp;nbsp;ácida e nada compreensiva, mulher? Sim, nasci assim. Às vezes acho que tenho a força que você não tem, outras vezes me dou conta de que não é bem assim. Mas, existe uma coisa da qual eu não tenho nenhuma dúvida e isso chama orgulho, eu tenho orgulho de ter você como minha irmã, de ouvir os seus conselhos ou de rir quando sua filha vem perguntar pra mim se "aquele é seu namorado" porque você quer saber. É bem verdade que você não sabe muito do que acontece comigo, porque não convivemos diariamente. No entanto, o que podem dizer quando estamos nós três sobre os cobertores nas férias de julho com preguiça de levantar pra fazer brigadeiro? Somos cúmplices &lt;b&gt;inclusive &lt;/b&gt;na preguiça e convenhamos, não é pouca. Sempre tive uma relação muito saudável com você e nem sei se isso pode ser chamado de irmandade, porque irmãos brigam e isso nunca aconteceu com a gente. Sou ciente de que você é a minha maior ponte com o meu passado, você lembra de todas as minhas histórias da infância e me faz rir até as bochechas corarem das coisas que eu dizia, você é como uma segunda mãe pra mim e sabe disso. Imagino que seja complicado ser a "irmã" mais velha de uma filha "única", mas você cumpre o seu papel muito bem. Tenho guardado o bilhete que você enviou para minha mãe quando eu nasci e você estava de "castigo" com a perna engessada. Você nunca foi fácil, você nunca baixou a guarda, você nunca deixou que fizessem de você algo que não fosse compatível com os seus princípios e isso eu também não, e nisso somos iguais. Você sempre foi a irmã que eu não teria, caso você não ocupasse esse papel e você sabe que mesmo com os meus irmãos que tem o mesmo DNA que o meu, eu nunca terei essa relação e embora você não tenha dito nunca, eu sei que você também não tem essa relação com os seus irmãos, porque isso é nosso e ninguém poderá roubar. Obrigada por ser minha (irmã)! Obrigada por ser você!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Com amor,&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Jojó.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/TDX2Q3VEABI/AAAAAAAAAPg/mDOIUdf9ZHQ/s1600/viiir.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/TDX2Q3VEABI/AAAAAAAAAPg/mDOIUdf9ZHQ/s320/viiir.jpg" width="256" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8487829587161018881?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8487829587161018881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8487829587161018881' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8487829587161018881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8487829587161018881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/07/irmae.html' title='Irmãe.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/TDX2Q3VEABI/AAAAAAAAAPg/mDOIUdf9ZHQ/s72-c/viiir.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2822967432675665429</id><published>2010-06-14T11:55:00.000-03:00</published><updated>2010-06-14T11:55:01.053-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Criador.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="font-style: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cria e atura.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O que dizer se as palavras não são mais suficientes para alcançar o seu sorriso? Eu espero que estejas bem... porque eu estou aqui com algo que eu criei - a dor. Faz falta o seu sorriso, faz falta a sua atenção, fazem faltas as suas palavras, &amp;nbsp;a demora do seu silêncio torna ainda maior esse monstro que eu mesma fiz. Sorria, não para mim, não importa (a quem), sorria é o seu dia. O meu abraço não vai confortar, as minhas palavras só tendem a se calar e você cada vez mais distante, diante de mim e assim, ausente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Ocupo-me das suas preocupações e preocupam-me essas ocupações que não acabam. Ocupa-se de desculpas e preocupa-me: "De quem é a culpa?". Não é culpa, foi o fim. Escorreu-me pelos dedos como água, o que eu pensava ser sólido, fez-se gelo. Qual é o preço para derreter seu coração? Eu pago. Se você quiser - O dobro. Aposto e gosto de persistir no jogo que não é novo e quem inventou fomos nós, somos nós? Não, está desfeito. Eu seguro a corda de um lado e você do outro, aumentando assim o espaço que não é mais do abraço e acaba aqui.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Pensava eu que você era o criador e eu a criatura. Você criou a dor e eu aqui, aturo. Preciso de verdade, preciso de explicação, aceito o não se vier com motivos. Fica mais fácil de digerir, como se colocasse azeite na pedra, é só mais uma desculpa para me convencer.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Estarei sempre aqui, se quiser voltar. Não precisa querer me consolar. Hoje é seu dia, vá festejar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2822967432675665429?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2822967432675665429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2822967432675665429' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2822967432675665429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2822967432675665429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/06/criador.html' title='Criador.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-7868879225458402968</id><published>2010-06-02T21:12:00.001-03:00</published><updated>2010-06-02T21:13:55.102-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>O amor que há em mim. (♥)</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O canto dos meus lábios atormentados por um&amp;nbsp;&lt;strong style="margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sorriso&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que quer sair, minha boca chama&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;seu&lt;/em&gt;&amp;nbsp;nome. E você? Onde está, eu&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;não&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;sei. Os olhos fecham-se desnecessariamente e meu&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;pensamento&lt;/em&gt;&amp;nbsp;é tomado mais e outra vez pela&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sua&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;imagem.&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Lindo&lt;/em&gt;. De repente me chama e eu posso&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;ouvir&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de verdade, vejo&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;seus&lt;/em&gt;&amp;nbsp;lábios desenhando delicada e deliciosamente as&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;duas&lt;/em&gt;&amp;nbsp;sílabas do&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;meu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;nome, chama com força, talvez desejo&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;ardente&lt;/em&gt;; eu posso ver e sentir,&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;qualquer&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;um perceberia. Por uma fração de&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;segundo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;me pego pensando em Newton e o que ele disse acerca de&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;dois&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;corpos não ocuparem o&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;mesmo&lt;/em&gt;espaço, tudo bem discuto isso num outro momento, mas&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;intriga&lt;/strong&gt;-me saber o que ele diria se fosse&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;questionado&lt;/em&gt;&amp;nbsp;sobre “um corpo ocupar&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;dois&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;ou mais espaços (&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;distintos&lt;/em&gt;) ao mesmo tempo”. Porque&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;você&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;está&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sempre presente&lt;/em&gt;&amp;nbsp;no meu&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;coração&lt;/strong&gt;, nos&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;meus&lt;/em&gt;&amp;nbsp;pensamentos quando não nos meus&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sonhos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e presente no seu corpo.&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Você ocupa minha vida e a sua.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Newton, com toda sua sabedoria jogaria a bomba para Freud e se você quer realmente saber, nem Freud explica o quanto&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;eu te amo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e exatamente o que você&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;significa&lt;/em&gt;&amp;nbsp;para mim, porque para explicar é preciso&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;delimitar&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e não,&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;não tem fronteiras&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tudo o que eu poderia lhe dizer disso são&amp;nbsp;&lt;strong style="margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;todas&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;as coisas que eu já disse nas&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;centenas&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de coisas que escrevi para&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;você&lt;/strong&gt;. Volto a você, o ponto de&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;equilíbrio&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de tudo o que acontece&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;comigo&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;Se triste ou feliz, existe uma parcela de responsabilidade&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sua&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e senão existe, um&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;gesto&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;seu seria capaz de virar o&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;jogo&lt;/em&gt;. Digo isso, não querendo fazer com que toda essa responsabilidade pese&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sobre&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;seus ombros. Mas, é assim que&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;tudo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;acontece de fato. Posso estar chateada ou irritada com um fato corriqueiro ou incômodo de minha&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;vida&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strike style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;e&lt;/strike&gt;&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;você&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;vier, me der&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;um sorriso&lt;/em&gt;&amp;nbsp;– só isso basta, não precisa&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;falar&lt;/em&gt;&amp;nbsp;mais nada, já que&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;meus olhos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;entendem&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;seu silêncio&lt;/em&gt;&amp;nbsp;– eu fico feliz, por saber que&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;não&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;estou&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sozinha&lt;/em&gt;. E caso eu me encontre feliz com qualquer coisa e acabar discutindo por uma bobagem qualquer,&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;toda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a alegria anterior será&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;em vão&lt;/em&gt;, porque sem você absolutamente&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;nada&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;vale a pena. Portanto, na sua ausência eu&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;posso&lt;/em&gt;&amp;nbsp;ser feliz, até posso. Mas, a&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;alegria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;só será plena se&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;você&lt;/em&gt;estiver comigo. É exatamente por isso que eu digo que você é&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;meu&lt;/em&gt;&amp;nbsp;ponto de equilíbrio. E eu sei que posso ser o&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;seu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;também,&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sorrio&lt;/em&gt;&amp;nbsp;se quiser ver-lhe sorrir. O melhor de tudo, sabe o que é? É&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;saber&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que eu posso&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;segurar&lt;/em&gt;&amp;nbsp;a sua mão na beira do&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;abismo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e ver que&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px !important; margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;nós&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(com toda a intensidade que essa palavra possui, os nós de nós) somos&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;mais&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;fortes que&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;tudo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;isso, sentir que você está&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;comigo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para o que der e vier. É poder&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;sonhar&lt;/em&gt;&amp;nbsp;com você e ainda lhe possuir como&amp;nbsp;&lt;strong style="margin-bottom: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;minha doce realidade&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pode parecer mais um&amp;nbsp;&lt;em style="margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;clichê&lt;/em&gt;; mais um texto&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;bobo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de uma adolescente apaixonada. Mas,&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;paixão&lt;/em&gt;&amp;nbsp;acaba. Paixão tem (quer queira, quer não) um&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;prazo&lt;/strong&gt;de validade. E&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;não&lt;/em&gt;&amp;nbsp;é paixão. É&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;amor&lt;/strong&gt;, o maior amor do mundo. Do&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;nosso&lt;/em&gt;mundo. Este, que&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;nós&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;começamos a&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;construir&lt;/em&gt;&amp;nbsp;no dia que nos conhecemos e vamos continuar&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;batalhando&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;por ele,&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;até&lt;/em&gt;&amp;nbsp;o dia que nossas&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;almas&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(gêmeas que somos) tiverem de partir&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;daqui&amp;nbsp;&lt;/em&gt;para a&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;eternidade&lt;/strong&gt;. Já que esse tempo que nos deram na terra é tão&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;efêmero&lt;/em&gt;&amp;nbsp;perto do que nos pertencerá quando estivermos&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;entregues&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a eternidade. Entretanto, mesmo consciente de tudo isso eu não&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;quero&lt;/em&gt;&amp;nbsp;esperar chegar lá para te&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;amar&lt;/strong&gt;, é muito amor para esperar, o amor é paciente, mas eu sou&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;humana&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e preciso do meu lado&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;anjo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para viver e para&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px !important; margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;amá-lo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Você é meu lado anjo, você é a parte boa de mim, você não é&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;simplesmente&lt;/em&gt;&amp;nbsp;a melhor parte de mim, você é a&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;maior&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;também. Minhas&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;asas&lt;/em&gt;coloridas batem festivas ao ver chegar a outra&amp;nbsp;&lt;strong style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;parte&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de mim. E isso é capaz de fazer toda uma&amp;nbsp;&lt;em style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;vida&lt;/em&gt;&amp;nbsp;valer a pena,&amp;nbsp;&lt;strong style="margin-bottom: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;em style="margin-bottom: 0px !important; margin-top: 0px !important; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;todas as penas das nossas asas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;__&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Porque eu sei e você sabe, felicidade é ter &lt;a href="http://aminhamaonasua.tumblr.com/"&gt;a minha mão na sua&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Gente, eu queria agradecer pelo carinho gostoso de cada um de vocês... vocês são lindas! E lindos, por quê não?&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: 0px;"&gt;Sim, esse texto é pro meu anjo do amor. ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-7868879225458402968?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/7868879225458402968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=7868879225458402968' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7868879225458402968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7868879225458402968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/06/o-amor-que-ha-em-mim.html' title='O amor que há em mim. (♥)'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-697143541699236055</id><published>2010-04-29T20:33:00.000-03:00</published><updated>2010-04-29T20:33:08.834-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>A doce redenção de quatro mãos.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;O que te faz sofrer? Quem dera saber, pra te tirar daqui, te levar pro lar, te levar pro mar. Um lar a beira mar. Um Lara beir Amar. Porque posso ser o seu prodígio, a sua poesia solta. E você, a minha prosa presa (e preciosa). O que te faz sofrer? Tudo que sei que da dor, é que ela é música. E essa dor não é só sua... Você sabe, né? Sua dor, minha dor. Nossa melodia. E a reciprocidade é inegável, mútua: um ciclo. E ciclos não têm fim. É por isso, porque nós não temos fim, sempre assim, uma aliança. E, como em todo ciclo, o começo também se perde pelo simples fato de termos a certeza de que aquilo já estava escrito. Escrito pelos dedos de Deus, no colorido das minhas asas. Asas que vieram lhe salvar - de você mesma, inclusive. Asas que vieram lhe estapear quando isso é preciso, mas, acima de tudo, dar amor. Muito amor. Todo amor que há nessa vida. E como você ousa esquecer do mais importante? Asas, essas que levam pra liberdade do que é ser sem medo, coisa que você aprendeu a fazer, a ser, a sentir comigo. A liberdade de ser quem se é, sem medo do que acham que você seja... E então, o que te faz sofrer? Seja lá o que for, deixe-me ser hoje, amanhã e pra todo o sempre a sua cura, a sua redenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;___&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S9oXAueGm0I/AAAAAAAAAO0/aPhYkOzOLKM/s1600/27-01-09_1426.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S9oXAueGm0I/AAAAAAAAAO0/aPhYkOzOLKM/s320/27-01-09_1426.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Você tem a certeza que faz parte de um ciclo quando não sabe mais o que lhe pertencia (antes) e o que passou a pertencer (depois) de entrar nele. Com a gente é assim, essa história de amor sem começo, meio ou fim, quanto orgulho de ter você pra mim. E meus olhos, agora cheio de lágrimas, choram a sua dor, que também é minha e a minha dor, que também é sua. Choram também todas as alegrias que você aí, que mesmo localizada a quilômetros de distância de mim, me toca como muitos ao meu lado não tocaram ainda, não tocarão jamais. Sabe por quê? Porque eu escuto na sua voz do outro lado da linha o que eu preciso para me acalmar, porque você não está ao lado e sim do lado (de dentro), você sabe... Eu sei que você sabe, eu sempre tive o sangue vermelho, branco e azul, a genética o fez assim, com uma "baianidade" nossa. Mas, o meu coração pulsa assim no&amp;nbsp;ritmo&amp;nbsp;do Olodum e tem uma explicação: VOCÊ! Minha boneca, minha baeana, minha Sex, meu orgulho, minha BFL, meu poema e minha prosa. Você, Fernanda Rodrigues Leal. Você que tem até no nome a maior qualidade que um ser humano pode ter, eu te amo! Eu te amo para sempre. E nem sei porque o digo, já que num ciclo não cabe o fim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Da sua e sempre sua,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Boneca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-697143541699236055?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/697143541699236055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=697143541699236055' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/697143541699236055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/697143541699236055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/04/doce-redencao-de-quatro-maos.html' title='A doce redenção de quatro mãos.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S9oXAueGm0I/AAAAAAAAAO0/aPhYkOzOLKM/s72-c/27-01-09_1426.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8972452491771143284</id><published>2010-04-13T19:34:00.000-03:00</published><updated>2010-04-13T19:34:59.551-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Escre(vi)vendo. ♥</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Escrevo porque minha alma grita ao entardecer, quando o crepúsculo toma meu céu azul e só o devolve no outro dia, na madrugada ela está ferida pela ausência de cor e chora. Escrevo para o alívio, nunca para a compreensão - o entendimento cabe na palma da minha mão e a dúvida ocupa todo o horizonte. Não escrevo apenas para que me leiam, embora seja esta uma das mais agradáveis conseqüências, escrevo para vomitar o que está preso na garganta desde sempre, como se o papel fosse a pia de um banheiro imundo que me causasse uma ânsia imensa de verdades nunca ditas por mim a ninguém e naquele momento eu sinto subir tudo de forma súbita, perco o controle sobre mim e escrevo (vomito). Escrevo também para que a sensação de liberdade me tome pelos braços, me coloque sob suas asas – é que na escrita eu tenho a forma que eu quiser, posso ser bruxa ou fada, amante ou amada, palhaço ou piada. Escrevo como se caminhasse por uma estrada infinita rumo ao desconhecido, escrevo como se conhecesse o céu e minha casa ficasse na lua. Escrevo porque ouvir, muitas vezes machuca, então coloco no papel o que eu mesma não tenho coragem de me dizer ou temo que me digam e, na escrita ainda posso me consolar, calar meu pranto. Escrevo por distração, eu posso viajar no mundo magnífico que criei com as palavras, curo meu tédio sem receio de me perder no vale do medo, é que nesse mundo encantado que criei agora, o deixei de lado de fora. Escrevo por fé, acredito que as palavras são capazes de qualquer coisa e nelas, são. Escrevo porque ainda não me deram uma varinha de condão, o caminho do perdão e não me tiraram o medo da escuridão. Escrevo para dar cor ao que é branco e sem graça, rabisco minha letra nesse papel cru e sem vida, nunca lhe contaram uma história antes de dormir, como poderia ele ser feliz? Escrevo para não encher a cara, essa tua cara gorda de bolachas. Escrevo para calar o que foi ontem e deixar ali no passado – gravado – para poder folhear as mil histórias que contei quando quiser e um dia, talvez, eu possa arrancar essa folha e fazer com que você engula - as palavras não voltam atrás. Escrevo para ser presente e não deixar de existir no dia em que morrer, como se não tivesse tido importância alguma, vivido nada e sido apenas uma ilusão, um pensamento insano durante um devaneio que ninguém sabe se realmente existiu. Escrevo para contar e ser história. Escrevo porque duvido que meu sangue seja constituído da mesma forma que todos os outros, penso que deve correr a arte ainda sedenta e sem forma - pronta para vir à tona - em minhas veias. Escrevo em verso e em prosa, para soar como música ou exilar o sufoco, para fazer companhia ou me deixar sozinha. Escrevo porque ainda me resta essa opção, ainda não me proibiram de ser &lt;st1:personname productid="em palavras. Escrevo" w:st="on"&gt;em  palavras. Escrevo&lt;/st1:personname&gt; pelo meu pranto e pela minha glória. Escrevo passado, conto presente e invento o futuro. Escrevo para não beber conhaque, para não rir do sotaque e para não arrancar-te o cavanhaque. Escrevo o que não falei, o que já chorei e o que nunca menti. Escrevo porque ainda pisco, sorrio e choro. Escrevo porque o ímpar ou par aqui não importam. Escrevo o que dispensa compreensão. Escrevo o que não cabe no abraço e calo o que não sei &lt;b&gt;(d)&lt;/b&gt;escrever. Escrevo porque meu coração pulsa ou pulsa porque ainda escrevo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;___&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Olá galera da blogosfera. Devo primeiro me desculpar pela ausência que vem sendo tamanha. Tenho vários textos para postar e não tenho tempo. Minha vida tá sendo corrida, mas sabe quando você sente que realmente não pode reclamar de nada? Que todas suas preces estão sendo atendidas? É claro que sempre tem uma coisa ou outra fora do lugar, mas não é nada que esteja me abalando. Quero dizer que daqui para frente o meu tempo para esse blog estará cada vez mais escasso, afinal eu estou no terceiro ano, tenho um super TCC a ser desenvolvido (porque eu estudo em escola técnica), vestibular no fim do ano e agora um namorado dengoso para cuidar, então já sabem né? Mas, eu &lt;b&gt;prometo &lt;/b&gt;que virei aqui quantas vezes meu relógio e minha inspiração me permitir. O que quero contar a vocês é que eu estou com um blog "novo". Bem, não é novo de todo o jeito. Criei ele em janeiro, mas são poucas as pessoas daqui que já tiveram acesso, o nome dele é&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.meusversostortos.blogspot.com/"&gt;Meus Versos Tortos&lt;/a&gt;. Onde eu publico poemas de minha autoria, só tem um até agora que não é meu, mas foi feito para mim por uma pessoa muito importante, a minha boneca &lt;a href="http://www.sopadeentrelinhas.blogspot.com/"&gt;Fernanda Leal&lt;/a&gt;. E por ser lindo demais e em minha homenagem, eu coloquei lá. Todas as visitas por lá serão sempre muito bem vindas, mas os comentários para a felicidade dos preguiçosos estão trancados, porque eu não quero ter a obrigação de responder ninguém... Quero postar lá só por postar, até porque eu não tenho tempo nem de cuidar daqui direito, mas críticas, sugestões, elogios e afins são sempre bem vindos, pode mandar pro scrapbook do orkut ou por aqui mesmo. Prometo também que assim que eu conseguir eu coloco um "selo" dele ali do lado para facilitar o acesso. Mas, vocês podem&amp;nbsp;segui-lo. Ele é muito bonzinho e não morde ninguém. Acho que por hoje é só. Respondê-los-ei, meus pequenos gigantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Um beijo enorme, um abraço carinhoso e uma vida de luz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Pequena.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8972452491771143284?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8972452491771143284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8972452491771143284' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8972452491771143284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8972452491771143284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/04/escrevivendo.html' title='Escre(vi)vendo. ♥'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4104616172831649426</id><published>2010-03-24T15:17:00.004-03:00</published><updated>2010-03-24T16:19:54.237-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Clichê.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu cambaleava pela avenida principal como uma bêbada, embriagada pela sua voz. Ela ainda ecoa em meus pensamentos, eu ainda posso te ouvir sem muitos esforços, se você quer que eu seja sincera - sem esforço algum. Eram exatamente 4:40 da madrugada, sei porque balancei a cabeça na tentativa de expulsar o pensamento e o digital no meio da avenida estava marcando esse horário. Estava escuro e o sereno da madrugada me cobria feito um manto, mas não me trazia paz, nem medo. Era uma dessas sensações confusas, talvez uma ressaca moral proveniente de algumas doses a mais da sua voz ao pé do meu ouvido, me falando de coisas totalmente comuns à completamente malucas ou até mesmo um dos sintomas de abstinência, não posso afirmar com absoluta certeza afinal nunca havia sentido nenhuma das duas coisas antes, mas estava sendo desta forma. Da mesma forma que eu pensava que aconteceria nesses casos. Desculpe-me se te digo isso dessa maneira, mas você acha que eu tenho algum tipo de culpa? Escolhi ser atordoada por pensamentos em você a essa hora? Às quatro e quarenta? Eu andei mais um quarteirão e meio, o telefone tocou e o identificador de chamadas lhe denunciou: era o seu número. Eu atendo, mas necessito tanto me embriagar outra vez com mais uma dose do som da sua voz, preciso tanto colocar um ponto final em minha abstinência que eu não consigo sequer me prender ao que você fala, dar sentido as coisas é completamente impossível e eu só ouço a sua voz. Fazer sentido por quê? Se o que me importa é sentir? Caminhei na avenida com o celular grudado no meu ouvido, não tenho noção de quanto tempo se passou já que o relógio já tinha se perdido em meio aquela imensidão, perdi-me também na conta, não sei quantos carros passaram por mim, quantos buzinaram. Estava eu assim tão desvairada? Era tão visível a minha loucura? A mesma estaria estampada em neon na minha testa? O dia amanhecia e você ainda falava. Falava de coisas das quais nunca ouvi na vida, de coisas que nunca me preocupei, de coisas que se qualquer outra pessoa começasse a falar eu pediria sem pensar duas vezes para que parasse porque eu não estava com paciência para ouvir. E quem disse? Eu ouvi tudo. Sem entender nada. Chegando ao meu prédio eu te interrompi de uma maneira totalmente indelicada e percebi que você recebeu aquilo como um soco na boca do estômago, eu não poderia te ver afinal era o telefone o meio que me fazia ouvir a sua voz, mas percebi sua respiração falha ao me ouvir dizer:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;- Pensei em você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembro de você me respondendo com uma interjeição, totalmente desajeitado e eu fiquei sem graça, mas tive de repetir para me certificar de que você teria realmente ouvido, de que não havia acontecido uma interferência na ligação no exato momento em que eu vomitei aquela confissão, então, ainda que quase sem força e sem voz eu repeti pausadamente:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;- Eu... Disse... Que... Pensei em você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A cada pausa eu tomava fôlego ao mesmo tempo em que me perguntava se eu estava mesmo te contando. Mas, acabei percebendo que você recebia a notícia como um soco na boca do estômago, de maneira que te deixava atordoado, porque era exatamente dessa forma que eu a entregava, no mínimo como um bofete, com os cinco dedos estalados sobre a sua face, cheia de pressa. A pausa não aconteceu enquanto eu repetia a parte mais importante, a confissão, o “pensei em você”. Lembro que você quis que eu contasse como e por que tinha acontecido. Chamei-o de tolo, mentalmente é claro. Como explicar porque me ocorreu um pensamento? De que planeta veio você?, Quis dizer. Mas, não disse. Sinto-me alegremente atordoada com essa confusão de pensamentos que acontece &lt;st1:personname productid="em mim. Não" w:st="on"&gt;em mim. Não&lt;/st1:personname&gt; entendo e não busco a compreensão, penso que um pouco de insanidade corroendo o meu cérebro far-me-á bem, ou pelo menos ajudar-me-á a esquecer as coisas sérias que cabem dentro de uma sanidade que eu nunca busquei. Você insistiu de uma forma tão encantadora que eu contei-lhe todos os detalhes dos quais me lembrava, inclusive do relógio no meio da avenida marcando 4:40. Você ria e eu ria. Éramos dois bobos ao telefone, nos embriagando do que não era palpável. Mas era uma droga tão alucinógena quanto qualquer outra que você tenha conhecimento. Eu só não contei que vi o relógio porque queria expulsar você dos meus pensamentos, você se sentia tão feliz e eu me sentia tão feliz que resolvi deixar isso de lado, quebrar o encanto por um detalhe sórdido não nos faria bem. Penso que não fiz mal, mas se te perguntasse&amp;nbsp; o que você pensa, será que me responderia “Penso em você”? Eu não sei a resposta para essa pergunta ou devo dizer que neste exato momento não sei de mais nada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Sei apenas de poucas coisas. Essas tolas que enchem nossa vida de cores, nossa morte de vida. Essas mesmas que te fazem afundar a cabeça no travesseiro com a mesma vontade que enfia debaixo do chuveiro, só que por motivos opostos. O primeiro para inundar o travesseiro de pensamentos lindos e o segundo para inundar a cabeça se livrando de pensamentos ruins. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E saiba que não temo estar assim tão boba, rindo da vida e indo dormir quando os despertadores de todas as casas que eu conheço, exceto a minha e a sua, estão convidando todos eles a se levantar, a brindar o sol ou (e mais perfeitamente compreensível) maldizer a semana que começa com o pé esquerdo, bem cedinho numa segunda-feira. Afinal, eles estão com um gosto amargo na boca, de mágoa, medo ou vingança. Mas, eu não. Eu vou dormir com o efeito alucinógeno da sua voz mais uma vez repousando sobre o meu corpo e me trazendo lindos sonhos, sonhos azuis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4104616172831649426?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4104616172831649426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4104616172831649426' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4104616172831649426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4104616172831649426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/03/cliche.html' title='Clichê.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3820278568697618608</id><published>2010-02-16T10:34:00.002-02:00</published><updated>2010-02-16T10:37:43.224-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>A vinda da vida, bem viva, bem vinda!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Entra, deixa do lado de fora os teus sapatos e as tuas mentiras. Entra, mas bota pra fora toda essa verdade que anda tão apagada e escondida. Faz da minha casa a tua morada, o lugar onde você descansa essa tua alma tão calejada, tão cansada. Eu seco teu pranto, te cubro com manto de paz, te aceito com a condição de que você jogue todas as tuas mentiras janela a fora, mar adentro. Cansam-me esses teus sorrisos falsos e sem nenhum brilho, até sua tristeza pode me comover mais que isso. O encanto doce que a realidade pode ter, pode sim! É só você querer, tenho querido tanto e você, quer? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não promova mais nenhum show com personagens de mentiras, recuso-me a conhecê-los, ainda se você acreditasse neles. Se não acredita, porque ainda insiste, persiste nessa mentira desvairada, na sua cara deslavada com essa sede desenfreada pelo que parou no tempo passado? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Te envolvo no meu abraço, te dou o meu sorriso e vendo todas essas fantasias podres que você custou a se livrar. Ofereça tua outra face se quiserem te bater, exponha sua alma e sinta o cheiro da essência que o teu calor emana. Se é teus, por que tens medo? Te direi que essas fantasias da dor não servem para nada, sofrer pelo que virá a ser não adianta, não ameniza tampouco cura essa dor que você inventou, só aumenta, como um dedo enfiado na ferida que sangra e se abre mais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Entre na dança, baila comigo. A noite começou e não pode terminar sem o brilho triunfal dos seus olhos depois da libertação. Você é tão livre quando um pássaro, uma borboleta ou um sonho, mas você é verdade. A minha verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora que você não ouve mais o canto dos malditos, nem a gravidade pode trazer você para baixo, para o chão. Cuida com carinho e paixão do branco sublime e brilhante das tuas asas, elas não estão mais presas e não serão cortadas. Não se assuste nem se convença com os que se aproximarão de ti, assim como você eles estarão sob o efeito da hipnose que sua voz causa e não entenderão coisa alguma, não te levarão embora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tira teu coração da estante, está empoeirado e cansado, ameniza a dor do velho com o agora sem pretensões futuras. O hoje bem vivido é o melhor presente que você pode se oferecer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Odoiá! Seus cabelos de Iemanjá marcam tua vinda, o vestido azul, curto e bonito convida a menina dos meus olhos a entrarem na sua dança, seus movimentos de quem há muito aprendeu a voar, mas só agora saiu da gaiola. A alegria plena que a só a liberdade de ser o que se tem vontade pode trazer. Que só você pode se presentear. Júbilo! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O amargo do seu fel que sustentava seu inferno se faz doce porque a ilusão bate na sua porta, mas você a convida a se retirar. Aprendeu rápido a enxergar o que te faz bem! E eu de pé aplaudo não o que você foi, ou o que você poderia ser... Mas, o que você é!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S3qQ19Qc86I/AAAAAAAAANs/EHGWmesMPf0/s1600-h/17fb5f1edd8438a7e5814350e77b24728eec6251_m.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S3qQ19Qc86I/AAAAAAAAANs/EHGWmesMPf0/s320/17fb5f1edd8438a7e5814350e77b24728eec6251_m.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Linda, bem vinda. Bem viva. Sejas viva, seja vida em mim!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3820278568697618608?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3820278568697618608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3820278568697618608' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3820278568697618608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3820278568697618608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/02/vinda-da-vida-bem-viva-bem-vinda.html' title='A vinda da vida, bem viva, bem vinda!'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S3qQ19Qc86I/AAAAAAAAANs/EHGWmesMPf0/s72-c/17fb5f1edd8438a7e5814350e77b24728eec6251_m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-6730029157514577773</id><published>2010-02-04T19:21:00.000-02:00</published><updated>2010-02-04T19:21:34.972-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Confesso.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Acordei &lt;b&gt;me sentindo culpada&lt;/b&gt; por ainda não ter enviado o seu presente e ao mesmo tempo com uma felicidade inquietante que me deram a sensação de possuir &lt;i&gt;borboletas lilás&lt;/i&gt; voando dentro da minha barriga, um sorriso colado na face com super cola e bom dia, com muita alegria. Alegria essa que é impossível de descrever-te. O que são três anos para aqueles que tiveram vidas antes, terão esta e outras depois? Pode não parecer muito tempo para uns ou muito tempo para outros, mas para mim, bê, não importa se é muito ou pouco, para mim as únicas coisas que importam a cerca destes três anos foram as coisas incríveis que você me fez sentir. Quando você me conheceu eu não tinha só idade de menininha, eu era uma menininha mesmo, coberta de sonhos e de idealizações, talvez isso soe de uma maneira incansavelmente triste, mas todos esses escorreram pelo vão dos meus dedos e escaparam de mim, eu os segurava com tanta força que devo tê-los assustado. Mas, a menininha cresceu muito rápido. A sua bebê virou uma mulher e você sabe disso. O que me fez crescer tanto assim? Talvez isso seja assunto para outra longa história, ou não. O que me fez crescer assim foi assistir pessoas do meu lado sendo gente grande e as vezes caindo e precisando do apoio de gente grande, foi ver as pessoas grandes do meu lado querendo pessoas grandes para conversar. Embora pareça estranho, essa gente grande que nasceu em mim não matou e nunca levará a extinção a menininha, aquela que fica andando pelos cômodos da casa toda vez que o tal de bê liga para ela, toda vez que ele fala:&lt;i&gt; Você é a melhor coisa que me aconteceu&lt;/i&gt;. E sabe por quê essa menininha vem a tona cada vez que te vê? Porque você enxerga as cores que existem dentro de mim, porque não te importa se minúscula, pequena, grande ou gigante, importa que seja eu e isso me deixa muito feliz. E eu também não importo a forma que você venha a mim, o importante é tiver chegar e assim poder abrir aquele sorriso imenso que você conhece direitinho, a janela da alma, mas eu não penso que conheça apenas a janela da minha alma, acredito que você conheça a alma toda e todas elas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sorriso você viu muitas vezes, o que você nunca tenha visto foram as lágrimas, confesso que não foram poucas, nem foram poucas as vezes que eu jurei nunca mais. Só que é impossível nunca mais falar com você, nunca mais olhar para tua cara, nunca mais lhe sorrir. Porque eu gosto da tua presença, da tua voz, das tuas brincadeiras, do teu sorriso, das tuas palavras, gosto? Não, não gosto. Eu amo. É muito amor. E o amor às vezes fere, mas a cada ferida curada ele se fortalece e cresce, cresce. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E durante os três anos eu também não fui fácil. Joguei todas as coisas pro alto, briguei por motivos banais e te tratei de maneira grosseira. E as coisas boas não têm mais valor que isso? Claro que sim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembro-me vi pela primeira vez o Chu, o gato mais lindo do mundo. Eu me apaixonei a primeira vista pelo meu filho. Lembro de quantas vezes já discutimos por futebol. Lembro-me das palavras lindas que você me dizia. Lembro-me das mensagens trocadas e me lembro do mais doce Dezembro que tive ao seu lado. Recordo-me muito bem de te ver nas coisas mais simples e contentes que apareceram na minha vida. Lembro-me dos consolos e conselhos. Me lembro de quando você foi ao show do Alex e pegou o autografo pra mim. Lembro-me de cada sorriso seu que vi. Lembro-me da barriga (...)³. &lt;b&gt;Lembro-me e nunca haverei de esquecer o amor incondicional que eu criei por ti,&lt;/b&gt; como quem alimenta um filho ou um ente querido eu alimentei, alimento e alimentarei sempre esse amor que sinto por você e ele aumenta toda vez que você diz ser eterno. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essa nossa história que já seguiu por tantas tramas e já teve o caminho tantas vezes desviados haverá de ser sempre linda. O que nunca conseguirão desviar será o meu sorriso do seu olhar. Eu te amo bê! Parabéns pelos três anos dessa coisa que nós nem sabemos que nome dar, passa de amizade, isso já é irmandade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Eu te amo bê.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S2s6DdgT4AI/AAAAAAAAANo/zQzYZ1xrHj8/s1600-h/DSC04962.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S2s6DdgT4AI/AAAAAAAAANo/zQzYZ1xrHj8/s200/DSC04962.JPG" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;Talvez todas as coisas que eu disse já sejam suficientes, mas eu ainda preciso dizer: &lt;b&gt;Obrigada por esses três anos, Caio! Você é incrível e eu te amo, sempre haverei de amar. ;**&lt;/b&gt; E sim, aí em cima é a prévia do seu presente. ;))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-6730029157514577773?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/6730029157514577773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=6730029157514577773' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6730029157514577773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6730029157514577773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/02/confesso.html' title='Confesso.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S2s6DdgT4AI/AAAAAAAAANo/zQzYZ1xrHj8/s72-c/DSC04962.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3249548778525404419</id><published>2010-02-02T20:04:00.000-02:00</published><updated>2010-02-02T20:04:37.343-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>Loucos e santos.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, &lt;i&gt;mas pela pupila&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. &lt;br /&gt;Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. &lt;br /&gt;Deles não quero resposta, quero meu avesso. &lt;br /&gt;Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. &lt;br /&gt;Para isso, só sendo louco. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. &lt;br /&gt;Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. &lt;br /&gt;Meus amigos são todos assim: &lt;i&gt;metade bobeira, metade seriedade. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. &lt;br /&gt;Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Não quero amigos adultos nem chatos. &lt;br /&gt;Quero-os metade infância e outra metade velhice! &lt;br /&gt;Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. &lt;br /&gt;Tenho amigos para saber quem eu sou. &lt;br /&gt;Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S2ig-klvXsI/AAAAAAAAANk/vIw3WCfa6lI/s1600-h/74.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S2ig-klvXsI/AAAAAAAAANk/vIw3WCfa6lI/s320/74.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Fotografia por Pâmella Coracim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Oscar Wilde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque nós, eu e meus amigos, preferimos o prefixo a de anormal ao in de infeliz. Pense nisso. ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3249548778525404419?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3249548778525404419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3249548778525404419' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3249548778525404419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3249548778525404419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/02/loucos-e-santos.html' title='Loucos e santos.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/S2ig-klvXsI/AAAAAAAAANk/vIw3WCfa6lI/s72-c/74.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8626163998354554032</id><published>2010-01-27T10:40:00.000-02:00</published><updated>2010-01-27T10:40:58.858-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>A Moça.</title><content type='html'>Uma moça vestida de azul, &lt;b&gt;sentada no chão de uma praça sem lago. Ela está descalça,&lt;/b&gt; embora faça frio. Não poderias saber nada de mais absoluto sobre ela, &lt;b&gt;a não ser ela própria.&lt;/b&gt; Fazendo perguntas, tu ouvirias respostas. &lt;b&gt;Nas respostas ela poderia mentir, dissimular, e a realidade que estava sendo, a realidade que agora era, seria quebrada.&lt;/b&gt; Pois, não fazendo perguntas, tu aceitarias a moça completamente. E descobririas que as coisas e &lt;b&gt;as pessoas só o são em totalidade quando não existem perguntas,&lt;/b&gt; ou quando essas perguntas não são feitas. Que a maneirar mais absoluta de aceitar alguém ou alguma coisa seria justamente não falar, não perguntar - mas ver... &lt;b&gt;Em silêncio.&lt;/b&gt; E assim, aos poucos, &lt;b&gt;ela se esquece dos socos,&lt;/b&gt; pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - &lt;b&gt;que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca&lt;/b&gt; - levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário... por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, &lt;b&gt;na sua alma&lt;/b&gt;, na sua essência. &lt;b&gt;E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda.&lt;/b&gt; Ela que fala com o coração e &lt;b&gt;sabe que o amor, não é qualquer um que consegue ter.&lt;/b&gt; Ela é a &lt;b&gt;sensibilidade&lt;/b&gt; de alguém que não entende o que veio fazer nessa vida, mas vive. &lt;b&gt;E tinha anjos da guarda, um de cada lado&lt;/b&gt;. Fazia muito tempo que ela não tinha vontade de sorrir &lt;b&gt;para nada nem para ninguém&lt;/b&gt;, então era extraordinário que ele conseguisse perturbar assim os cantos dos lábios dela. Ela dorme segura protegida no ombro dele, ela via seu rosto muito próximo. &lt;b&gt;Esse era o sonho,&lt;/b&gt; nada mais. &lt;b&gt;Intrincados, a ponto de um tornar-se ao mesmo tempo fundo e superfície do outro.&lt;/b&gt; Nunca outros homens foram, eram nem seriam aquele, e ela sabia que &lt;b&gt;de maneira alguma poderiam ser,&lt;/b&gt; ainda que fingisse com o máximo de empenho. Esse é o maior problema dos desejos, &lt;b&gt;eles não aceitam não como resposta. Ela só coloca um ponto final nele se for até o fim.&lt;/b&gt; Para matar um desejo &lt;b&gt;é preciso viver, nem que depois você morra junto com ele. Não ela não era tola. Mas como quem não desiste de anjos, fadas,&lt;/b&gt; cegonhas com bebês, ilhas gregas e happy-end’s cinderelescos, &lt;b&gt;ela queria acreditar.&lt;/b&gt; Ela era mais que linda. &lt;b&gt;Era viva, sarcástica, tensa, confusa. Meio desmedida. &lt;/b&gt; Era rainha. De uma beleza cegante, só concedida aos que - como ela - &lt;b&gt;têm a coragem de jogar-se nas aventuras do amor. Que também pouco importa, pode ser real ou ilusório.&lt;/b&gt; Ria sozinha quase sempre, &lt;b&gt;uma moça magra querendo controlar a própria loucura&lt;/b&gt;. Corajosa pela &lt;b&gt;audácia de ser pequena e fraca em meio a coisas rudes, maiores do que ela&lt;/b&gt;. Sua voz era maior do que ela, &lt;b&gt;e mais forte que todos os demônios soltos pela casa&lt;/b&gt;. Para manter eterno o verão atrás da janela, ela cantaria até o amanhecer. &lt;b&gt;A moça sorria e ficava um pouquinho alegre.&lt;/b&gt; De noite, antes de dormir, ela olhava o retrato, dava um beijo nele &lt;b&gt;e ficava outro pouquinho alegre. Tua estrela é muito clara, ela tem sinais bons na testa.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;- Dorme, só existe o sonho. Dorme, meu filho. &lt;b&gt;Que seja doce.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caio Fernando Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse texto foi feito por mim com trechos escritos por ele, &lt;i&gt;&lt;b&gt;com alterações minúsculas&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Não copie sem antes me constatar e óbvio, dê os devidos créditos. Ao grande e a pequena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8626163998354554032?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8626163998354554032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8626163998354554032' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8626163998354554032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8626163998354554032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/01/moca.html' title='A Moça.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2317597904356374893</id><published>2010-01-16T10:48:00.000-02:00</published><updated>2010-01-16T10:48:09.092-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Menino.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Menino esquisito&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que me olha bonito&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E deixa o meu coração aflito&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quando você não está&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Moleque levado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que me abraça apertado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E assiste encantado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O meu breve suspirar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Te peço que me leve&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas, não me atropele&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se no meio do caminho&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu quiser descansar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sinto muito menino&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;É meu jeito moleca&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;De não deixar pedras&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Me derrubar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Menino me olhe&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Menino me escute&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu não sei muito bem&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O que eu vou te falar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Te conheço menino&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Como a palma da mão&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E o meu coração&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Você passou a habitar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Desde quando menino&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Os teus lábios sorrindo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu vi meu nome a chamar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #d9d2e9;"&gt;___&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Oi meus amores, demorei sim! Mas, cheguei... Depois de quase um mês sem postar eu tive vontade de escrever de novo aqui. Vontade talvez não seja a exata palavra, eu estava sem inspiração. Quem será o menino? haha. É meu querido e grande amigo &lt;b&gt;Caio&lt;/b&gt;. Mais conhecido como bê né? Já são quase três anos. Logo, logo teu presente estará em mãos, meu menino. Que é mais velho que eu, mas isso é detalhe. Te amo bê, obrigada por tudo! E pessoas daqui, vou responder-lhes. ;*&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2317597904356374893?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2317597904356374893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2317597904356374893' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2317597904356374893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2317597904356374893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2010/01/menino.html' title='Menino.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2935879445590817219</id><published>2009-12-20T21:15:00.000-02:00</published><updated>2009-12-20T21:15:58.316-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memês'/><title type='text'>Memê de fim de ano!</title><content type='html'>Eu vi o memê no blog da Becka, o &lt;a href="http://www.pensamentosaleatorios.blogger.com.br/"&gt;Pensamentos aleatórios&lt;/a&gt; e logo ela me chamou no MSN, estavamos conversando quando ela revelou que pensou em ter me indicado o memê e disse que se eu quisesse poderia fazê-lo, como eu queria mesmo alguma coisa pra fechar o ano com chave de ouro, eu resolvi fazer! Vamos ver o que vocês acham... Becka! Obrigada, minha linda. ;) &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Dez coisas para 2010&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;1º&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Me formar:&lt;/b&gt; 2010 é se Deus quiser o ano que eu me formo no colegial. Deus sabe o quanto eu quis estar naquela escola, mas como dizem sempre: &lt;i&gt;Entrar é fácil, difícil é sair com o diploma&lt;/i&gt;. E eu pretendo sair sem repetir de ano nem uma vez. Deus me abençõe. &lt;b&gt;(yn)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2º Teatro: &lt;/b&gt;Apesar de amar escrever, eu sou uma pessoa extremamente TÍMIDA, ok? Então, quando vocês me elogiam aqui, minhas bochechas ficam rosadas e eu quase sumo. Mesmo assim, acho super interessante, o problema maior é lidar com pessoas novas. Então, pretendo começar aulas de teatro pra deixar a arte extravasar e me libertar um pouco da timidez, amém.&lt;b&gt; ;)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3º Mudanças no Pequena: &lt;/b&gt;Preciso criar vergonha na cara e criar um layout só do Pequena. Já que agora eu entendo um pouco de HTML. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;4º Adquirir um Lord:&lt;/b&gt; Eu adoro cachorros, desde que eles sejam pequenos e sejam meus ou de alguém que eu conheça bem. haha! E Lord é o nome do meu futuro cachorro que eu ainda não escolhi a raça. Homo sapiens está fora de cogitação, ok? E tem que ser macho, ninguém vai substituir minha Lady.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5º Fazer mais post's:&lt;/b&gt; Preciso me dedicar mais ao Pequena, ao Portal, ao Meninas Antenadas, ao Estouro em Palavras... e ao "J_everything" também. haha.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6º Ganhar um Wi:&lt;/b&gt; Que eu sou uma criançona não precisa ter muito mais que um tico e um teco pra descobrir né? E eu adoraria passar horas brincando com a nova mania dos viciados em VG.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7º Dar andamento ao "Um dia Frio"&lt;/b&gt;: "Um dia Frio" é o nome &lt;strike&gt;próvisório&lt;/strike&gt; do meu livro. Ou eu recomeço a escrever ou ele NUNCA vai passar de mais um sonho.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8º Organizar meus horários:&lt;/b&gt; Minha vida é uma bagunça e eu sempre deixo absolutamente tudo pra hora da morte. Eu preciso abrir mão da minha bagunça e organizar minha vida. Uma agenda bem linda ajudaria e muito, heim?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9º Deixar de ser ranzinza:&lt;/b&gt; Patada é minha rotina e algumas pessoas sofrem demais com isso, meu querido Verneckão é quem mais sofre, mas ele merece! Só quem me viu de mau-humor sabe o que é isso. O Will, costuma dizer que eu amolo a ferradura na cara dele. Pra vocês saberem o nível.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10º Matar saudade: &lt;/b&gt;Saudade é a dor maior do mundo. Se eu puder matar TODAS em 2010, ficarei muitíssimo feliz! Do meu bebê em especial seria perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu indico: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://luxodomeusilencio.blogspot.com/"&gt;Dan&lt;strike&gt;i&lt;/strike&gt;oninho.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gabizinhacastro.blogspot.com/"&gt;Gabriela&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://debbyslm.blogspot.com/"&gt;Debby&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sopadeentrelinhas.blogspot.com/"&gt;Leal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.poucodemim.com/"&gt;Dany&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu volte antes do ano acabar, quem sabe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;beijo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2935879445590817219?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2935879445590817219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2935879445590817219' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2935879445590817219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2935879445590817219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/12/meme-de-fim-de-ano.html' title='Memê de fim de ano!'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5535533936701961492</id><published>2009-12-12T14:10:00.000-02:00</published><updated>2009-12-12T14:10:36.805-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>A espera.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Como eu ando sem criatividade e não suporto a ideia de abandonar o "Pequena" eu resolvi fazer uma nova releitura do Capinejar, por que&amp;nbsp;ele tem talento. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Tudo acontece&amp;nbsp;tem um propósito e você, é o meu.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não me importo de esperar você decidir entre ver jogo no sofá comigo, ou no estádio comigo. Não me importo de esperar as prorrogações que me agoniam infinitamente para que você só então possa dizer: &lt;em&gt;"Eu te amo, você é a minha pequena."&lt;/em&gt;&amp;nbsp; Não me importo de esperar você terminar a sua tese gigantesca para defender aquilo que você acredita, para então dizer que eu concordo com você, porque é muito bom ouvir a sua voz e o seu jeito de &lt;em&gt;“Yes, baby. I’m correct”&lt;/em&gt; é muito sedutor. Não me importo de esperar o ano inteiro para ouvir de novo o discurso de almas gêmeas no dia do &lt;strong&gt;nosso&lt;/strong&gt; aniversário. Não me importo de esperar ansiosamente o seu dia de trabalho terminar para poder perguntar como tudo aconteceu. Não me importo de esperar a chuva passar espremida no seu abraço que me traz segurança. Não me importo de ter esperado dois anos de convivência com você para descobrir que sim, você é o homem da minha vida, você será o pai dos meus filhos. Não me importo de esperar a aprovação dos seus amigos e nem de ter que sorrir pra eles. Não me importo de ter que esperar você terminar de comer a pizza de marguerita para dizer que esse não era o meu sabor favorito. Não me importo de ter esperado 16 anos da minha vida para descobrir o significado da palavra amor, porque eu descobri do seu lado e isso torna as coisas mais prazerosas. Não me importo de esperar a vida toda pra te ver sorrir. Não me importo de esperar você checar se as coisas estão do seu jeito, exatamente do seu jeito. Não me importo em esperar você terminar de dizer que eu tenho nome de traveco para te encurralar com uma piadinha bem &lt;em&gt;pior&lt;/em&gt;. Não me importo em esperar que você pare de enumerar meus mil defeitos de garota mimada se depois disso vier aquele: &lt;em&gt;“Mas eu te amo de qualquer jeito e ainda assim você é tudo que eu sempre quis.”&lt;/em&gt; Não me importo nem um pouco de esperar que você termine o seu discurso ateu, se depois dele você dizer que foi &lt;strong&gt;Ele&lt;/strong&gt; que nos aproximou. Não me importo de esperar a noite toda velando seu sono e contando quantas vezes você chamou meu nome. Não me importo de esperar você contar todos os seus problemas para eu poder afirmar que tudo vai dar certo, porque você me ensinou isso. Não me importo de esperar que o filme acabe para namorar. Não me importo em esperar você dormir para te cobrir outra vez. Não me importo em esperar você assistir os programas de esporte para depois dar uma volta. Não me importo de esperar que você responda as mensagens que você demora anos para checar. Não me importo de esperar todas as escalas de vôos, porque quando eu chegar em casa, você vai me abraçar e me levar pra caminhar de mãos dadas. Não me importo de esperar que o ciúme desapareça e volte a me ver como eu de fato sou, &lt;em&gt;somente sua&lt;/em&gt;. Não me importo de esperar tocar a nossa música no show, para depois voltar para casa, mesmo estando exausta e mesmo que essa música seja a última. Não me importo de esperar a sua euforia ou raiva passar quando os nossos times se enfrentarem e o resultado não for um empate. Não me importo de esperar você chegar de viajem para mostrar as mil coisas que eu fiz enquanto a saudade me consumia.&amp;nbsp;Não me importo em esperar um elogio. Não me importo em esperar quando você pede para que eu o faça. Não me importo em esperar que sua ex saia da mesa, para que você cante pra mim: “&lt;em&gt;Não se ofenda com meus amores de antes, todos tornaram-se ponte pra que eu chegasse a você”&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;♫.&lt;/span&gt; Não me importo de esperar a revelação da surpresa. Não me importo de esperar suas discussões bobas, nem o seu silêncio. Não me importo de esperar você recuperar o fôlego para perdê-lo em outro beijo. Não me importo de esperar você sorrir sem graça depois de uma piada do mesmo gênero. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O que eu quero dizer é que você não precisa ter pressa. Nunca estará atrasado, porque eu espero a vida inteira por você, se necessário.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://beforeesunsett.wordpress.com/2008/07/01/pontualidade/"&gt;Texto Original.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;___________________________________________________________________________&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A razão de machucar tanto essa separação é porque &lt;em&gt;nossas almas são conectadas&lt;/em&gt;. Talvez sempre foram e sempre serão. Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta e em cada uma delas nós nos encontramos. E talvez em cada uma delas, nós fomos forçados a nos distanciar pelas mesmas razões. Isso significa que este adeus é um adeus pelos mil anos passados e um prelude do que virá. Quando eu olho para você, eu vejo sua beleza e graça e eu sei que ela aumentou a cada vida que você viveu. &lt;em&gt;E eu sei que eu gastei cada vida antes dessa procurando por você. Não alguém como você, mas você&lt;/em&gt;. &lt;strong&gt;Porque nossas almas sempre devem estar juntas&lt;/strong&gt;. E por alguma razão que nós desconhecemos, fomos forçados a dizer adeus. E eu posso te dizer que o tudo estará trabalhando por nós, e eu prometo e farei de tudo para me certificar disso. Mas se nós não nos encontrarmos mais e esse for verdadeiramente um adeus, eu sei que nós nos veremos outra vez em uma outra vida. &lt;em&gt;Eu sei que nós nos encontraremos em outra vida&lt;/em&gt;. Nós vamos nos ver de novo, e talvez as estrelas tenham mudado, e &lt;strong&gt;nós nos amaremos não só por essa vida, e sim por essa e todas as outras que vivemos antes&lt;/strong&gt;."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;The Notebook&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;___________________________________________________________________________&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Possivelmente para vocês a minha releitura não tenha nada a ver com o trecho na íntegra do Filme, mas... quem tem que saber, sabe que tem muita ligação. Sinto saudades do nosso cantinho! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Beijos pra vocês amados. Agora que estou de férias vou me empenhar mais pra ficar por perto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;Pequena.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-5535533936701961492?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/5535533936701961492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=5535533936701961492' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5535533936701961492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5535533936701961492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/12/espera.html' title='A espera.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2041571588463414836</id><published>2009-11-28T19:27:00.002-02:00</published><updated>2009-11-28T19:49:03.287-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Parte II</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://10mark.blogspot.com/2009/11/horse-with-no-name.html" style="color: #674ea7; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Horse with no name&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #8e7cc3; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;(...) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #8e7cc3; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;A sensação de vê-lo morto caído em meio ao deserto, cercado pelo vazio não me era nem um pouco formidável. Para ser sincera e talvez um pouco mais exata eu tive &lt;i&gt;medo&lt;/i&gt;, uma sensação de impotência me invadiu, embora eu fosse capaz de reverter todo aquele processo, eu me sentia impotente. O &lt;b&gt;bem&lt;/b&gt; sempre deve vencer o mal. E o mal naquele momento se fantasiava de bom, o jovem morreu acreditando que tinha sido salvo por um anjo, pobre alma. A minha vontade era de mostrar a ele tudo o que ele merecia saber, mas eu não poderia, estava no estatuto celestial que anjos não podem fazer confissões aos humanos, eu poderia ser expulsa e isso não&amp;nbsp; me convém. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #8e7cc3; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;O calor era insuportável até para mim, uma criatura alada. Procurei uma forma de encontrar o meu superior e mostrá-lo que ainda não era a hora,&amp;nbsp; de esclarecer o que naquele momento estava envolto por uma nuvem negra. Queria mostrar que a ida do jovem, para onde quer que fosse, faria outras se perderem, ele não sabia, mas sua existência era algo crucial para algumas vidas humanas. Eu vi aquela criatura indo embora montado ao cavalo e não fui vista, esperei ela tomar uma distância de segurança, me sentia frágil e incapaz (embora não fosse a verdade, era o que eu sentia) de lutar com ela, me aproximei do corpo e percebi que a alma ainda estava presa a ele, a alma do jovem era brilhante e reluzia para quem quisesse ver, minto - para qualquer criatura celestial que quisesse ver, debrucei sobre o corpo e era impossível não chorar, ele tinha sido enganado, acreditava que sua alma havia sido entregue aos anjos. De qualquer forma, não completamente enganado. Debruçada sobre o corpo, chorando sobre a face dele via minhas lágrimas se misturando ao suor sofrido que havia nele. Almas entregues em forma de oração - que seja feita a sua vontade - são almas salvas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #8e7cc3; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;Costumo ser chamada de ousadinha por outros seres celestiais, tudo deve-se ao fato que eu não posso apenas observar nada de longe, nada do que fora entregue em minhas mãos, exceto as coisas que me fazem sentir incapaz, embora eu enfrente qualquer inferno que for preciso. Afinal a &lt;i&gt;minha missão é lutar pelo céu e inferno de cada dia&lt;/i&gt;. O meu superior ouviu finalmente ao meu chamado e eu dei minhas explicações, eram necessárias já que ele era cabeça dura e eu não tinha muito tempo, não sabia por quanto tempo a alma estaria presa ao corpo, estaria ali pronta para desfazer todas as coisas que aquela criatura havia feito.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;Permissão concedida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;Confesso que me faltou força, por um instante. O brilho que reluzia da alma em forma de socorro me deixou sem reação. Me ajoelhei diante do jovem e depositei minha mão sobre o seu coração, na língua dos anjos fiz todas as preces e o devolvi a vida. Ele abriu os olhos, embora não pudesse me ver, um sorriso saiu do seus lábios e foi um grande alívio para mim. Trouxe o cavalo de volta, montada nele. Expulsei o mal daquele lugar, o jovem pensava que a moça se chamava Luana, ilusão, era Lúcifer.Tudo o que eu poderia fazer eu fiz. Me ajoelhei diante dele outra vez, após trazer o cavalo. Toquei a alma, senti a textura da inocência que a tempos não sentia e o brilho no olhar, a volta a vida,&amp;nbsp; a felicidade era algo que nenhum mal no mundo seria capaz de levar embora outra vez.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;O céu tinha dado a ele uma segunda chance. E Lúcifer outra vez havia perdido. Sempre nas formas mais encantadoras enganando os que não o conhecem. Mas diante da palavra de Deus, todo mal será vencido. Lúcifer havia sido expulso do paraíso por ser fraco e por não merecer todas as vitórias que ele teria se continuasse do lado do bem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;i&gt;Se Deus é por mim. Quem será contra mim?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;____&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;Esse texto eu escrevi pro meu amigo, Rapositcho! HUAHUAUHAHU não me mata! ¬¬ Porque ele se matou no texto do "Horse with no name" e eu prometi a ele que eu o ressucitaria. Eu demorei, mas você está vivo outra vez. E tem uma coisa que ele já disse que admira em mim, a minha fé. Então... resolvi usar uma dose dela pra homenageá-lo. Amiguinho, obrigada pelo que você fez por mim essa semana. Vou tomar vergonha na cara e responder todo mundo. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #b4a7d6; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #8e7cc3; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;,Arial,Helvetica,sans-serif; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2041571588463414836?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2041571588463414836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2041571588463414836' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2041571588463414836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2041571588463414836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/11/parte-ii.html' title='Parte II'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4125106978121652085</id><published>2009-11-21T17:32:00.006-02:00</published><updated>2009-11-21T19:07:13.694-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dá pra rir e dá pra chorar.'/><title type='text'>E o vento...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SwhTmaIABqI/AAAAAAAAAL4/Gvigtpdat1k/s1600/200154948-004.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 301px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SwhTmaIABqI/AAAAAAAAAL4/Gvigtpdat1k/s320/200154948-004.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5406663271971292834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não levou&lt;/span&gt;. A lembrança é permanente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três é um número em que o coração nunca se divide. Pude ter certeza disso quando naquela noite, observando as pessoas naquele bar um casal me chamou a atenção. Os olhos tristes dela estavam em outro lugar, ou talvez tão ali que eu não pude entender, dentro de pensamentos íntimos. Anna era possivelmente o nome dela. Ele tinha um quê de Frederico e era, ela gritou Fred. O tom de voz dele estava notavelmente chateado, conturbado. Como quem desejava, necessitava, exigia ser amado e definitivamente não era, pude perceber tudo isso quando ela foi se levantar para cumprimentar duas pessoas que haviam acabado de chegar no ambiente e ele a segurou pelo braço, de maneira grosseira, quis me meter mas não era possível. Cupidos não tocam em ninguém, miram suas flechas apenas de longe e o que tiver de ser, certamente será. Agora estou me recordando, era Anna o nome dela, era sim. Que memória horrível a minha. Mas depois de sentir o braço seguro de forma grosseira em meio a mão grande dele, ela olhou para trás, os dois se aproximavam e ela murmurou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Me solta...&lt;/span&gt; Tão baixo que talvez ele não a tenha ouvido, leitura labial era algo impossível pois era escuro o ambiente, os cochichos e a banda tocando ao fundo não ajudavam em nada na audição, eu garanto porque estava lá a procura de outras &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vítimas&lt;/span&gt;. Mesmo sem ouvir o que ela havia dito e nem ter percebido que a Anna, loura dos cabelos curtos e sorriso atraente, havia dito ele perguntou: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Você o ama, ainda o ama não é?&lt;/span&gt; Num único movimento, brusco como haveria de ser ela se soltou dele, titubeou em dar a resposta. Ela não era do tipo que gostava de machucar, não queria iludir, não queria mentir. Naquele momento quis se enfiar no meio daquele mundaréu de gente e partir, sem ao menos dizer adeus. Mas, essa não era a educação que ela havia recebido de seus pais. Ah, seus pais! Vítimas minhas, das antigas. Do tempo que eu não errava uma, assunto pra outra história. Frederico ainda tinha uma última esperança, que em meio aqueles lábios suculentos saísse um, só um: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não. O esqueci desde que te vi. &lt;/span&gt;E foi com uma frase, que ela matou a última esperança, não sei se parecia um soco brutal ou um tiro falta, mas foi só assim: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sim, o amo.&lt;/span&gt; E a alma dele murchou de uma vez só, pude ver ainda que de longe, coitado. Um mal amado a minha espera, só mais um. Só? Além de desmemoriado estou ficando maluco, existem tantos nesse mundo de meu Deus. Eu pude ver também um nó subir pela garganta dela, ela não queria ter feito aquilo. Não era de fato o gênero dela, tão meiga e tão mulher. Estonteante, estonteante sim. Se eu não fosse cupido e não soubesse que essa história de tampa da panela existe mesmo, eu estaria acidentalmente apaixonado por Anna, naquela noite. Mas, cupidos são as frigideiras, sem tampas, sem sexo, sem sorte. Escrevo tudo no masculino porque não deu vontade de escrever no feminino, tão simples. Anjos, cupidos e arcanjos não têm sexo feminino ou masculino, não se esqueça querido, ou querida? Você tem, não tem? Voltando a querida, encantadora, fascinante e maluca Anna, esses são adjetivos que ali só cabiam a ela, tanta gente vazia que eu tive vontade de correr daquele lugar imundo, imundo de gente e não de limpeza, ah! Vocês humanos nunca me entendem. E a culpa sempre é minha. Sempre me zoam. Ah, humanos. Anna o amava tanto e quando o viu ali, vestido com aquela roupa fina, tão linda, ficou maluca. Saiu andando na direção dele, como se fosse ao toalett, não daria o braço a torcer e quando finalmente se esbarraram olhou com cara de espanto (Anna, ótima atriz): &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Você por aqui, Jorge? Que bons ventos o trazem? &lt;/span&gt;A atuação durou tão pouco tempo, ela não se segurou, o abraçou pra sentir de novo o seu coração bater inteiro dentro do peito, metade dele, metade dela. Jorge afagou os cabelos louros dela, ele também sentia saudade, ele também tinha boas lembranças. Por aí, você já pode ter certeza que às vezes eu ainda acerto, não é? Diga sim, por favor. Meu ego anda tão arruinado ultimamente. Jorge perguntou se ela estava sozinha, mesmo  ele não estando. Nem preciso contar que a morena que o fazia companhia (desnomeada, meu bem) não gostou nada do pseudo encontro casual de Jorge com a Ex em meio ao barzinho mais agitado da noite paulistana, não é? Ok, vocês humanos às vezes me compreendem facilmente, grife às vezes. Não é sempre, não mesmo. Anna o amava tanto, o queria tão bem que até seu semblante mudou ao reencontrá-lo, sorria para o nada, para o vazio das pessoas que se encontravam naquele lugar lotado. Fred não conteve o impulso e quando viu que ela ficaria mesmo perto do ex, resolveu convidar o casalzinho vinte e a desnomeada para sentar-se ali. Onde estava Anna e ele anteriormente, foram os quatro. Ele não era má pessoa, conheço milhões de garotas no mundo inteiro que dariam a vida para estar com Fred, não seja hipócrita, você certamente é uma delas. O moço era apresentável, educado e só um pouco grotesco, só quando seu ponto fraco era cotucado. E como mulheres adoram fazê-lo, não? Detesto parecer fofoqueiro, mas às vezes as mulheres falam umas coisas no banheiro que me deixam atordoado, não queira nunca você homem entrar num banheiro feminino, a última coisa que elas falam é sobre futebol. A menos que o astro do momento seja um jogador super-hiper-mega-maxi gostoso, é assim que elas falam, queridinho. Odeia ser chamado assim? Foda-se. Odeio quando me chamam de tantas coisas e vocês nunca param. Foi ao banheiro que Anna e a Morena sem-nome foram, Anna que parecia ter uma pimenta na língua logo cutucou: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tá pegando o Jór?&lt;/span&gt; A morena enquanto tirava a maquiagem de dentro da micro bolsa, olhou-a com cara de quem tinha comido pepino estragado: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual foi, tá com ciúmes? O Fred é um bom partido.&lt;/span&gt; Foi o que eu disse, Fred não era qualquer coisa, mas não era o que Anna queria e Anna não se conforma com as coisas pela metade, ou tudo ou nada. E devo ressaltar que a mãe dela também era assim, até que encontrei o encaixe - o pai. Tudo que Anna sabia sobre o amor de homem e mulher ela havia aprendido com Jorge, seu primeiro (e diga-se de passagem, único) amor.&lt;br /&gt;Anna aprendeu a se preocupar, a acordar as três da manhã só pra ler aquela mensagem que ele mandava todas as madrugadas, aprendeu a sorrir com a alma e entender o olhar, por mais rápido que ele fosse, era o suficiente. Aprendeu que namorar o cara certo, nada mais é que beijar e dormir com o melhor amigo, era uma coisa além do que todo mundo pudesse entender e todo mundo sabia. O mais importante que ela havia aprendido era que o amor não era feito de cobranças, não era uma exigência, simplesmente acontecia. Depois é claro da minha flechada fatal, mas nada que os humanos fossem capazes de entender, embora esteja lhes contando agora. E Fred fazia muitas cobranças, exigia ser amado. Coitado. Exigia porque Anna não era pra ele, se fosse não precisaria exigir, eu atiraria a flecha e pronto, seria amado. Não precisa-se de razões para o amor, precisa-se de flecha, mira e só. Vocês que complicam, esperam, exigem, me chateiam e acabam me apressando, fazendo assim que eu só faça coisas erradas (e tome bronca depois, o que me deixa irado.) Não queira nunca ver um anjo irado. As duas bonecas voltaram a mesa e foi quando eu resolvi atacar, Fred já tinha entendido que havia perdido, um a menos. O sorriso de Anna brilhava de orelha a orelha, parecia uma luz em meio aquele lugar escuro. Procurei uma posição boa e, bem só fiz o que deveria ter feito a muito tempo, juntei a morena com o tal do bom partido. Não demorou muito pra conversa fluir, não demorou muito pra Anna começar a rir das piadas do Jór, ah! As piadas do Jór... vieram os suspiros e cada um voltou pra casa sozinho, mas com o coração completo. Como haveria de ser sempre se vocês não complicassem tanto. Vale lembrar que rolou até aquela mensagem no meio da madrugada, eu não li porque é falta de educação, mas deve ter sido bom, ganhei quatro sorrisos e quatro agradecimentos indiretos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4125106978121652085?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4125106978121652085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4125106978121652085' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4125106978121652085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4125106978121652085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/11/e-o-vento.html' title='E o vento...'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SwhTmaIABqI/AAAAAAAAAL4/Gvigtpdat1k/s72-c/200154948-004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-8133815346735378088</id><published>2009-11-14T07:09:00.007-02:00</published><updated>2009-11-14T14:27:55.685-02:00</updated><title type='text'>As meninas dos meus olhos,</title><content type='html'>Todo mundo tem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"as meninas"&lt;/span&gt; dos próprios olhos e eu na verdade tenho cinco. Duas que brilham de felicidade pelas outras &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;três&lt;/span&gt;, que possuem brilho próprio.&lt;br /&gt;É sempre uma árdua luta da minha parte para descrevê-las, mas nunca me darei por vencida. As meninas dos meus olhos merecem todo e qualquer esforço e só conhecendo-nas pode-se entender o porquê isso não deve soar apenas como um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;lugar-comum&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Ela, a outra e eu"&lt;/span&gt; não saem da minha cabeça, do meu vocabulário e Deus queira que não saiam nunca da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ela&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, possui um brilho nos olhos que é capaz de estontear cada um e visto uma vez, nunca se esquece, tem uma maneira única de sorrir, assim com os olhinhos apertadinhos, os lábios dilatados e a alma toda pra fora, esse sorriso ilumina a minha vida, desde o dia que conheci ela. De olhar, ainda que de longe... dá vontade de tocar, de amar, de não sair de perto. E mais do que isso, mas eu não queria falar da vontade de proteger, que é bobagem, pois ela é um anjo. Ainda que eu não veja tuas asas, já te vi alçando os voos mais bonitos do meu céu. E foi num destes que ela me trouxe &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"a outra e eu"&lt;/span&gt; pra perto de mim.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A outra&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt; você pode ver? Diga-me, por favor, que eu não estou sozinha, diga-me que você também é capaz de enxergar esta alma transparente, pura? Tenho vontade de me sentar a frente da outra e me calar, de olhar até dar vertigem até eu ver o mundo a minha volta acompanhando os teus movimentos. Meu hobbie é encontrar almas que se pareçam com a minha e eu encontrei a outra. Se a outra rugir enquanto você se aproximar estenda a mão e mostre que você não quer nada além do bem e a outra não será capaz de te fazer mal. Após contemplar um pouco você a verá sorrir e perceberá que ainda que o primeiro rugido assuste, tudo vale à pena. E essa Leoa não será nada além de uma gatinha mansa que só quer o teu carinho.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Eu,&lt;/span&gt; não sou eu. Embora, nós possamos dar as mãos e caminhar juntas por uma praia, numa rua, numa galáxia qualquer. Porque nós temos muito em comum, muito para conversar. Eu posso me ver ali, como se diante dela (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ou de mim&lt;/span&gt;) eu visse minha história clara, como a luz do lua. Quantas luas, não?  E por ver-te em mim que receio tanto em escrever e acabar contando alguns segredos que não são só meus. Mas, olhe para os olhos dela, eles podem ver coisas que vocês não vêem e podem entender coisas que vocês não entendem. A eu também tem asas, embora ainda precise de coragem pra pular do sexto andar e ainda tem quem lhe segure as mãos caso sinta medo,  mas aspira liberdade assim como eu.  Eu me perdi nas palavras pra falar, não sei se estou falando da eu ou de mim, quem sabe não seja a mesma coisa?&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Sv6t0hllFnI/AAAAAAAAALw/wt5e9rTETpg/s1600-h/capa+frente+reduz.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 224px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Sv6t0hllFnI/AAAAAAAAALw/wt5e9rTETpg/s320/capa+frente+reduz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403947720771966578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que realmente importa de tudo isso é que no fim &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Ela, a outra e eu"&lt;/span&gt; se completam e vieram para me completar também, talvez você seja o próximo.  Uma amizade assim dura para a vida toda, quando tudo se mistura eu não sei se tenho orgulho de vocês ou de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Joyci Dias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"Quando penso nas possibilidades de encontros percebo que este já estava previsto, vejo o sucesso dos nossos planos e um futuro com todas as formas possíveis juntas: &lt;b&gt;ela, a outra e eu&lt;/b&gt;." (Michelly Barros)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95722685"&gt;Comunidade no orkut&lt;/a&gt; ~ &lt;a href="http://twitter.com/elaaoutraeeu"&gt;Twitter &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Tudo bem que eu sou a pessoa mais suspeita do mundo pra falar desse livro, mas eu tenho certeza absoluta que ele será perfeito. Lançamento pro dia 9 de dezembro, na Livraria da Travessa, no Barra Shopping a partir das 19hs. E exemplares serão vendidos pela internet.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-8133815346735378088?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/8133815346735378088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=8133815346735378088' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8133815346735378088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/8133815346735378088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/11/as-meninas-dos-meus-olhos.html' title='As meninas dos meus olhos,'/><author><name>Joyci Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05047722320932397249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-5MWNhLn_8Hg/Ti7TbrEZT7I/AAAAAAAAAQk/FvxRYi6Nq5Y/s220/Sem%2BT%25C3%25ADtulo-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Sv6t0hllFnI/AAAAAAAAALw/wt5e9rTETpg/s72-c/capa+frente+reduz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-3796936675430613034</id><published>2009-11-08T09:55:00.003-02:00</published><updated>2009-11-08T17:29:35.275-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Absurdamente gente. ♥</title><content type='html'>Conheci em meados de novembro do ano de 2007, através do magnífico Orkut, com aquela história do Caio que eu só vim a descobrir tempos depois, &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=47362080"&gt;uma alma especial reconhece de imediato a outra&lt;/a&gt;. Mas se você quer saber o porquê de tudo isso, só tem uma explicação: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os planos de Deus&lt;/span&gt;. Você consegue imaginar outra possibilidade se não os planos Dele? Eu não. E eu sei que você também não pode, já que não existe, eu te conheço. Conheço decór teu jeito de se expressar, conheço o seu jeito de sorrir com os olhos deixando tuas bochechas ainda mais ressaltadas e apetitosas, conheço seu jeito chateado quando diz que estou sendo fria e distante, mas também conheço seu jeito preocupado quando sou eu quem digo isso.&lt;br /&gt;Está para nascer alguém que mergulhe assim como você, tão sem medo no meu oceano de invenções, está para nascer alguém que tenha as coisas que eu defendo como lei, assim como você, que me acredite (até quando eu duvido). Alguém que me defenda, que me ame, que me espere e que leia a minha alma através do meu sorriso como você. Alguém que com uma sms sem dizer quase nada diga tudo o que eu preciso ler/ouvir: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;você não está sozinha no mundo, eu estou aqui&lt;/span&gt;. Ainda que não com essas palavras. E o que são as palavras que saem de dentro de ti? Me deixa orgulhosa em poder gritar se for preciso pro mundo inteiro: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É MINHA AMIGA, PORRAAAA!&lt;/span&gt; Eu não sei se você consegue ver, mas essa criatura tem uma alma tão pura, tão livre de todos os preceitos do mundo que dá vontade de pegar e guardar num potinho, de tocar e de apertar, mas não é visível, não é palpável e não pertence só a mim, mas me pertence e quando eu estiver vendo ela no topo do mundo eu vou poder dizer: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faço parte dessa história&lt;/span&gt;. História? Por Deus, quantas histórias. Você me deu o melhor presente do mundo, o presente de 15 anos que de vez em sempre eu paro pra ver de novo, ler de novo, tocar de novo. Porque cartas não são feitas pra mandar notícias, cartas são feitas para os corações se tocarem enquanto a mão segura e os olhos vasculham o papel. Você me disse uma vez que os sonhos são possíveis de se realizar e foi além das palavras. Você realizou o sonho que eu tive com você. Você é tão perfeita que eu não tenho palavras a tua altura pra descrever-te. E eu sei que você é capaz de conquistar cada um que esteja a tua volta. Você é tão minha que eu te sinto dentro do meu coração enquanto eu escrevo pra ti, sinto você batendo na portinha dele e dizendo: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ei, não precisa falar mais nada, só me abraça Love!&lt;/span&gt; Porque somos conscientes de que um abraço vale mais do que essas palavras todas, que elas não seriam necessárias se a gente pudesse olhar uma nos olhos da outra e falar: Boneca. Só que nós também estamos cientes de que isso vai acontecer, mais cedo ou mais tarde eu vou te encontrar e faremos a festa que a nossa alma (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;especial&lt;/span&gt;) merece por termos nos encontrados.&lt;br /&gt;Eu só escrevi esse montão de coisa, desorganizado e tudo mais. Para que as pessoas que ainda não sabem o que significa a expressão “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MUITO GENTE&lt;/span&gt;” poder entender o que é, porque eu não teria uma explicação melhor para uma muito gente do que você.&lt;br /&gt;Nem o Bruno, nem eu, nem qualquer outra pessoa no mundo é mais gente do que você. Porque você é tão gente que se doa pelo outro, que não se importa em perder um tempo de você com você para lutar pelo sonho de alguém, porque você faz as pessoas se sentirem importantes não com presentes caríssimos e de marca, mas com as coisas que saem da tua alma, ser muito gente não tem de fato uma definição no dicionário, mais se precisasse de um sinônimo eu não hesitaria em colocar: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FERNANDA&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te amo, Fer. Te amo, Nanda. Te amo, quase. Te amo, baêana. Te amo, Sex. Te amo, Leal. Te amo, a bruxa. Te amo, Bambyzinha. Te amo, neném. Te amo até do avesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;♪ Qualquer dia amiga a gente vai se encontrar. ♫&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Obrigada &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus&lt;/span&gt; por mais este presente que veio dos céus, que veio das &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tuas&lt;/span&gt; mãos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;Da sua Boneca, da sua escritora, da sua bebê.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-3796936675430613034?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/3796936675430613034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=3796936675430613034' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3796936675430613034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/3796936675430613034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/11/absurdamente-gente.html' title='Absurdamente gente. ♥'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-6040912291643508001</id><published>2009-11-03T19:06:00.002-02:00</published><updated>2009-11-03T19:13:29.713-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>A Rosa quer dizer.</title><content type='html'>Engoli todo aquele orgulho absurdo para então vir falar para ti, meu Pequeno Príncipe. Quando partistes para a Terra eu não fiquei muito feliz, ficar só nesse planeta tão pequenino quanto você e eu não me soou como uma boa ideia, aprendi o significado de uma palavra até então desconhecida por mim: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Saudade&lt;/span&gt;. Saudade complica tudo, saudade faz um dia parecer um ano e um ano parecer um século, ainda mais quando as coisas por aqui se encontravam num vazio profundo e tudo a minha volta parecia preto e branco, saudade é tão ruim parece o bicho papão e eu acreditava a todo instante que ela estava prestes a me engolir. Cadê a redoma? Cadê o Pequeno Príncipe? Eu só conseguia sorrir quando as noites estreladas me diziam que eu poderia ficar tranqüila e que você estava bem, dava pra enxergar perfeitamente o brilho do teu riso nas estrelas, iluminavam a minha noite e assim eu descansava em paz. Saudade não deixa a gente em paz, parece que não sossega enquanto não rói todo coração e deixa ele em pedacinhos, bem pequeninos, do tipo que pra colar precisaria de uma cola muito boa... como é que é o nome? Amor. Dizem que é a melhor cura pra corações em pedaços. Com a sua estadia na Terra, deixei de lado meu jeito: “firo facilmente”. Não quero nunca ferir a ti, pequenino. Mas, o orgulho só engulo agora, pois não seria a tua rosa se eu não fosse como eu sou. Pensei que você pudesse nunca mais voltar, fiquei muito mal com a probabilidade de você encontrar milhares de outras rosas e quem sabe me trocar por alguma delas, afinais por fora somos todas iguais, com a diferença de que umas têm mais espinhos e outras menos. Mas, tu pequenino... me ensinaste uma coisa muito linda com o teu retorno, vieste com aquela história de raposa, cativar, invisível, responsável, única, vieste com uma outra visão do mundo, que fez tudo ficar diferente e melhor, quase morri do coração quando me contastes do jardim com milhares de outras rosas e o que tu dissestes a ela: Não se pode morrer por ti, não cativastes ninguém e ninguém vos cativou.  Se pode morrer por mim, pequenino? Porque ao que você me explicou, cativamos um ao outro, necessitamos um do outro e somos responsáveis um pelo outro, gosto de ser responsável por ti, gosto de poder dizer que o que eu sinto por ti é amor e que sois único no mundo para mim, gosto de te ouvir contar as tuas aventuras na Terra e gosto de quando dizes em voz alta, como se todos os planetas pudessem ouvir: Foi o tempo que dediquei a minha rosa que a fez tão importante.  Gosto da lição de que não se pode ver bem com os olhos, que o essencial está invisível diante dos olhos, gosto de quando me protege e cuida de mim, mas a lição que eu mais gosto eu tive que aprender sozinha, aprender na tua ausência que os verdadeiros amigos são o maior tesouro que a vida nos traz, aprendi que as verdadeiras amizades são eternas e isso só descobri quando voltastes, porque me contastes da tua constante preocupação comigo lá na Terra, gosto de pensar que ainda que meu coração se fira sempre terei você por perto pra curar, gosto de pensar que meu humor sórdido não te preocupa e que você gosta de mim da maneira que eu sou, gosto de pensar que nem uma galáxia inteira é capaz de destruir um sentimento tão puro quanto o nosso, sou grata por teres me perdoado por todas as minhas tolices e infantilidades e gosto muito quando me chama de: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;minha flor, meu bebê&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Da sua, tão somente sua... Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Depois de mais de 15 dias sem postar eis que surge a margarida, ou melhor... A Rosa, é... meu melhor amigo me chama assim e eu o chamo de Pequeno Príncipe, ou melhor dizendo: PP. E essa "carta" eu fiz baseada no livro, mas pensando o tempo todo nas histórias que a gente vive. Só Deus, ele e eu podemos entender o sentido total desse texto. Mas, eu precisava postar alguma coisa, né? Saudade de vocês, meus amores! Vou jantar e depois respondo-lhes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te amo Guilherme Gouvêa, meu PP/GG! Pra sempre, sempre, sempre, sempre e sempre. ;) Até perder o coração parar de bater. E o título tem a ver com a música da banda dele que é em minha homenagem, vocês ainda hão de ouvir: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hoje as rosas que me disseram que a vida continua, mas o tempo falou... ♫&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-6040912291643508001?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/6040912291643508001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=6040912291643508001' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6040912291643508001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6040912291643508001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/11/rosa-quer-dizer.html' title='A Rosa quer dizer.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4278072865962415719</id><published>2009-10-15T12:07:00.005-03:00</published><updated>2009-10-15T12:43:03.145-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Ao meu mestre com carinho...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Professor querido, eu sei tudo o que você sente, sei que as condições são poucas e você ainda ouve que o ensino é de péssima qualidade, sei que você se esforça e eu sei que você é capaz, mas o esforço não tem que partir apenas de uma das partes, sei que o que você faz é por amor e que acredita no futuro dessa nação, ainda que várias gerações já tenham tentado e não tenham conseguido, o processo é longo e ardilosamente complexo, precisa de paciência, ainda te resta alguma, ainda que mínima, professor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu admiro você, professor. Admiro que mesmo depois de tanto tempo ainda te reste esperança, mesmo com tão pouco incentivo, admiro a forma como ainda acredita no amanhã. E ele chegará professor, o amanhã ainda vai brilhar e você vai poder sorrir em paz. Mas, eu e toda essa nação precisamos de você, professor, precisamos que você acredite, que você insista, que você ensine mais um pouco, só mais um pouco. Não direi a ti que estamos próximos do fim, porque nenhum professor me ensinou a mentir e não estamos, isso nunca vai ter fim, se você queria descanso escolheu a profissão errada e eu lamento. O descanso de um professor não acontece nunca, ele sempre se preocupa se o ensino dele é o suficiente e ainda que seja, para ele não basta, tem que ser mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E você sabe que andei chegando a certa conclusão sobre vocês? Vocês nunca são egoísta, posso dizer que egoísta é o antônimo de professor. Eu notei isso pelo vosso esforço. Corrige prova nos fins de semana ao invés de estar no churrasco com os amigos, ou no almoço de família com a namorada, aquele que ela fazia tanta questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Penso também que esta profissão, a tua, é cordial, delicada e admirável. É uma arte, ensinar é uma arte e não basta querer, precisa de talento, dom, precisa-se do saber. Digo urgentemente do saber, enrolar alunos fingindo que sabe de algo não é correto e vocês, em sua maioria são. Ou dão o máximo de si para poderem ser. Os que não são, não merecem nem o título de mestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Precisa-se urgentemente do saber, da paixão, da força de vontade e de crença, de que adiantaria professor, você saber e não acreditar no que sabe? Precisa acreditar sim, para fazer que os outros acreditem também, na sua totalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não só penso, como acredito que os professores são os donos das profissões, eles ensinam profissões e eles ensinam a vida. São professores os pais, são professores os mestres, são professores os patrões, são professores os amigos. Cada um doa um pouco do que sabe e aprende um pouco do que é novo. Professor deveria ser título de nobreza, assim como “Conde”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Você professor, ainda que pareça um anjo ou qualquer coisa divinamente intocável e passível a grande admiração, por fazer tudo o que faz por alunos que nem sempre são gratos e respondem a altura do que você os coloca, é humano. E isso te faz ainda mais admirável, encantador e verdadeiro. E eu compreendo que também te surjam dúvidas, também esteja exposto ao erro e ao medo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os professores são aqueles que quiseram levar a sério a máxima de que a vida é um eterno aprendizado, os professores são os anjos do saber.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Texto dedicado aos mestres da minha vida e em especial aos que fizeram história, contribuíram para o meu crescimento pessoal: Milena, Daniel, Alessandra, Yara, Mauro, Bordignon. (Leandro, meu lelê também)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E ao mais importante, ao que eu amo, que não é meu professor nas salas de aula e sim na vida, mas é professor de outros nas salas e eu sei que é o melhor do mundo: Fá&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;♥&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4278072865962415719?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4278072865962415719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4278072865962415719' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4278072865962415719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4278072865962415719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/10/ao-meu-mestre-com-carinho.html' title='Ao meu mestre com carinho...'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5352729250227265349</id><published>2009-10-12T18:40:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T19:12:00.313-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>Tem sabor do quê? De saudade...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A minha infância foi sem dúvida a época mais feliz da minha vida. Sem responsabilidades, sem obrigações, preocupações eu levava a vida de uma maneira tão leve, eu era capaz de voar na minha infância com uma imaginação privilegiada tudo ganhava vida, tudo era motivo para a maior felicidade do mundo. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todo mundo teve, ou ainda está tendo infância. Nem todo mundo se torna adulto, mas todo mundo obrigatoriamente já foi ou vai ser criança um dia. Talvez porque a infância é a melhor fase da vida, porque na infância todo mundo é feliz por mais complicadas que sejam as circunstâncias, é a época que você não vê malícia em nada e encontra felicidade nas coisas mais delicadas. Infância é a época de descoberta – você descobre que o sol nasce, com todo o seu esplendor todas as manhãs, mas sabe a hora de deixar as estrelas brilharem. Época que você não conhece o significado e desconhece a razão, do egoísmo. – É uma pena que todas essas coisas caiam no esquecimento com o passar dos anos. As lições da infância deveriam ser eternas.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Feito “O Pequeno Príncipe” e o “Peter Pan”, se eu pudesse não cresceria. Viveria eternamente os meus dias de criança, de pureza, de fragilidade. Com os anos que se passaram, com a distância que a infância foi tomando de mim, eu fui ganhando um escudo para me defender das coisas da vida, diferente de quando eu era criança, que possuía o peito aberto para tudo que era novo, um novo amigo, um novo amor, um novo sorriso, um novo sonho. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando eu era pequena, eu tinha um herói. Digo tinha conjugado no passado mesmo, não pelo fato de não possuir mais, mas pelo fato de que ele partiu. Meu herói era de carne osso e era puro, não... ele não era criança, ele era o meu bom velhinho, meu avô. Ele fez da minha infância uma época recoberta de aprendizados, aprendi até a dizer adeus com ele. Porque os velhinhos, assim como as crianças tem o dom de ser feliz. De entender que pré-ocupação não vale mesmo de coisa alguma. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se tem uma coisa que marcou a minha infância, foram as brincadeiras. Brinquei de boneca, de esconde – esconde, de contar história, de passa o anel, qual é o mês, elefantinho colorido. Roubei, roubei sorrisos, roubei lágrimas (e levei pra bem longe), roubei amoras. Mergulhei, mergulhei nos conhecimentos caseiros, mergulhei na piscina de barrigada. Balancei, corri, chorei, perdoei, amei, cresci. Infelizmente eu cresci, mas existe alguém dentro de mim que diz que nem por isso eu deixei de ser criança, diz que infância é estado de espírito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/StOpicZSHRI/AAAAAAAAAKY/TVxs4CAeepI/s1600-h/2991737592_51fe99868c_o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/StOpicZSHRI/AAAAAAAAAKY/TVxs4CAeepI/s320/2991737592_51fe99868c_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391839588095499538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-5352729250227265349?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/5352729250227265349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=5352729250227265349' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5352729250227265349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5352729250227265349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/10/tem-sabor-do-que-de-saudade.html' title='Tem sabor do quê? De saudade...'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/StOpicZSHRI/AAAAAAAAAKY/TVxs4CAeepI/s72-c/2991737592_51fe99868c_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5159555236719879834</id><published>2009-10-08T08:47:00.003-03:00</published><updated>2009-10-08T13:11:51.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia barata'/><title type='text'>O menino Curumim.</title><content type='html'>&lt;div&gt;Curumim era um menino de descendência indígena. Daí o nome tão singular num mundo onde tudo parece igual. Ele até que era boa gente, tinha os olhinhos puxadinhos e o cabelo negro e liso, tipicamente indígena e unicamente brasileiro, adorava frequentar as aulas de história, quando a professora contava tudo sobre &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a sua gente&lt;/span&gt;. E defendia se algum coleguinha quisesse ofender, não gostava de ser chamado de indiozinho da mesma forma que os colegas se ofendiam quando chamados de urbanóides, parecia injusto já que era o que eles eram mesmo, o problema é que quando falavam assim, falavam com desdém. Os amigos mais íntimos o chamava de 'Mim' - Mim, vem aqui. Mim, faz isso. Ele até que gostava, se fazia de pomposo e caminhava com pinta de gente grande. As amigas gostavam mesmo era de mexer no cabelo dele, sempre comentavam: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Olha só, o Mim nem precisa de chapinha. &lt;/span&gt;E todo mundo adorava quando o Mim trazia o que comer para escola, eram sempre coisas tão gostosas, não tinha na casa de ninguém. Nos fins de semana chuvosos, Mim ouvia sempre as piadinhas: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pare de fazer a dança da chuva, faça a dança do sol. &lt;/span&gt;E o dia mais legal do ano, era dia 19 de Abril. Se sentia tão importante, era o dia do índio. Mim, era sempre homenageado, a diretora nunca cansou de repetir o mesmo discurso:  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nem toda escola tem um pedaço da história tão perto de si. Nem toda escola tem um índio a sorrir.  &lt;/span&gt;E nem seria necessário contar, se não me fosse tão prazeroso que Mim estufava o peito feito pomba, coberto de orgulho.&lt;br /&gt;Mas, a verdade era que Mim não gostava de português. Não gostava era pouco, ele detestava. Dona Joana a professora era um amor, mas ela tinha que ensinar. Toda a redação era a mesma coisa, ela estava cansada de falar para a garotada que não conseguia entender:  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mim não faz nada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-5159555236719879834?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/5159555236719879834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=5159555236719879834' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5159555236719879834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5159555236719879834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/10/o-menino-curumim.html' title='O menino Curumim.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-4576491313084431581</id><published>2009-10-05T08:38:00.003-03:00</published><updated>2009-10-05T08:42:55.497-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>Galerinha!</title><content type='html'>Tem blog novo na parada, prometo voltar aqui para fazer posts pra vocês. Mas, os estudos andam me consumindo por inteira e ando pedindo para respirar. Minha amiga, Dany me convidou para uma nova parceiria... Sim, nós somos sócias em várias coisas. Está aí um convite pra vocês conhecerem um pouco dos autores que fazem sentido para o nosso mundinho, pequeno... mas encantador! Aquele que não se vê só o que é visível. O que é mais importante, nós costumamos sentir com o coração.... seria pedir demais pra vocês darem uma passadinha por lá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://estouroempalavras.blogspot.com/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://estouroempalavras.blogspot.com/"&gt;http://estouroempalavras.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Faz sentido pra gente, deve fazer pra vocês também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhões de beijos, pequena. :)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-4576491313084431581?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/4576491313084431581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=4576491313084431581' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4576491313084431581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/4576491313084431581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/10/galerinha.html' title='Galerinha!'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-951852911517147157</id><published>2009-09-16T16:04:00.003-03:00</published><updated>2009-09-16T17:28:01.414-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>A alma diz pra onde quer voltar. ♥</title><content type='html'>Sentou na cama assustada e sentia-se gélida, como se estivesse fora de si. Apalpou seu próprio corpo para sentir se ainda era tempo de respirar, os olhos varriam o quarto para ver se estava tudo bem, ou se algo havia acontecido. O pijama claro e curto deixava a mostra seus pêlos arrepiados como num apelo não atendido pelo calor vital. A mediunidade não era bem vinda por todos e nem mesmo por ela, temia que aquilo fosse real e tudo indicava que era, o relógio anunciava que era hora de levantar, se havia sido sonho ou não ainda era necessário continuar, mesmo que lhe faltasse força. Colocou os pés no chão que parecia intangível, a sensação era de horror e medo, não se acostumaria fácil com aquilo, ainda que se tornasse freqüente. Levantou e por alguns instantes conseguiu se esquecer do que havia acontecido, ao certo não tinha esquecido... Conseguiu por um tempo não pensar.&lt;br /&gt;Enquanto tomava o café ouviu ser chamada, olhou tudo ao seu redor e só sua mãe estava ali, não havia sido ela. Aquela voz grave não teria saído de tão delicada criatura, a menos que fosse uma brincadeira de mau gosto, mas não faria sentido. Como nenhum dos outros acontecimentos o fazia, seus pensamentos estavam sendo atormentados pelas mais diversas dúvidas, quando conversava com o seu irmão de alma ele sempre dizia a ela que ela era mediúnica, devido a diversas situações que ela tinha vivido. Tomou os livros pelas mãos e foi se dirigindo ao ponto de ônibus, todos os dias ela fazia isso... pegava sempre o mesmo ônibus para ir ao colégio. E sempre observava atentamente as ruas passando consigo, imaginava mil histórias durante o trajeto que não era muito maior que vinte minutos. Durante esse tempo sentiu a alça da bolsa cair do seu ombro, como se alguém tivesse puxado-a, o que seria impossível e logo depois sentiu um arrepio, mais um grande sinal de que ele estava por perto. Recordou-se do que havia acontecido naquela noite e tinha deixado-na tão assustada. O medo que ela sentiu só não poderia ser maior que a saudade que ela tinha dele, essa saudade atormentava-a sempre e fazia feridas que nunca poderia se fechar, a menos que o reencontro acontecesse e tinha acontecido, não era só mais um sonho ou um pensamento, não tinha sido um susto, era realidade. Eles estiveram juntos mais uma vez, as almas dos dois se reencontraram. E tudo o que ela precisava naquele momento era poder compartilhar com alguém aquele reencontro, mas o alguém não era qualquer. Poderiam rir da cara dela, poderiam chamá-la de maluca, de ridícula ou mentirosa. Mas, o coração não mente, apenas sente e ela estava sentindo aquela saudade um tanto amenizada, passou o dia na busca da pessoa correta e não foi possível.&lt;br /&gt;    Quando voltou para casa abraçou o travesseiro e se colocou a chorar, era um choro desmedido e merecido, as lágrimas corriam a sua face, não estava com medo do que tinha acontecido naquela noite e sim do que os outros pensariam quando descobrisse. Aquelas coisas não eram brinquedo com o qual poderia se brincar e depois deixar de lado, aquela não era uma história fictícia que ela veria no cinema e voltaria pra casa como se nada tivesse acontecido, ela era a personagem principal e o roteiro havia sido escrito pelo vida ou pela morte.&lt;br /&gt;    Sentiu lhe afagarem os cabelos. Ela olhou de lado e encontrou alguém que estava disposto a ouvir e não julgar, alguém que demonstrou interesse em conhecer uma história que tinha acontecido do outro lado da vida, uma história que nem todos estão dispostos a conhecer e nem todos vão viver. Lamentavelmente, sempre existe um alguém em nossas vidas para quem nós nunca gostaríamos de dizer adeus, ela sentia enquanto chorava que dizer adeus era necessário, aquela poderia ter sido a última visita do anjo a terra, poderia ter sido o momento em que ele conseguiu se desprender das coisas que ele tinha aqui, não era bom, não era satisfatório, mas era algo que precisava acontecer para o bem dele e dela. De qualquer forma era inegável que havia sido perfeito, mesmo em circunstâncias tão distantes. Foi quando cessou o choro e ouviu a voz que queria acolher aquela história.&lt;br /&gt;   - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Anda, diga-me o que tanto te faz chorar... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Com a voz ainda embaraçada pelo choro e envolta por soluços, ela se acolheu ao colo da amiga e foi contando o que havia acontecido:&lt;br /&gt;   - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele veio me visitar, eu não quis acreditar que tinha estado com ele quando acordei, mas foi real, foi tão real. Eu senti...&lt;/span&gt; – A amiga não quis interromper, apenas consentiu para que a aquela criatura ali em seu colo, se fazendo tão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pequena&lt;/span&gt;, pudesse continuar. -  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Foi em sonho, eu até acordei assustada. Ele tinha vindo da Alemanha para o Brasil com a Camila e um filho, era filho deles. Eles tinham se casado e ele estava tão bem, com uma alegria que eu só conseguia ver quando estava por perto. Era tão sério com os outros. Eu trabalhava em um orfanato no qual a minha mãe era dona. E ele tinha vindo deixar o bebê, estava se separando da Camila que queria ficar no Brasil e voltando pra Alemanha, não consegui compreender os motivos que o fez tomar essa decisão. Mas, o engraçado é que ele não sabia que o orfanato era meu, ele tinha escolhido porque era um bom lugar, um lugar lindo... parecia uma casa no campo tinha uma árvore enorme e brinquedos por todos os lados, quando eu o vi dentro do carro foi impossível de controlar... eu saí correndo na direção dele.&lt;/span&gt; – um suspiro saiu dela, mas ela não se abalou. – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu gritava como teria gritado se ele aparecesse agora ali na porta, eu gritava correndo na direção dele de braços abertos, como era a minha vontade de recebê-lo de volta. O bebê que ela trazia nos braços era a coisa mais linda de se ver, era loirinho e tinha os olhos azuis, eu acho que era menino e se chamava Josh, a Camila não queria deixá-lo, ou queria. Não falei com ela, deixei-a com outra pessoa, pra cuidar de toda a papelada e fui à varanda da casa matar a saudade do meu irmão. Ele me dizia que estava tudo bem com ele, melhor, muito melhor do que antes e que eu não tinha porque me preocupar, ele dizia que também sentia a minha falta e que nunca ia me esquecer, por um momento achei que ele sumiria da minha frente. Ele me pedia incansavelmente para que eu não deixasse meus estudos e eu disse que queria ir com ele, queria ir embora com ele porque a falta era demais. Eu o abraçava durante todo o tempo. Ele me disse que a Alemanha não era algo tão bom quanto eu pensava, que o Brasil era bem melhor, eu defendia que era bom porque ele não passava todo o tempo aqui e ele dizia que o povo brasileiro era muito mais receptivo do que os alemães. Pedi para que ele ficasse e foi em vão... Ele pegou as chaves do carro e chacoalhou-a na minha frente, fazendo tilintar e disse que precisava ir, as malas estavam no carro. Quis morrer com a partida, debrucei sobre a janela do carro dele, quando ele já estava sentado e ficava dizendo que ele sempre me faria muita falta. &lt;/span&gt;– A explicação foi interrompida por um grande silêncio, a amiga que prestou atenção em tudo o que lhe foi dito, voltou a afagar os cabelos da menina. Apenas sorriu como se concordasse – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu acredito em você. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse texto eu escrevi a pedido de uma grande amiga, que disse que queria um reencontro, ainda que fosse um sonho. O sonho realmente aconteceu, eu realmente já tinha sonhado com isso, se aconteceu, se foi só um sonho, se foi real, se foi experiência mediúnica, como dizia o próprio personagem dessa história verídica, que eu tinha fica a critério de vocês. Eu acredito e isso é suficiente.  Um beijo pra vocês todos! ♥&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-951852911517147157?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/951852911517147157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=951852911517147157' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/951852911517147157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/951852911517147157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/09/alma-diz-pra-onde-quer-voltar.html' title='A alma diz pra onde quer voltar. ♥'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-6129964184843032759</id><published>2009-09-05T08:51:00.002-03:00</published><updated>2009-09-05T09:10:02.554-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>Sobre um amor que não terminou...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Era &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(aparentemente)&lt;/span&gt; mais uma tarde tediosa, onde não acontece nenhuma história que eu um dia teria prazer em contar aos meus queridos netos. Vivo sonhando que quando eu tiver a honra de ter netos, serei a avó mais perfeita do mundo. Deseducarei todos eles, com muito gosto, os levarei para passear nos parques da cidade, nos circos e em todos os lugares que eles quiserem ir, mas as noites serão sagradas, eu os colocarei aos meus pés e contarei todas as histórias das quais eu tiver orgulho de ter vivido. Não serei aquelas vovós que sabem fazer tricot, afinal eu não tenho nem um pingo de paciência para essas coisas, mas contar histórias. Ah, como eu amo... E essa história vai ser uma daquelas que eu vou começar contando: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A história de hoje, meus amorezinhos... é sobre um amor que não terminou... &lt;/span&gt; Eles vão falar: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essa a gente já conhece, vovó!&lt;/span&gt; E eu certamente fingirei que não ouvi, já que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;recordar é viver&lt;/span&gt; e eu sinto tanta falta desse tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Essa história é sobre um amor que não terminou. Um dia há algum tempo atrás eu conheci uma pessoa especial, uma daquelas que vocês nunca saberão se existiu mesmo ou não. Porque nem eu, que convivi com ela, consigo saber. O amor que essa pessoa fez despertar em mim não terminou e nunca terminará eu me prometi isso desde o dia em que... Bem, vamos a história. Era um alguém de serenidade visível, um alguém que sabia como tratar outro alguém, eu sempre o disse que ele era um gentleman e ele me proporcionou tardes de risos altos e sinceros. Ele era branco e sensível, um alguém que eu sempre vi como um protetor, tinha nome: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sebastian&lt;/span&gt;, para mim o Alemãozinho ou como eu digo até hoje, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minha metade alemã&lt;/span&gt;. Nós tivemos muito pouco tempo, nem sempre as coisas acontecem como nós desejamos, mas era como um encontro marcado, todas as tardes estávamos unidos. Eu adorava ouvir as histórias que ele tinha pra me contar, adorava ser o ombro amigo quando ele precisava desabafar e ser a “mamãe” quando precisava de bronca, apesar dos cinco anos que contavam a mais no RG dele, eu sempre fui tachada de irmã mais velha, apesar de só me chamar de “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mein kleines&lt;/span&gt;” (minha pequena). Referíamos-nos um ao outro sempre com uma ternura que vinha de outras vidas, era o que nós acreditávamos outras vidas existiam para nós. E nós iremos nos reencontrar numa próxima, ou nessa ainda se... É. Ele era um alguém que tinha muito medo, não se sentia amado pela mãe que tinha o mesmo nome que o meu e sentia muita a falta da namorada que estava do outro lado do oceano. Eu nunca soube detalhes, na verdade nem ele sabia muito bem quando ela voltaria e isso o machucava ainda mais. Ele sempre buscou meios de esquecer-se desses problemas que o atormentava, uns mais apropriados e eficazes: como amigos e outros mais inapropriados e pouco eficazes: falsos amigos. Eu sempre ficava martelando na cabeça dele que amigos de verdade nos levavam para caminhos bons e os “amigos” nos levava ao deserto. Deserto me remete a uma frase que me lembra muito ele:&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Num deserto de almas também desertas uma alma especial reconhece de imediato outra.&lt;/span&gt; Do Caio, o grande. Eu o reconheci, a alma do Sê sempre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;reluziu&lt;/span&gt; para mim. Ele me apresentou coisas que eu me prendo até hoje, para nunca esquecê-lo, uma delas a mais importante: O perdão. Eu aprendi a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;me perdoar&lt;/span&gt; pelos meu erros e não culpar os outros pelos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;erros que não&lt;/span&gt; eram deles, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu aprendi a desculpar quem quer que fosse e por qualquer ofença, qualquer ferida&lt;/span&gt;. A minha metade alemã era uma coisa que eu sempre quis ser, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;poliglota&lt;/span&gt;. Outra coisa que me faz nunca esquecê-lo, a minha promessa. Ainda serei poliglota e todos os meus diplomas, serão dedicados &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a ele&lt;/span&gt;. Para ser muito, mas muito e precisamente sincera: muita coisa me lembra o alemão mais especial de toda a minha vida, o meu irmão. Eu poderia ficar a noite inteira contando essa história aos meus netos, ou a quem ousasse me dar ouvidos, porque eu tenho muita coisa a falar. Os risos descontidos tomavam conta de qualquer ambiente em que estivesse eu e ele. Também houveram lágrimas, sinceras e doloridas. Quando ele insistia em dizer que eu era quem tinha grandes problemas e vivia sorrindo e ele não tinha problemas e ficava os procurando, como numa caçada onde não se sai sem sua presa, procurava tanto que acabava por encontrar. Ninguém podia negar que cumplicidade era a nossa marca, nós conversávamos sobre todo e qualquer assunto: desde religião até o céu de Brasília, que, diga-se de passagem, nós consideramos o mais bonito do mundo. Insisto em contar a história como se ele estivesse presente, porque ele está. A presença dele dentro de mim é tão forte que eu posso sentir, eu posso ouvir-lo dizendo que agora está tudo bem. Mas, eu preciso chegar ao fim da história, antes que as lágrimas não me deixem continuar, o soluço embrome a minha voz e vocês tenham que sonhar com o fim, que não será tão sincero e descontente como o verdadeiro. Houve um dia que eu fui procurá-lo no lugar de sempre e ele não pôde ser encontrado, lá estava só um bilhete: O mais importante e triste que eu recebi em toda a minha vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jooo! To passando só pra me despedir... Eu queria agradecer por tudo, tudo e tudo que você fez por mim cara! Você foi e ainda é uma das pessoas mais importantes pra mim, na minha vida! Até peço desculpas por estar fazendo essa "caca", como tenho certeza que você diria se estivesse falando comigo agora rsrs mas realmente não ta dando mais pra suportar! E tipo... Dessa vez eu não volto cara! Eu prometi pra mim mesmo e vou cumprir, eu sei que não vou melhorar! Só quero que você não se esqueça de mim, porque você sabe que independente de onde eu estiver, eu vou estar olhando por ti, te protegendo... Apenas quero que você respeite minha vontade de querer partir! Mas enfim, vou ficando por aqui... Eu te amo muito, muito, muito, muito, muito e muito Jo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-style: italic;"&gt;*-* pra toda a eternidade e em todas as minhas vidas! E quanto a visita que eu iria te fazer... Deixa pra próxima quando nos reencontrarmos! um enorme beijo de quem te ama mais que tudo... Sê!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;6 de março de 2008, 19:59&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ninguém estava presente quando as lágrimas cobriam o meu rosto e eu achei que não teria mais forças pra continuar sem ele. Mas não é remorso o que me aflige porque na última vez que eu o vi, o deixei com palavras doces e verdadeiras, eu o tinha dito que o amava, porque amava e ainda o amo. Eu sempre tentei fazê-lo desistir desse &lt;span style="font-style: italic;"&gt;adeus&lt;/span&gt; tão dolorido eu sempre tentei conformar a dor que o atormentava, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mas essa decisão não cabia a mim&lt;/span&gt;. Ele sempre foi uma pessoa muito especial, desde o primeiro instante e que apesar de não ter o mesmo sangue que o meu, nós tínhamos todo o restante para nos considerarmos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;irmãos&lt;/span&gt;, o amor, o afeto e a cumplicidade. Coisas pelas quais eu não tenho pelos meus irmãos do sangue. Eu sempre acreditei que a alma era uma coisa muito mais importante que a genética, o físico. Nós tínhamos uma alma parecida, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nós éramos (somos) irmãos da alma&lt;/span&gt;. E isso é bem maior que o sangue. Sempre sentirei falta das aulas de português que ele me pedia, já que as gírias eram difíceis de ser compreendida por ele assim como advérbio de modo temporal. Ele fazia uma tempestade com isso e eu o explicava com as palavras mais simples que eu podia. Assim como sinto falta dele falando em alemão a frase que mais marcou a estada dele na minha vida: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se amar é viver, eu vivo além da vida... porque eu te amo além do amor.&lt;/span&gt; E minha metade alemã sempre soube que isso não era apenas um clichê, ele sabia que vinha de dentro do meu coração. O que me conforta é saber que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;você olha por mim&lt;/span&gt;, o que me conforta é pensar que certamente você está bem melhor do que estava por perto, os sonhos nos quais você vem me visitar pra mandar notícias também cabem como um pequeno alívio, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gosto de sentir que você está em paz&lt;/span&gt;. Afinal, foi tudo o que você buscou durante toda a tua estadia na terra. Eu me enganei quando acreditei que você era um anjo Terrestre, você era um anjo que estava só de passagem. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O céu te mandou e o céu te buscou&lt;/span&gt;. Olha por mim. ♥&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galerinha, quero indicar dois vídeos pra vocês. Um que é um curta metragem do conto do Caio Fernando Abreu que eu postei pra vocês um dia - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Dragões não conhecem o paraíso. &lt;/span&gt;E o outro é um que eu acabei de assistir no YT, sobre apaixonar-se pela vida. Os dois são bemmm bacanas, quem puder assistir garanto que vai ser bem legal. Respondo os comentários de vocês depois, porque eu vou pra feira agora. E queria agradecer também pelo carinho que vocês tem, é muito bom receber ele. *-* amo mt tudo isso! Seguem os vídeos:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XHN3b6o6KtM"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XHN3b6o6KtM"&gt;Curta - Os dragões não conhecem o paraíso.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZF5RiN6lF7s"&gt;Apaixone-se&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;É só clicar no título e se divertir, beijos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-6129964184843032759?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/6129964184843032759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=6129964184843032759' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6129964184843032759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/6129964184843032759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/09/sobre-um-amor-que-nao-terminou.html' title='Sobre um amor que não terminou...'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2929460074037732739</id><published>2009-08-26T19:37:00.002-03:00</published><updated>2009-08-26T20:13:24.376-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>♪ Quem sente com a alma é capaz de amar ♫</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ela procurou pela mão dele no sofá e depois de um suspiro pesado, questionou: - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se eu prometer que tudo ficará bem você segura minha mão (com confiança), outra vez?&lt;/span&gt; Ele retirou a mão que estava debaixo dela e repousou sobre a dela, dando um aperto, como um sinal, como um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sim&lt;/span&gt;. As palavras não saíram dos lábios dele, mas ela &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;conseguia&lt;/span&gt; entender. Era tanta cumplicidade, era tanto tempo. Ele não teve tempo de pensar e ela continuou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu preciso dizer que o brilho dos teus olhos me faz tanta falta. Sinto falta da segurança com a qual você falava mal do meu time, mesmo os fatos provando que ele é melhor que o seu. &lt;/span&gt;Ela sorriu com os olhos, procurando a reação dele, há uns meses atrás, era o sorriso do olhar dela que o fazia amanhecer todas os dias com vontade de continuar, com vontade de trabalhar o dia todo, pra voltar pra casa e finalmente – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;encontrá-la&lt;/span&gt;. Ela era tudo o que ele tinha e sabia disso, talvez faltassem forças pra lutar contra o mundo, afinal os braços e as pernas estavam &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tão cansados&lt;/span&gt; de golpear o inimigo que não se vê, mas o coração não, o coração acreditava em tudo, acreditava no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;para sempre&lt;/span&gt;. Aquele sorriso dos olhos dela, que iam ao encontro dos olhos dele &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;todas as noites&lt;/span&gt; era o que afirmava, com toda a certeza que só cabia aos dois que o riso dele era a única coisa que fazia ela feliz, única coisa exceto cada &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;célula do corpo dele&lt;/span&gt;. Mas ele era o único que a fazia tão feliz, que fazia ela sorrir com os olhos, como uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;injeção de eficácia imediata&lt;/span&gt;, era alegria aplicada na veia que estava (diretamente) ligada ao &lt;span style="color: rgb(255, 153, 255); font-weight: bold;"&gt;coração&lt;/span&gt;. Os momentos bons que eles tinham vivido passaram como um filme na lembrança deles, as mãos se apertaram dando confiança um ao outro. Ela não temeu em continuar: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meu amor, olha nos meus olhos agora! Sim, eu digo agora. Como se esta fosse a minha última agonia.&lt;/span&gt; O pedido dela foi atendido, mesmo com  o medo de perdê-la pesava em seus ombros, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ele olhou-a cabisbaixo&lt;/span&gt;. Interrompendo-na só com um sorriso amarelo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os sonhos que eu guardei pra nós, ainda estão aqui. E são o meu mais doce segredo. Pedi para que me olhasse assim, tão depressa porque seus olhos são os únicos que me transmitem verdade. Ainda que a longo prazo e eu agradeço por elas não terminarem amanhã, nem terem terminado ontem. São lindas verdades, verdades.. e doloridas. Verdades que só cabem a nós dois.&lt;/span&gt; O corpo dela se arrastou pelo sofá, ao encontro do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;aconchego do abraço&lt;/span&gt; dele. Ele, que a recebeu de braços abertos. Foi um aperto que chegava a doer, de tanta verdade, de tanta vontade, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;de tanta saudade&lt;/span&gt;. Eram duas metades sendo entregues uma a outra, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;se reconstruindo&lt;/span&gt;. Ele sussurrou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Minha alma gêmea&lt;/span&gt;. E apertou-a um pouco mais, ela repousou os pés sobre o sofá e sorriu toda sapeca pra ele. Foi a sapequice dela que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o tinha conquistado&lt;/span&gt;, o jeito de garota que não havia decidido em ser menina, ou em ser mulher. O conforto do abraço dele, deixou-a ainda mais a vontade para dizer as coisas que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ela não tinha dito ainda, mas que sentia desde sempre&lt;/span&gt;, desde o dia em que ele lhe pediu um abraço e ela deu, com medo, mas foi a entrega da alma dela (que já não era tão dela assim, desde este abraço): &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu sei, eu ainda acredito que temos um mundo de magia, de mistérios pra desvendar. E sei que se você me der a mão e caminhar comigo a estrada pode ficar mais iluminada, como se você fosse o sol que brilhasse só pra mim. Aliás, você já reparou a facilidade com a qual eu te comparo as coisas divinais? Você é pra mim o que ninguém nunca será, você é o anjo que não tem asas, mas é capaz de me fazer alçar vôos para o além do infinito. Você é a tradução do que é o amor, você é o motivo. E os motivos definitivamente não são terrenos, não quando os motivos são teus.&lt;/span&gt; Ele não conseguia responder, ele não queria dizer algo que não estivesse a altura dela. Mas, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;as lágrimas falaram por ele&lt;/span&gt;. Ela secou-as, enquanto ele levou o dedo indicador até os lábios carnudos dela, brincando ali. Causando nela um sorriso sincero, ela entendia que ele era tudo o que ele precisava e que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eles estavam juntos&lt;/span&gt;, se encolheu toda no abraço dele. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ela se sentindo protegida ali e ele querendo protegê-la&lt;/span&gt;. Foi como ele explicou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você sempre foi tudo o que eu quis, tudo o que eu preciso desde o dia em que conheci é do seu sorriso&lt;/span&gt;. Ele queria deixar claro que era o jeito de menina que precisava ser protegida, com o de mulher que precisava amar e ser amada que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;trazia a magia do sentimento deles&lt;/span&gt;. Eles acreditavam em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;alma gêmea&lt;/span&gt; e se aquilo de fato existia, eles eram o maior exemplo do que almas gêmeas eram capazes de fazer para se encontrar. O encontro estava marcado desde o dia que eles nasceram, não tinha hora nem dia exato para acontecer, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mas eles buscavam um pelo outro desde a primeira respiração e se completavam no mais perfeito encaixe&lt;/span&gt;. Eram tão iguais na essência e tão diferentes nas atitudes. Ele aprendeu a deixar o jeito durão de lado quando viu e se encantou pelo sorriso dela e ela perdeu o medo de se entregar. Certamente eles eram a mais perfeita (e estranha) &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;história de amor escrita pelos dedos de Deus&lt;/span&gt;, precisavam um do outro como se precisa do ar, da terra, da água e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;do amor&lt;/span&gt;. O amor parecia o mais impossível, diversos empecilhos pareciam brotar na história, mas eles guerrearam até provar que com força de vontade o impossível passa a ser apenas mais uma pedra no caminho, mais um obstáculo a ser superado. Ela fechou os olhos, recostou a cabeça no peitoral dele e ouviu os batimentos cardíacos, sorriu coberta por uma só certeza: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Se ele pulsava, era por ela&lt;/span&gt;. Assim como o coração dela batia ainda a cada amanhecer, na esperança de reencontrá-lo. Reencontrar a metade que pertencia a ela. No olhar dava pra perceber, qualquer um era capaz de notar que aquela história de amor fora escrita tão somente a eles. Que ninguém se encaixava no papel dela e dele, como eles. Ela sorria sonhando com o encontro deles, ele sorria ao lembrá-la. A intensidade do sentimento não era notada só pelas palavras que eles falavam, pelos sonhos que eles sonhavam, pelos medos que eles enfrentaram, pelos problemas que eles golpearam. Mas pelo abraço, quem assistia o abraço podia contemplar claramente o encontro de almas gêmeas, o encaixe perfeito de dois corpos que se pertenciam. Dava pra notar que aquele amor era coisa de outro mundo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;era tão real como as estrelas que não cansam de brilhar essa noite&lt;/span&gt;. Era maior que a imensidão azul do céu. Essa história pertence a nós. &lt;span style="color: rgb(255, 153, 255); font-weight: bold;"&gt;♥&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SpXBWDxAN2I/AAAAAAAAAI0/bjCc_fDU1sA/s1600-h/s2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SpXBWDxAN2I/AAAAAAAAAI0/bjCc_fDU1sA/s320/s2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374414315048679266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2929460074037732739?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2929460074037732739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2929460074037732739' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2929460074037732739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2929460074037732739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/08/quem-sente-com-alma-e-capaz-de-amar.html' title='♪ Quem sente com a alma é capaz de amar ♫'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SpXBWDxAN2I/AAAAAAAAAI0/bjCc_fDU1sA/s72-c/s2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-381798667817525954</id><published>2009-08-19T09:36:00.010-03:00</published><updated>2009-08-22T12:23:46.894-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Sobre elas.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;As garotas normalmente conhecida como sonhadoras, são felizes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Como defendi no título do blog, o conto de fadas não deve acabar a meia noite. Não deve, não pode, não vai. Não assim, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não pra mim&lt;/span&gt;. Se tem uma coisa da qual eu me orgulho de ter aprendido na vida esta lição foi: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Decepção não mata, dói muito. Mas, te ensina a viver&lt;/span&gt;. Todo mundo pelo menos uma vez em sua vida já ouviu aquela música: ♪ Nem tudo é como você quer, nem tudo pode ser perfeito ♫ E não é porque você não classifica como perfeito que não foi bom. Já falei sobre o quão indignada fico eu quando alguém diz que um amor acabou. E mais ainda quando dizem que não aconteceu. Galerinha, a fórmula do para sempre também machuca, tá? Tenho para mim que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;um amor nunca acaba&lt;/span&gt;. Se acabou, informo-lhes com um aperto no peito que não foi amor. Foi uma paixãozinha, que você certamente vai dizer que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;não valeu a pena&lt;/span&gt;, né? Valeu sim. Valeu o beijo, o desejo, o sorriso, os telefonemas e acredite, sabe aquela crise infantil que ele teve? Contribuiu sim para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o seu&lt;/span&gt; crescimento. É garota, um dia você teria que amadurecer. Que bom que foi perdendo um namorado. Imagine se fosse perdendo sua melhor amiga? Aquela que te deu colo e te comprou aquela barra enorme de chocolate? E tem mais, se ele foi tão canalha assim, tão imprestável, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;você é pior ainda de se permitir chorar por ele&lt;/span&gt;. É natural que a vida depois de um término, uma separação seja complicada. Afinal a vida é feita de uma 'rotina' se você é acostumado a conviver com um alguém, quando se perde por motivos óbvios faz falta. Mas, viver só da falta não satisfaz. As garotas sonhadoras sempre procuram uma nova maneira de ser feliz, as garotas sonhadoras nunca devem deixar o sonho morrer por que uma vez não deu certo. Ser feliz consiste no caminho, na estrada, na procura e não só no encontro. Ser feliz não é uma condição, é um estado de espírito. Todas as garotas têm o direito de ser feliz, todas as garotas deveriam saber. Porque garotas são naturalmente frágeis e não é por isso que não merecem alcançar o ápice. Aquelas que desistem logo de primeira, não são merecedoras de tudo que espera durante o caminho. Se elas pararam na primeira lombada, é porque não suportariam ver aquela flor desabrochar pétala por pétala.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SpAI3bvCh3I/AAAAAAAAAIs/DOJBt3yenmI/s1600-h/meine_4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 318px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SpAI3bvCh3I/AAAAAAAAAIs/DOJBt3yenmI/s320/meine_4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372804103883884402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Me desculpem por tamanha ausência, quase um mês sem postar. Mas é que a criatividade passou bem longe de mim durante esses dias, só voltei mesmo com esse texto chinfrin porque eu prometi a Gaby, uma fofa! E sim, sou eu na foto! ;)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;ps: O Blogger tá de brincadeira comigo, perdi a conta do número de vezes que eu tive que editar a postargem. :X&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-381798667817525954?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/381798667817525954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=381798667817525954' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/381798667817525954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/381798667817525954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/08/sobre-elas.html' title='Sobre elas.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SpAI3bvCh3I/AAAAAAAAAIs/DOJBt3yenmI/s72-c/meine_4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-7984724942063945484</id><published>2009-07-26T16:36:00.003-03:00</published><updated>2009-07-26T17:27:26.516-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Por não ser você...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os medos, os defeitos, as atitudes, as qualidades, as particularidades. São coisas que definem uma pessoa e sua personalidade, a forma com que ela age referente as mais diversas situações que surgem em sua vida. Cada um age diferente, cada um tem um modo de encarar as coisas, um ponto de vista. E é justamente isso, que nos difere das demais criaturas, a capacidade de pensar, de interpretar os acontecimentos do dia a dia, da melhor forma ou não. Racionalidade. Mas nem sempre se pode ser movido pela razão. Existe um elemento 'x', in ou felizmente nós temos coração. Qual o melhor caminho a ser seguido? Entre a razão e a emoção, qual a melhor saída? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se você está do lado de fora é muito fácil e até divertido fazer aquele tão famoso comentário: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se eu fosse você... &lt;/span&gt;Atualmente isso é algo muito visado, até pela sétima arte, com o filme: Se eu fosse você e Se eu fosse você II. E pelo programa de televisão transmitido pela Rede Record: Troca de Família.&lt;br /&gt;A questão é, você acha mesmo que ser outra pessoa é realmente fácil? Você acha que se você fosse a Britney Spears (nada contra ela) você erraria menos? Você teria menos escândalos? Se você respondeu sim para todas as perguntas, meu caro. Vou te mandar um presente, uma daquelas camisas que amarram atrás, mais conhecidas como "camisa de força" muito utilizadas em manicômios. Porque apontar o dedinho para qualquer pessoa e falar: Você está errado, você é muito burro! É realmente muito fácil, mas quem é que vai arregaçar as mangas e falar: Você errou, meu caro! Mas eu posso te ajudar a fazer melhor, a começar de novo.&lt;br /&gt;Certo dia eu li uma frase de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Abraham Lincoln: "&lt;em style="font-style: italic;"&gt;Só tem o direito de criticar aquele que pretende&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; ajudar"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Então, meu caro. Se você não está disposto a ajudar outrém a construir um castelo, com as pedras que atiraram nele, não atire mais uma. Por que você nunca sabe quais as circunstâncias que o levaram a errar (ou acertar) daquela forma, provavelmente se fosse você no lugar dele, você vivênciaria tudo exatamente igual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Smy7K7H2NgI/AAAAAAAAAIM/UQcBHDHmpag/s1600-h/se-eu-fosse-voce-poster01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 306px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Smy7K7H2NgI/AAAAAAAAAIM/UQcBHDHmpag/s320/se-eu-fosse-voce-poster01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362867052635108866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Os filmes e os programas que discutem esse tema, só tentando evidenciar o que é óbvio até para uma criança. Viver não é fácil, todo mundo tem problemas. Os problemas dos outros, que lhe parecem mais fáceis de serem resolvidos, para ele não é. Cabe você a tentar ajudar, se pra você é uma bobagem. Mas nunca tentar fazer aquele 'fardo' ficar ainda mais pesado, ainda mais insuportável... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Porque eu não posso ser você. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Tema proposto pelo "Post-it".. tá aí, faz tempo que eu não escrevia pra eles. :) Aliás, escrevi só uma vez. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog tá difereeeeeeeeeeente! Alguém aí percebeu? Topo novo, tem orkut, twitter, flickr ali do lado pra vocês acessarem e comprovarem o que a Fernanda sempre me diz: Só você mesmo pra cuidar disso tudo! UHAHUAHUAHU Tem o fotolog também, mas tô pensando numa foto pra postar aê aê! HUAHUAHU parei. *-*&lt;br /&gt;Beijo pra quem leu;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-7984724942063945484?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/7984724942063945484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=7984724942063945484' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7984724942063945484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/7984724942063945484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/07/por-nao-ser-voce.html' title='Por não ser você...'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Smy7K7H2NgI/AAAAAAAAAIM/UQcBHDHmpag/s72-c/se-eu-fosse-voce-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5195132549157127814</id><published>2009-07-23T18:53:00.004-03:00</published><updated>2009-07-23T19:15:46.059-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amar é:'/><title type='text'>Gravíssimo, gravado.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ela entrou pela porta do consultório médico quando o Doutor a chamou pelo nome. Seu coração estava disparado há dias, os olhos tinham um brilho fora do comum brilhavam mais que as estrelas e suas mãos suavam frios. O Doutor quis saber o que estava acontecendo com aquela menina que aparentava perfeita saúde:&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E o que você sente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Não sei Dr, meu coração está querendo fugir durante esses dias, minha mão gelada e eu sinto como se existissem borboletas dentro da minha barriga. Meu pensamento aéreo e eu fico cantalorando durante todo o dia aquelas músicas bobas.&lt;br /&gt;O médico fazia cara de que não gostava do que ouvia e a menina ficou ainda mais preocupada, o que seria... então questionou:&lt;br /&gt;- É grave?&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Suas pernas tremem? Você fica impaciente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Sim tremem Doutor, não... não fico impaciente! Mas é grave? É grave? Me responde?&lt;br /&gt;A cabeça do velho Doutor já estava grisalha, ele bem conhecia como funcionavam aquelas coisas. Imagine se ela não é impaciente, era o que ele conseguia pensar. Depois de um longo silêncio, enquanto procurava a forma mais amena de falar, depois de um suspiro soltou de uma vez:&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Muito grave.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Grave? - Ela se assustou e começou a ficar ainda mais inquieta. - Eu vou morrer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 204);font-family:arial;" &gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Smjgyoc2R6I/AAAAAAAAAIE/11yZQje5hps/s1600-h/diario-da-nossa-paixao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 308px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Smjgyoc2R6I/AAAAAAAAAIE/11yZQje5hps/s320/diario-da-nossa-paixao.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361782516841072546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Grave, grave sim. Muito grave, não tem cura. Está gravado. Bom ou ruim vai ser assim. É o amor, você está contaminada até o fim dos teus dias. Funciona desse jeito, você não escolhe. Mas, para alívio dos muito apaixonados é a melhor das "doenças". Digo mais, a salvação do mundo. O que seria de nós se não fosse o amor? Mas não. Ninguém morre de amor, morrem aos poucos por suas complicações. Mas o amor é chama, o amor é vida.. é tudo que existe de mais terno em você. Você morre de saudade, morre de desejo... mas de amor não morre. O amor acontece, não é uma escolha... O seu amor, a sua sina... são teus. O amor é algo que não é ensinado na escola, nem nos doutorados. Você aprende na marra, você aprende na prática, olho no olho, frio na barriga, calafrios, brigas. Sim, elas fortalecem... solidificam esse sentimento. É o amor, ele vai escorrer pela tua alma... te contaminar. Eis que quando você vê já não se pode voltar atrás a entrega total foi feita e não tem retorno. Ou você o vivência, ou vivência a contra mão do mundo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-5195132549157127814?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/5195132549157127814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=5195132549157127814' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5195132549157127814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/5195132549157127814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/07/gravissimo-gravado.html' title='Gravíssimo, gravado.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/Smjgyoc2R6I/AAAAAAAAAIE/11yZQje5hps/s72-c/diario-da-nossa-paixao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-774399170485862233</id><published>2009-07-18T16:13:00.002-03:00</published><updated>2009-07-18T16:30:31.350-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escre(vi)vendo'/><title type='text'>Galerinha! ;)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Sim, eu estou viva e muito bem. ;) Dois posts hoje, Jô? Exato. Dois posts hoje. :)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O primeiro post, Os dragões não conhecem o paraíso. É da autoria do meu querido e amado Caio Fernando Abreu. Seguinte, postei um texto e ia continuar só com ele. Porque eu gostaria mesmo que vocês conhececem o cara que me entende, praticamente meu psicólogo. É lendo os dele, que eu muitas vezes me encontro. Só que não cabe a mim forçá-los a conhecê-lo. Só acho que vocês gostariam disso e tal. O Texto é grande e vocês precisam de paciência pra ler... mas é tão perfeito. Na minha opnião ele compara os Dragões aos amores eternos, que por ventura deram ou não certo. No livro de onde o texto foi retirado, ele fala: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Não se pode aprisionar os que têm asas"&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Então vamos fazer um combinado? Quem quiser ler.... comenta lá e quem não quiser, comenta aqui e nós seguimos SEM RESSENTIMENTOS. Até porque eu sou da paz... HAUUHAUHAUHAUHAUH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, o que tem sido as férias de vocês? A minha está sendo excelente, na minha opnião... tão bom dormir! Tô colocando em dia meu sono... *-* Ganhei dois selos da Ari, mas eu posto depois!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;l&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-774399170485862233?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/774399170485862233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=774399170485862233' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/774399170485862233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/774399170485862233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/07/galerinha.html' title='Galerinha! ;)'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-2915058384555751059</id><published>2009-07-17T12:07:00.007-03:00</published><updated>2009-07-18T16:13:10.833-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fragmentos alheios (ou nem tanto).'/><title type='text'>Os dragões não conhecem o paraíso.</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: right; font-weight: bold;"&gt;Tenho um dragão que mora comigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não, isso não é verdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não tenho nenhum dragão. E, ainda que tivesse, ele não moraria comigo nem com ninguém. Eles são solitários, os dragões. Quase tão solitários quanto eu me encontrei, sozinho neste apartamento, depois de sua partida. Digo quase porque, durante aquele tempo em que ele esteve comigo, alimentei a ilusão de que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meu isolamento para sempre tinha acabado.&lt;/span&gt; E digo ilusão porque, outro dia, numa dessas manhãs áridas da ausência dele, felizmente cada vez menos freqüentes &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(a aridez, não a ausência)&lt;/span&gt;, pensei assim: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os homens precisam da ilusão do amor da mesma forma que precisam da ilusão de Deus&lt;/span&gt;. Da ilusão do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;amor&lt;/span&gt; para não &lt;span style="font-style: italic;"&gt;afundarem no poço horrível da solidão absoluta&lt;/span&gt;; da ilusão de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus&lt;/span&gt;, para não&lt;span style="font-style: italic;"&gt; se perderem no caos da desordem sem nexo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Isso me pareceu gradiloqüente e sábio &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como uma idéia que não fosse minha&lt;/span&gt;, tão estúpidos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;costumam ser meus pensamentos&lt;/span&gt;. E tomei nota rapidamente no guardanapo do bar onde estava. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tenho medo da minha lucidez daquele dia&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-weight: bold;"&gt;Estou me confundindo, estou me dispersando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O guardanapo, a frase, o medo - isso deve vir mais tarde. Todas essas coisas de que falo agora - as particularidades dos dragões, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a banalidade das pessoas como eu&lt;/span&gt; -, só descobri depois. Aos poucos, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;na ausência dele&lt;/span&gt;, enquanto tentava compreendê-lo. Cada vez menos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;para que minha compreensão fosse sedutora&lt;/span&gt;, e cada vez mais para que essa compreensão ajudasse a mim mesmo a. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não sei dizer&lt;/span&gt;. Quando penso desse jeito, enumero proposições como: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a ser uma pessoa menos banal, a ser mais forte, mais seguro, mais sereno, mais feliz, a navegar com um mínimo de dor&lt;/span&gt;. Essas coisas todas que decidimos fazer ou nos tornar quando algo que supúnhamos grande acaba, e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; não há nada a ser feito a não ser continuar vivendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Então, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;que seja doce&lt;/span&gt;. Repito todas as manhãs, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias&lt;/span&gt;, bem assim: que seja doce. Quando há sol, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo&lt;/span&gt;. Mas, se alguém me perguntasse &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o que deverá ser doce&lt;/span&gt;, talvez não saiba responder. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tudo é tão vago como se não fosse nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Depois continuo a contar para mim mesmo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;como se fosse ao mesmo tempo o velho que conta e a criança que escuta, sentado no colo de mim&lt;/span&gt;. Dói, um pouco. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não mais uma ferida recente&lt;/span&gt;, apenas um pequeno espinho de rosa, coisa assim, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;que você tenta arrancar da palma da mão com a ponta de uma agulha&lt;/span&gt;. Mas, se você não consegue extirpá-lo, o pequeno espinho &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pode deixar de ser uma pequena dor para se transformar numa grande chaga&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, agora, estou aqui. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ponta fina de agulha equilibrada entre os dedos da mão direita, pairando sobre a palma aberta da mão esquerda&lt;/span&gt;. Algumas anotações em volta, tomadas há muito tempo, o guardanapo de papel do bar, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;com aquelas palavras sábias que não parecem minhas&lt;/span&gt; e aquelas outras, manchadas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;que não consigo ou não quero ou finjo não poder decifrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Ainda não comecei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Queria tanto saber dizer &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Era uma vez&lt;/span&gt;. Ainda não consigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Assim confuso, disperso, monocórdio, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;me parece um jeito tão bom ou mau quanto qualquer outro de começar uma história&lt;/span&gt;. Principalmente &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;se for uma história de dragões&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Gosto de dizer tenho um dragão que mora comigo, e&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mbora não seja verdade.&lt;/span&gt; Como eu dizia, um dragão jamais pertence a, nem mora com alguém. Duvido que um dragão conviva melhor com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;esses seres mitológicos&lt;/span&gt;, mais semelhantes à natureza dele, do que com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;um ser humano&lt;/span&gt;. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;às vezes um dragão sabe ser gentil e submisso como uma gueixa&lt;/span&gt;. Apenas, eles não dividem seus hábitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ninguém é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;capaz de compreender&lt;/span&gt; um dragão. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eles jamais revelam o que sentem&lt;/span&gt;. Quem poderia compreender, por exemplo, que logo ao despertar sempre batem a cauda três vezes, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como se tivessem furiosos&lt;/span&gt;, soltando fogo pelas ventas e carbonizando qualquer coisa próxima num raio de mais de cinco metros? Hoje, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pondero&lt;/span&gt;: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;talvez seja essa a sua maneira desajeitada de dizer, como costumo dizer agora, ao despertar - que seja doce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas no tempo em que vivia comigo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu tentava&lt;/span&gt; - digamos - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;adaptá-lo às circunstâncias&lt;/span&gt;. Dizia por favor, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tente compreender, querido&lt;/span&gt;, quando você desperta na sala, as plantas ficam todas queimadas&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; pelo seu fogo&lt;/span&gt;. E, quanto você &lt;span style="font-style: italic;"&gt;desperta no quarto&lt;/span&gt;, aquela pilha de livros vira cinzas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;na minha cabeceira&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele não prometia corrigir-se&lt;/span&gt;. E eu sei muito bem como tudo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;isso parece ridículo&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Um dragão nunca acha que está errado. Na verdade, jamais está&lt;/span&gt;. Tudo que faz, e que pode parecer perigoso, excêntrico ou n&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o mínimo mal-educado para um humano igual a mim&lt;/span&gt;, é apenas parte dessa &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;estranha natureza dos dragões&lt;/span&gt;. Na manhã, na tarde ou na noite seguintes, quanto ele despertasse outra vez,  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;as prímulas amarelas e as begônias roxas e verdes, e Kafka, Salinger, Pessoa, Clarice e Borges a cada dia ficariam mais esturricados&lt;/span&gt;. Até que, naquele apartamento, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;restássemos eu e ele entre as cinzas&lt;/span&gt;. Cinzas são como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sedas para um dragão&lt;/span&gt;, nunca para um humano, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;porque a nós lembra destruição e morte&lt;/span&gt;, não prazer. O que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;não podemos&lt;/span&gt; compreender, ou pelo menos aceitar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Além de tudo: eu não o via. Os dragões são invisíveis, você sabe. Sabe? Eu não sabia. Ele diria, com aquele ar levemente pedante: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno. Os dragões não cabem nesses pequenos mundos de paredes invioláveis para o que não é visível".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ele gostava tanto dessas palavras que&lt;span style="font-style: italic;"&gt; começam com in &lt;/span&gt;- invisível, inviolável, incompreensível -, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;que querem dizer o contrário do que deveriam&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele próprio era inteiro o oposto do que deveria ser&lt;/span&gt;. A tal ponto que, quando o percebia intratável, suspeitava-o ao contrário: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;molhado de carinho&lt;/span&gt;. Pensava às vezes em tratá-lo dessa forma, pelo avesso, para que fôssemos mais felizes juntos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nunca me atrevi&lt;/span&gt;. E, agora que se foi, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;é tarde demais para tentar requintadas harmonias.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ele cheirava a hortelã e alecrim. Eu acreditava na sua existência por esse cheiro verde de ervas esmagadas dentro das duas palmas das mãos. Não acredite se alguém, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mesmo alguém que não tenha um mundo pequeno&lt;/span&gt;, disser que os dragões cheiram a cavalos depois de uma corrida, ou a cachorros das ruas depois da chuva - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nunca foi esse o cheiro dos dragões.&lt;/span&gt; A hortelã e alecrim, eles cheiram. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando chegava, o apartamento inteiro ficava impregnado desse perfume&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu aprendi o jeito de perceber quando o dragão estava a meu lado.  Os dragões param sempre do lado esquerdo das pessoas, para conversar direto com o coração.&lt;/span&gt; O ar a meu lado ficou leve, de uma coloração vagamente púrpura. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sinal que ele estava feliz&lt;/span&gt;. Sorríamos suaves, meio tolos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;descendo juntos pelo elevador numa tarde que lembro de abril - esse é o mês dos dragões&lt;/span&gt; - dentro daquele clima de eternidade fluida que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;apenas os dragões&lt;/span&gt;, mas só às vezes, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sabem transmitir&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Por situações como essa, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu o amava. E o amo ainda&lt;/span&gt;, quem sabe mesmo agora, quem sabe &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mesmo sem saber direito o significado exato dessa palavra seca - amor&lt;/span&gt;. Se não o tempo todo, pelo menos quanto lembro de momentos assim. Infelizmente, raros. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A aspereza e avesso parecem ser mais constantes na natureza dos dragões do que a leveza e o direito. &lt;/span&gt;Mas queria falar de antes do cheiro. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Havia outros sinais&lt;/span&gt;, já disse. Vagos, todos eles.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SmIUrX_rEDI/AAAAAAAAAH8/srStQeuUR94/s1600-h/2927524563_fa2890bcf6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 255px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SmIUrX_rEDI/AAAAAAAAAH8/srStQeuUR94/s320/2927524563_fa2890bcf6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359869241932320818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nos dias que antecediam a sua chegada&lt;/span&gt;, eu acordava no meio da noite, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o coração disparado. As palmas das mãos suavam frio&lt;/span&gt;. Sem saber porque, nas manhãs seguintes, compulsivamente eu começava a comprar flores, limpar a casa, ir ao supermercado e à feira para encher o apartamento de rosas e palmas e morangos daqueles bem gordos e cachos de uvas reluzentes. Arrumava em pratos, pelos cantos, com flores e velas e fitas, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;para que os espaços ficassem mais bonito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Como uma fome, me dava. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas uma fome de ver, não de comer&lt;/span&gt;. Sentava na sala toda arrumada, tapete escovado, cortinas lavadas, cestas de frutas, vasos de flores - acendia um cigarro e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ficava mastigando com os olhos a beleza das coisas limpas, ordenadas, sem conseguir comer nada com a boca, faminta de ver&lt;/span&gt;. À medida que a casa ficava mais bonita, eu me tornava cada vez mais feia, mais magra, olheiras fundas, faces encovadas. Porque não conseguia dormir nem comer, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;à espera dele&lt;/span&gt;. Agora, agora vou ser feliz, p&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ensava o tempo todo numa certeza histérica&lt;/span&gt;. Até que aquele cheiro de alecrim, de hortelã, começasse a ficar mais forte, para então, um dia, escorregar que nem brisa por baixo da porta e se instalar devagarzinho no corredor de entrada, no sofá da sala, no banheiro, na minha cama. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele tinha chegado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esses ritmos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;só descobri aos poucos&lt;/span&gt;. Mesmo o cheiro de hortelã e alecrim, descobri que era exatamente esse quando encontrei certas ervas numa barraca de feira. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Meu coração disparou, imaginei que ele estivesse por perto&lt;/span&gt;. Fui seguindo o cheiro, até me curvar sobre o tabuleiro para perceber: eram dois maços verdes, a hortelã de folhinhas miúdas, o alecrim de hastes compridas com folhas que pareciam espinhos, mas não feriam. Pergunte o nome, o homem disse, eu não esqueci. Por pura vertigem, nos dias seguintes &lt;span style="font-style: italic;"&gt;repetia quanto sentia saudade: alecrim hortelã alecrim hortelã alecrim hortelã alecrim&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Antes, antes ainda, o pressentimento de s&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ua visita trazia unicamente ansiedade, taquicardias, aflição, unhas roídas&lt;/span&gt;. Não &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;era&lt;/span&gt; bom. Eu não conseguia trabalhar, ira ao cinema, ler ou afundar em qualquer outra dessas ocupações banais &lt;span style="font-style: italic;"&gt;que as pessoas como eu têm quando vivem.&lt;/span&gt; Só conseguia pensar em coisas bonitas para a casa, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;em ficar bonita eu mesma para encontrá-lo&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os dragões não perdoam a feiúra. Menos ainda a daqueles que honram com sua rara visita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Depois que ele vinha&lt;/span&gt;, o bonito da casa contrastando com o feio do meu corpo, t&lt;span style="font-style: italic;"&gt;udo aos poucos começava a desabar&lt;/span&gt;. Feito dor, não alegria. Agora agora agora vou ser feliz. E forçava os olhos pelos cantos de prata esverdeadas, luz fugidia, a ponta em seta de sua cauda pela fresta de alguma porta ou&lt;span style="font-style: italic;"&gt; fumaça de suas narinas, sempre mau, e a fumaça, negra&lt;/span&gt;. Naqueles dias, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;enlouquecia&lt;/span&gt; cada vez mais, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;querendo agora já urgente ser feliz&lt;/span&gt;. Percebendo minha ânsia, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ele tornava-se cada vez mais remoto&lt;/span&gt;. Ausentava-se, retirava-se, fingia partir. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rarefazia seu cheiro de ervas até que não passasse de uma suspeita verde no ar&lt;/span&gt;. Eu respirava mais fundo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;perdia o fôlego no esforço de percebê-lo&lt;/span&gt;, dias após dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Tudo apodrecia mais e mais, sem que eu percebesse, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;doído do impossível que era tê-lo&lt;/span&gt;. Atenta &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;somente&lt;/span&gt; à minha dor, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;que apodrecia também, cheirava mal.&lt;/span&gt; Então algum dos vizinhos batia à porta para saber se eu tinha morrido e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sim, eu queria dizer,&lt;/span&gt; estou apodrecendo lentamente, cheirando mal como as pessoas banais ou não cheiram quando morrem, à&lt;span style="font-style: italic;"&gt; espera de uma felicidade que não chega nunca&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ele&lt;/span&gt; não compreenderia. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu não compreendia&lt;/span&gt;, naqueles dias - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;você compreende?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os dragões, já disse, não suportam a feiúra. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele partia quando aquele cheiro&lt;/span&gt; de frutas e flores e, pior que tudo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;de emoções apodrecidas tornava-se insuportável&lt;/span&gt;. Igual e confundido ao cheiro da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minha felicidade&lt;/span&gt; que, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;desta e mais uma vez, ele não trouxera.&lt;/span&gt; Dormindo ou acordado, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu recebia sua partida como um súbito soco no peito&lt;/span&gt;. Então olhava para cima, para os lados, à procura de Deus ou qualquer coisa assim - hamadríades, arcanjos, nuvens radioativas, demônios que fossem. Nunca os via. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nunca via nada além das paredes de repente tão vazias sem ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Só quem já teve um dragão em casa pode saber como essa casa parece deserta depois que ele parte.&lt;/span&gt; Dunas, geleiras, estepes. Nunca mais reflexos esverdeados pelos cantos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nem perfume de ervas pelo ar&lt;/span&gt;, nunca mais fumaças coloridas ou formas como serpentes espreitando pelas frestas de portas entreabertas. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mais triste: nunca mais nenhuma vontade de ser feliz dentro da gente, mesmo que essa felicidade nos deixe com o coração disparado, mãos úmidas, olhos brilhantes e aquela fome incapaz de engolir qualquer coisa&lt;/span&gt;. A não ser o belo, que é de ver, não de mastigar, e por isso mesmo também uma forma de desconforto. No turvo seco de uma casa esvaziada da presença de um dragão, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mesmo voltando a comer e a dormir normalmente&lt;/span&gt;, como fazem as pessoas banais, você não sabe mais se não seria preferível aquele pântano de antes, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cheio de possibilidades - que não aconteciam, mas que importa?&lt;/span&gt; - a esta secura de agora. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quando tudo, sem ele, é nada&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, acho que sei. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um dragão vem e parte para que seu mundo cresça? Pergunto - porque não estou certo - coisas talvez um tanto primárias, como: um dragão vem e parte para que você aprenda a dor de não tê-lo, depois de ter alimentado a ilusão de possuí-lo? E para, quem sabe, que os humanos aprendam a forma de retê-lo, se ele um dia voltar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Não, não é assim. Isso não é verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os dragões não permanecem&lt;/span&gt;. Os dragões são apenas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a anunciação de si próprios&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eles se ensaiam eternamente, jamais estréiam.&lt;/span&gt; As cortinas não chegam a se abrir para que entrem em cena. Eles se esboçam e se esfumam no ar,&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; não se definem&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O aplauso seria insuportável para eles: a confirmação de que sua inadequação é compreendida e aceita e admirada&lt;/span&gt;, e portanto - pelo avesso igual ao direito - incompreendida, rejeitada, desprezada. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os dragões não querem ser aceitos&lt;/span&gt;. &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-style: italic;"&gt;Eles fogem do paraíso&lt;/span&gt;, esse paraíso que nós, as pessoas banais, inventamos - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como eu inventava uma beleza de artifícios para esperá-lo e prendê-lo para sempre junto a mim.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-style: italic;"&gt;Os dragões não conhecem o paraíso&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;onde tudo acontece perfeito e nada dói nem cintila ou ofega, numa eterna monotonia de pacífica falsidade&lt;/span&gt;. Seu paraíso é o conflito, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nunca a harmonia&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quando volto apensar nele&lt;/span&gt;, nestas noites em que dei para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;me debruçar à janela&lt;/span&gt; procurando luzes móveis pelo céu, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;gosto de imaginá-lo voando&lt;/span&gt; com suas grandes asas douradas, solto no espaço, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;em direção a todos os lugares que é lugar nenhum&lt;/span&gt;. Essa é sua natureza mais sutil, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;avessa às prisões paradisíacas&lt;/span&gt; que idiotamente eu preparava com armadilhas de flores e frutas e fitas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quando ele vinha&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paraísos artificiais que apodreciam aos poucos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-style: italic;"&gt;Agora apenas deslizo, sem excessivas aflições de ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As manhãs são boas&lt;/span&gt; para acordar dentro delas, beber café, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;espiar o tempo&lt;/span&gt;. Os objetos são bons de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;olhar para eles&lt;/span&gt;, sem muitos sustos, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;porque são o que são e também nos olham, com olhos que nada pensam&lt;/span&gt;. Desde que o mandei embora, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;para que eu pudesse enfim aprender a grande desilusão do paraíso&lt;/span&gt;, é assim que sinto: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;quase sem sentir&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Resta esta história que conto, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;você ainda está me ouvindo?&lt;/span&gt; Anotações soltas sobre a mesa, cinzeiros cheios, copos vazios e este guardanapo de papel o&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nde anotei frases aparentemente sábias sobre o amor e Deus&lt;/span&gt;, com uma frase que tenho medo de decifrar e talvez, afinal, diga apenas qualquer coisa simples feito:&lt;span style="font-style: italic;"&gt; nada disso existe&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Nada, nada disso existe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Então quase vomito e choro e sangro quando penso assim. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas respiro fundo, &lt;/span&gt;esfrego as palmas das mãos, gero energia em mim.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para manter-me viva, saio à procura de ilusões&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;como o cheiro das ervas, ao encontrá-los, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mesmo apenas na mente&lt;/span&gt;, tornar-me então outra vez capaz de afirmar, como num vício inofensivo: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tenho um dragão que mora comigo.&lt;/span&gt; E, desse jeito, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;começar uma nova história que, desta vez sim, seria totalmente verdadeira&lt;/span&gt;, mesmo sendo completamente mentira. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fico cansada do amor que sinto,&lt;/span&gt; e num enorme esforço que aos poucos se transforma numa espécie de modesta alegria, tarde da noite, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sozinha neste apartamento no meio de uma cidade escassa de dragões&lt;/span&gt;, repito e repito este meu confuso aprendizado para a criança-eu-mesma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sentada aflita e com frio nos joelhos do sereno velho-eu-mesmo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(204, 51, 204);"&gt;- Dorme, só existe o sonho. Dorme, meu filho. Que seja doce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Não, isso também não é verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grande, eterno - Caio Fernando de Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4820008914666310861-2915058384555751059?l=pequenapraquemve.estouroempalavras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/feeds/2915058384555751059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4820008914666310861&amp;postID=2915058384555751059' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2915058384555751059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4820008914666310861/posts/default/2915058384555751059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pequenapraquemve.estouroempalavras.com/2009/07/os-dragoes-nao-conhecem-o-paraiso.html' title='Os dragões não conhecem o paraíso.'/><author><name>Pequena :)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06532240471688714377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-nflQDpPITY4/TwIhEVovl1I/AAAAAAAAAT4/vdbaL0DrJwk/s220/as.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RJdzq3GrE68/SmIUrX_rEDI/AAAAAAAAAH8/srStQeuUR94/s72-c/2927524563_fa2890bcf6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4820008914666310861.post-5468907529684070759</id><published>2009-07-09T15:20:00.006-03:00</published><updated>2009-07-10T11:16:29.000-03:00</updated><title type='text'>Por quê?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;não sei&lt;/span&gt; por que o amo. Cada vez mais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;confusa&lt;/span&gt; por não saber. Pode ser pela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mania&lt;/span&gt; que ele tem de sempre &lt;span style="font-style: italic;"&gt;querer me proteger&lt;/span&gt;, ou pelo modo com que me &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;aperta&lt;/span&gt; em cada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;recomeço&lt;/span&gt;. Ou será ainda pela maneira encantadora que ele pede para que eu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;repita que o amo&lt;/span&gt;, com o brilho nos olhos? Eu não sei por que o amo. Será que é pelo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;brilho nos olhos&lt;/span&gt;? Ou pelo tom de voz que exprime sempre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;certa&lt;/span&gt; razão? Me fazendo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;rir&lt;/span&gt;. Eu paro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;inúmeras&lt;/span&gt; vezes, olhando pro céu ensolarado 
